Estudante de Psicologia morre após agressão em Manaus; família clama por justiça

Iago Victor Nascimento Colares, 25 anos, estudante de Psicologia com Transtorno do Espectro Autista nível 2, faleceu após agressão brutal na madrugada de 7 de setembro em Manaus.
É uma tortura não saber o que aconteceu com meu filho
A mãe de Iago clama por respostas enquanto a investigação enfrenta obstáculos tecnológicos e de informação.
Mark

Por que a morte de Iago é tão difícil de investigar? Há algo específico que está travando o caso?

Mimi

O principal é que ninguém sabe onde exatamente ele foi agredido. A mãe não sabe quem o socorreu, e as câmeras de segurança da região já tinham apagado os registros. É como tentar reconstruir um crime sem as peças principais.

Luke

Espera — as câmeras apagaram naturalmente ou foram apagadas? Porque isso muda tudo.

Mimi

A fonte diz que "já haviam apagado os registros", mas não especifica se foi um ciclo automático ou algo intencional. É uma lacuna importante.

Mark

E quanto às testemunhas? Alguém viu o que aconteceu?

Mimi

As testemunhas que estavam no hospital relataram à mãe que Iago chegou respirando com dificuldade e sem conseguir se identificar. Mas ninguém parece ter visto a agressão em si.

Luke

Então a polícia tem testemunhas do transporte ou da chegada ao hospital, mas não do crime propriamente dito. Isso é bem diferente.

Mark

A mãe mencionou algo sobre quem o socorreu?

Mimi

Ela disse que não sabe quem prestou o primeiro socorro. Isso é crucial — essa pessoa poderia ter informações vitais sobre onde e como tudo começou.

Luke

E a polícia não conseguiu rastrear quem o levou ao hospital? Alguém deve ter feito isso.

Mimi

A reportagem não diz se a polícia conseguiu identificar quem o transportou. É outro vazio na investigação.

  • Iago saiu para celebrar o feriado e publicou nas redes sociais às 22h; depois disso, desapareceu do alcance de todos que o amavam.
  • Chegou inconsciente a uma unidade de saúde, respirando com dificuldade, sem conseguir dizer seu próprio nome — e morreu por volta da 1h da manhã.
  • O sepultamento ocorreu com o caixão lacrado, tamanha a gravidade das lesões, enquanto a família só soube da tragédia no dia seguinte.
  • As câmeras de segurança da região já haviam apagado os registros do período do crime, comprometendo a principal pista material da investigação.
  • A mãe, Tatiana Colares, denuncia não saber quem agrediu o filho, onde exatamente ocorreu o ataque nem quem prestou o primeiro socorro.
  • O caso está sob investigação da DEHS, mas a família exige transparência e teme que a falta de clareza enterre a verdade junto com Iago.

Na madrugada de 7 de setembro, em Manaus, Iago Victor Nascimento Colares — estudante de Psicologia, jovem com autismo, homem às vésperas de um novo começo — foi brutalmente agredido durante um festival de Independência e não sobreviveu. Sua morte, registrada como homicídio simples, deixa uma família sem respostas e uma investigação cercada de silêncio: câmeras apagadas, autoria desconhecida, socorro sem rosto. O que resta é a pergunta que toda perda violenta e obscura impõe à sociedade — quanto vale a vida de quem não consegue se defender nem se identificar?

Iago Victor Nascimento Colares tinha 25 anos, cursava o sexto período de Psicologia e carregava dois diagnósticos — TEA nível 2 e TDAH — sem que isso diminuísse seus sonhos. Na véspera de sua morte, havia sido contratado como corretor de imóveis e esperava começar o trabalho após o feriado de Independência. Era um jovem no limiar de uma nova fase.

Na noite de 6 de setembro, saiu para participar do festival "Sou Manaus", no Centro Histórico da capital. Por volta das 22h, ainda publicava conteúdos nas redes sociais. Depois disso, o silêncio. Ninguém da família ou dos amigos conseguiu mais contato. Horas depois, gravemente ferido e inconsciente, Iago deu entrada no Serviço de Pronto Atendimento da Colônia Oliveira Machado, na Zona Sul. Testemunhas relataram que ele respirava com dificuldade e era incapaz de se identificar. Morreu por volta da 1h da manhã. Seu corpo precisou ser identificado por papiloscopia, e o sepultamento ocorreu com o caixão lacrado.

O caso foi registrado como homicídio simples e encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros. Mas a investigação tropeça em lacunas graves: as câmeras de segurança da região já haviam apagado os registros do período em questão. A mãe de Iago, Tatiana Colares, diz não saber quem agrediu o filho, onde exatamente o crime aconteceu, nem quem o socorreu primeiro.

"É uma tortura não saber o que aconteceu com meu filho", disse Tatiana. "Eu tenho direito de saber o que aconteceu, quem fez isso, e fazer justiça. Ele é um ser humano." Iago sonhava em usar sua formação em Psicologia para ajudar pessoas a lidar com preconceito e rejeição — temas que conhecia de perto. Esse sonho foi interrompido na madrugada de um dia que deveria ter sido apenas o começo.

Na madrugada de 7 de setembro, em Manaus, um jovem de 25 anos morreu após sofrer uma agressão brutal. Seu nome era Iago Victor Nascimento Colares. Ele era estudante de Psicologia, cursando o sexto período, e tinha diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 2 e TDAH. Horas antes de sua morte, ele havia celebrado uma conquista profissional: havia sido contratado como corretor de imóveis e começaria o trabalho após o feriado de Independência.

Iago saiu de casa na noite de 6 de setembro para participar das festividades do festival "Sou Manaus", que acontecia no Centro Histórico da capital. Por volta das 22h, ele publicou conteúdos em suas redes sociais. Depois disso, perdeu contato com a família e os amigos. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu nas horas seguintes.

Gravemente ferido e inconsciente, Iago foi socorrido e levado ao Serviço de Pronto Atendimento da Colônia Oliveira Machado, na Zona Sul. Segundo testemunhas que estavam na unidade de saúde, ele chegou respirando com dificuldade e incapaz de se identificar. Não resistiu aos ferimentos. Morreu por volta da 1h da manhã de 7 de setembro. Seu corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para identificação papiloscópica. A família só soube da tragédia no dia seguinte. As lesões eram tão graves que o sepultamento ocorreu com o caixão lacrado.

O caso foi registrado como homicídio simples e está sob investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros. Mas a investigação enfrenta obstáculos significativos. A mãe de Iago, Tatiana Colares, administradora de profissão, relata desconhecer quem agrediu seu filho, o local exato onde isso aconteceu, ou quem prestou o primeiro socorro. As câmeras de segurança instaladas na região onde o crime teria ocorrido já haviam apagado seus registros do período em questão.

Tatiana fala sobre a angústia de não saber. "É uma tortura não saber o que aconteceu com meu filho. Eu tenho direito de saber o que aconteceu, quem fez isso, e fazer justiça. Ele é um ser humano", disse ela. A falta de clareza sobre os fatos gera desespero nos familiares. O que se sabe é que Iago era um estudante dedicado que sonhava em usar sua formação em Psicologia para ajudar pessoas a lidar com preconceito, rejeição e gerenciamento emocional. Esse sonho foi interrompido na madrugada de um dia que deveria marcar o início de uma nova fase profissional.

É uma tortura não saber o que aconteceu com meu filho. Eu tenho direito de saber o que aconteceu, quem fez isso, e fazer justiça. Ele é um ser humano.
— Tatiana Colares, mãe de Iago
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