Homem é morto a tiros e esmagado por pedra gigante em Manaus

Tiago Aquino, 23 anos, morto a tiros e esmagado por pedra; deixa três filhos, incluindo recém-nascido.
Assassinos jogaram pedra para apressar a morte
Testemunhas descrevem o ato deliberado de violência extrema após múltiplos disparos contra Tiago Aquino.
Mark

Por que alguém jogaria uma pedra sobre um corpo já baleado? Isso parece excessivo.

Mimi

Excessivo é a palavra certa. Segundo as testemunhas, foi deliberado — para acelerar a morte. Pode indicar raiva pessoal, não apenas execução. Ou talvez garantir que não houvesse dúvida de que ele estava morto.

Mark

E a perseguição? Como um homem de 23 anos acaba sendo perseguido por criminosos em uma madrugada?

Mimi

Tiago tinha histórico: roubo, tráfico, possivelmente homicídio. Ele estava procurado. Pode ter sido uma dívida, uma traição, um conflito de território. Em Manaus, essas coisas costumam terminar assim.

Mark

A família sabia disso?

Mimi

Sabiam que ele era procurado. Mas nada prepara uma família para encontrar o filho debaixo de uma ponte esmagado por pedra.

Mark

E os três filhos? Como fica isso?

Mimi

Ficam sem pai. Um deles nem conheceu o pai direito — é recém-nascido. Essa é a parte que fica quando a polícia termina a investigação.

  • Na madrugada de 5 de dezembro, Tiago Aquino foi perseguido por criminosos pelas ruas da zona norte de Manaus até cair de uma ponte de madeira.
  • Mesmo caído e ainda vivo, recebeu múltiplos disparos — e os assassinos foram além: jogaram uma pedra de grande porte sobre seu tórax e rosto para garantir a morte.
  • Populares encontraram o corpo pela manhã e acionaram as autoridades, revelando uma cena de violência extrema e claramente intencional.
  • A família informou à polícia que Tiago era procurado por roubo, tráfico e possivelmente homicídio, sugerindo que a execução tem raízes em disputas criminosas anteriores.
  • A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) assumiu o caso e investiga mandantes, executores e motivação — vingança, disputa territorial ou acerto de contas.
  • Atrás da cena do crime, três crianças perderam o pai aos 23 anos, uma delas recém-nascida.

Na madrugada de uma sexta-feira em Manaus, um jovem de 23 anos foi perseguido, baleado e esmagado por uma pedra sob uma ponte de madeira no bairro Cidade de Deus — um fim que carrega, em sua brutalidade deliberada, os contornos de uma execução enraizada em conflitos do mundo do crime. Tiago Aquino deixa três filhos, incluindo um recém-nascido, e uma pergunta que a cidade já conhece bem: até onde pode chegar a violência antes de encontrar um limite?

Na madrugada de sexta-feira, 5 de dezembro, Tiago Aquino, 23 anos, foi perseguido por criminosos pelo bairro Cidade de Deus, na zona norte de Manaus. A fuga o levou até uma ponte de madeira na antiga Rua Monte Sinai, onde ele caiu.

No chão, os perseguidores abriram fogo. Múltiplos disparos atingiram o jovem enquanto ele ainda respirava. Testemunhas que depois procuraram a polícia relataram que os assassinos foram além: pegaram uma pedra de tamanho considerável e a jogaram sobre o tórax e o rosto de Tiago — um ato deliberado para apressar sua morte.

Populares encontraram o corpo pela manhã sob a estrutura de madeira e acionaram as autoridades. A cena deixava claro que a violência havia sido extrema e intencional.

Tiago morava em Manacapuru, mas estava em Manaus quando foi morto. Sua família informou à polícia que ele era procurado por roubo, tráfico de drogas e possivelmente homicídio — atividades que podem estar ligadas à execução naquela madrugada.

Ele deixa três filhos. Um deles é recém-nascido. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) assumiu a investigação e apura quem ordenou e executou o crime, e por quê.

Na madrugada de sexta-feira, 5 de dezembro, Tiago Aquino, 23 anos, foi perseguido por criminosos pelas ruas do bairro Cidade de Deus, na zona norte de Manaus. A fuga o levou até uma ponte de madeira na antiga Rua Monte Sinai, hoje Rua Monte Tabor. Ele caiu.

Quando bateu o chão, os perseguidores abriram fogo. Múltiplos disparos atingiram o corpo do jovem enquanto ele ainda respirava. Mas não pararam ali. Segundo relatos de testemunhas que depois procuraram a polícia, os assassinos pegaram uma pedra de tamanho considerável e a jogaram sobre o tórax e o rosto de Tiago — um ato deliberado, dizem, para apressar sua morte.

Populares encontraram o corpo na manhã de sexta-feira debaixo da estrutura de madeira. O que viram foi um homem perfurado por tiros e esmagado por pedra. Acionaram as autoridades imediatamente. A cena deixava claro que a violência havia sido extrema e intencional.

Tiago morava em Manacapuru, mas estava em Manaus quando foi morto. Segundo informações que sua família passou à polícia, ele era procurado por crimes que incluíam roubo, tráfico de drogas e possivelmente homicídio. Essas atividades podem estar ligadas ao que aconteceu naquela madrugada — uma execução que parecia ter raízes em conflitos criminosos já conhecidos.

O que torna o caso ainda mais pesado é o que Tiago deixou para trás: três filhos. Um deles é recém-nascido. A morte de um pai aos 23 anos, sob essas circunstâncias, carrega um peso que vai muito além da cena do crime.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros assumiu a investigação. Os detalhes de quem ordenou a morte, quem executou e por quê — se foi vingança, disputa de território, acerto de contas — ainda estão sendo apurados. O que se sabe é que em Manaus, naquela madrugada, a violência chegou a um ponto que exigiu não apenas balas, mas pedra também.

Segundo relatos de testemunhas, os assassinos jogaram uma pedra grande sobre o corpo do jovem para acelerar sua morte
— Testemunhas do crime
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