Flamengo reclama de pênalti não marcado contra Botafogo sem intervenção do VAR

Árbitro ignora protesto, sem VAR para revisão
Aos 33 minutos, Luiz Araújo cai após dividida com Allan na área, e o Flamengo reclama de pênalti não marcado.
Mark

Por que essa reclamação de pênalti importa tanto neste momento da temporada?

Mimi

O Flamengo está três pontos atrás do Palmeiras e vem de uma sequência fraca. Um gol aqui muda tudo — a pressão psicológica, a confiança, até a corrida pela liderança.

Luke

Mas precisamos ser claros: o árbitro estava lá, viu o lance em tempo real, e decidiu não marcar. O VAR não estava ativo. Então temos uma decisão de campo que pode estar errada, mas não temos a ferramenta para revisar.

Mark

E o especialista em arbitragem concordou que era pênalti?

Mimi

Sim, PC Oliveira considerou a jogada como falta passível de marcação na área. Mas isso é análise posterior, não o que o árbitro viu no momento.

Luke

Exatamente. Temos uma opinião de especialista, não uma certeza. E o Botafogo também tem sua versão — para eles, foi um lance normal de jogo.

Mark

Como isso afeta o Botafogo nesta partida?

Mimi

O Botafogo precisa vencer para pressionar o G-4. Se o Flamengo conseguir um gol desse jeito, muda toda a dinâmica emocional do jogo.

Luke

Mas até agora, aos 38 minutos, ninguém marcou. O Botafogo está explorando bem os contra-ataques. A partida está aberta.

Mark

Qual é o histórico entre esses dois times em casa?

Mimi

O Botafogo tem 66 vitórias em 162 jogos no Nilton Santos contra o Flamengo. Não é uma vantagem esmagadora, mas é casa deles.

Luke

Nos últimos nove jogos como mandante contra o Flamengo, o Botafogo venceu apenas um. Então historicamente, o Flamengo tem levado vantagem aqui.

  • Com 63% de posse, o Flamengo pressionava, mas o Botafogo respondia com contra-ataques velozes que expunham a defesa rubro-negra a cada saída de bola.
  • Aos 33 minutos, Luiz Araújo caiu após dividida com Allan na entrada da área e o Flamengo explodiu em protestos — o árbitro Wilton Pereira Sampaio mandou o jogo seguir sem hesitar.
  • Sem intervenção do VAR e sem revisão do lance, a torcida rubro-negra reagiu com vaias e cobranças, transformando o estádio num tribunal improvisado.
  • Cartões amarelos para Léo Pereira e Evertton Araújo sinalizavam o aumento da tensão e forçavam o Flamengo a jogar com mais cautela no restante da partida.
  • O placar zerado aos 38 minutos mantinha tudo em aberto: o Flamengo perseguia a vice-liderança com 55 pontos, enquanto o Botafogo lutava para não perder terreno no G-4 com 43.

No Estádio Nilton Santos, sob a tensão de uma rivalidade centenária, Botafogo e Flamengo disputavam mais do que pontos na 28ª rodada do Brasileirão: disputavam também a legitimidade de uma decisão arbitral. Aos 33 minutos de um primeiro tempo sem gols, a queda de Luiz Araújo na entrada da área transformou um lance comum em símbolo das injustiças que cada torcida carrega como bandeira. O futebol, como sempre, ofereceu o campo como espelho das paixões humanas — e o árbitro, como sempre, ficou sozinho no centro desse espelho.

No Estádio Nilton Santos, na noite de quarta-feira, Botafogo e Flamengo se enfrentavam pela 28ª rodada do Brasileirão com o placar zerado aos 38 minutos do primeiro tempo. O árbitro Wilton Pereira Sampaio conduzia a partida sem qualquer intervenção do VAR — um detalhe que ganharia peso com o passar dos minutos.

O Flamengo chegava ao clássico buscando consolidar a vice-liderança com 55 pontos, três atrás do Palmeiras, mas vinha de sequência irregular: apenas uma vitória nas últimas quatro rodadas. O Botafogo, em quinto com 43 pontos, precisava vencer para pressionar o G-4 e se recuperar da derrota por 2 a 0 para o Internacional. Antes mesmo do apito inicial, a torcida alvinegra já provocava com um bandeirão chamando o rival de 'atraso do futebol brasileiro'.

Em campo, o Flamengo controlava a posse — 63% aos 27 minutos —, mas o Botafogo explorava transições rápidas com Savarino, Santiago e Arthur Cabral. Aos 9 minutos, Artur quase abriu o placar em contra-ataque, finalizando por cima. Aos 24, Luiz Araújo desperdiçou a melhor chance rubro-negra ao cabecear para fora após cruzamento de Samuel Lino. Cartões amarelos para Léo Pereira e Evertton Araújo aumentavam a tensão.

O momento mais polêmico chegou aos 33 minutos: Luiz Araújo dividiu bola com Allan na entrada da área e caiu. O Flamengo pediu pênalti com veemência, mas o árbitro mandou seguir. Sem sinal do VAR, a torcida rubro-negra protestou com força. Especialistas em arbitragem avaliariam o lance como passível de marcação, mas a decisão estava tomada. O jogo reiniciou, o placar permaneceu zerado, e o segundo tempo prometia mais emoções — com o Flamengo ainda em busca de reabilitação e o Botafogo tentando segurar sua posição na tabela.

No Estádio Nilton Santos, na noite de quarta-feira, 15 de outubro de 2025, Botafogo e Flamengo disputavam a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro com um placar zerado aos 38 minutos do primeiro tempo. O árbitro Wilton Pereira Sampaio conduzia a partida sem qualquer intervenção do VAR até aquele momento, um detalhe que ganharia peso quando a polêmica chegasse.

O Flamengo buscava recuperar o ritmo na vice-liderança, onde acumulava 55 pontos, apenas três atrás do Palmeiras. A sequência recente era irregular: apenas uma vitória nas últimas quatro rodadas. O Botafogo, em quinto lugar com 43 pontos, precisava vencer para pressionar o G-4, ainda distante três pontos. O time alvinegro vinha de uma derrota por 2 a 0 para o Internacional e buscava reação em casa. Historicamente, os dois clubes já se enfrentaram 352 vezes: 131 vitórias rubro-negras, 107 alvinegras e 114 empates. No Nilton Santos especificamente, o Botafogo registrava 66 triunfos em 162 jogos.

Desde o apito inicial, a torcida botafoguense havia erguido um bandeirão provocativo, chamando o Flamengo de "atraso do futebol brasileiro" e relembrando a goleada de 4 a 1 do ano anterior. A rivalidade acirrada entre os clubes cariocas marcava cada lance. O Flamengo controlava a posse: 63% aos 27 minutos. Mas o Botafogo explorava transições velozes, com Savarino e Santiago nas pontas e Arthur Cabral como pivô aéreo. Aos 9 minutos, um contra-ataque rápido alvinegro quase resultou em gol, quando Artur finalizou por cima do gol de Rossi.

O jogo alternava momentos de pressão rubro-negra com saídas perigosas do Botafogo. Aos 24 minutos, Luiz Araújo cabeceou para fora após cruzamento preciso de Samuel Lino, a melhor chance do Flamengo até então. Cartões amarelos começaram a aparecer: Léo Pereira levou um aos 14 minutos após falta em Arthur Cabral; Evertton Araújo recebeu o seu aos 21 minutos por pisão em Santiago Rodríguez. A intensidade crescia, e com ela, as reclamações.

Aos 33 minutos, o lance que marcaria a primeira metade chegou. Luiz Araújo dividiu bola com Allan na entrada da área e caiu. O Flamengo protestou imediatamente pedindo pênalti. O árbitro mandou seguir. Nenhum sinal do VAR para revisão. A torcida rubro-negra protestou com força. PC Oliveira, especialista em arbitragem, consideraria a jogada como falta passível de marcação na área — uma avaliação que não mudaria a decisão tomada em campo. O jogo reiniciou aos 36 minutos sem alterações, e o placar permanecia zerado.

O Flamengo dominava a posse, mas ficava exposto às saídas rápidas do Botafogo. Aos 35 minutos, Léo Ortiz arriscou de longe e errou feio, resultando em tiro de meta alvinegro. A torcida cobrava a decisão arbitral enquanto o primeiro tempo se aproximava do fim. Ambas as equipes chegavam ao intervalo com chances criadas, mas nenhum gol marcado. O segundo tempo prometia mais emoções, com o Flamengo buscando recuperação na vice-liderança e o Botafogo lutando para manter sua posição no G-4.

PC Oliveira, especialista em arbitragem, considerou a jogada como falta passível de marcação na área
— Análise posterior ao lance
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