No limiar de uma Copa do Mundo que o Brasil sediará pela primeira vez, o futebol feminino revela que sua transformação não acontece apenas nos gramados. Carol Polh, ex-jogadora que conheceu por dentro as lacunas do esporte, fundou há nove anos uma empresa dedicada a profissionalizar o que sempre esteve ausente: a gestão de carreiras de atletas mulheres. Seu negócio, que fatura R$ 540 mil anuais, é um sinal de que o amadurecimento de uma modalidade se mede também pela solidez de quem trabalha nos bastidores.
Ex-jogadora fatura R$ 540 mil gerenciando carreiras no futebol feminino
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