Em Nova Jersey, a Espanha escreveu mais um capítulo de sua história dourada ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, conquistando seu segundo título mundial. O gol de Ferran Torres coroou uma partida de domínio quase absoluto, ecoando a vitória de 2010 sobre a Holanda — também na prorrogação, também com um único gol. Para a Argentina, campeã defensora, restou o peso de uma marca inédita e melancólica: a primeira seleção a disputar uma final de Copa sem registrar sequer uma finalização no tempo normal.
Espanha é bicampeã mundial ao vencer Argentina na prorrogação
A Argentina não registrou nenhuma finalização em 90 minutos
Como a Espanha conseguiu ser tão dominante em uma final de Copa do Mundo?
Controlou a posse de bola do início ao fim e criou as principais oportunidades. A Argentina simplesmente não conseguiu sair do seu campo de forma organizada.
E a Argentina não finalizou uma única vez em 90 minutos?
Não. Nenhuma finalização no tempo normal. É a primeira vez na história que uma seleção chega a uma final de Copa do Mundo e não consegue sequer chutar ao gol.
Isso é raro demais para ser coincidência. O que a Espanha fez defensivamente?
Não foi só defesa. Foi mais sobre não deixar a Argentina respirar. Quando você controla a bola, o adversário não tem a bola. É simples, mas devastador.
A Espanha já tinha vencido uma final assim antes?
Sim, em 2010, contra a Holanda. Também na prorrogação, também por 1 a 0. Iniesta marcou naquela ocasião. Agora foi Ferran Torres.
Então a Espanha nunca perdeu uma final de Copa do Mundo?
Nunca. Duas finais disputadas, duas vitórias. É um aproveitamento perfeito que poucos países conseguem manter.
E a Argentina? Sete finais é muito.
É. Mas agora tem quatro vice-campeonatos. Ganhou em 1978, 1986 e 2022, mas perdeu em 1930, 1990, 2014 e agora em 2026.
The Pulse
- A Espanha controlou a final com tamanha autoridade que a Argentina não conseguiu sequer chutar ao gol nos 90 minutos regulamentares — um vazio histórico e constrangedor para os campeões de 2022.
- A tensão da prorrogação pesou sobre um estádio em Nova Jersey que aguardava qualquer sinal de reação argentina, mas foi Ferran Torres quem quebrou o silêncio com o gol decisivo.
- A Espanha torna-se a única seleção com 100% de aproveitamento em finais de Copa do Mundo, duas disputadas e duas conquistadas, ambas na prorrogação.
- Para a Argentina, acumula-se o fardo de quatro vice-campeonatos em sete finais, tornando 2026 mais uma ferida aberta na memória de uma nação obcecada pelo futebol.
- Em Miami, Inglaterra e França protagonizaram o jogo mais elétrico do torneio — 6 a 4 — com os ingleses alcançando sua melhor campanha desde o título de 1966.
Em Nova Jersey, a Espanha escreveu mais um capítulo de sua história dourada ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, conquistando seu segundo título mundial. O gol de Ferran Torres coroou uma partida de domínio quase absoluto, ecoando a vitória de 2010 sobre a Holanda — também na prorrogação, também com um único gol. Para a Argentina, campeã defensora, restou o peso de uma marca inédita e melancólica: a primeira seleção a disputar uma final de Copa sem registrar sequer uma finalização no tempo normal.
A Espanha é bicampeã mundial. Em Nova Jersey, neste domingo, a seleção espanhola derrotou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, com gol de Ferran Torres. A vitória replica, com precisão quase poética, o título de 2010: também na prorrogação, também por 1 a 0, também com um único gol — naquela vez, de Andrés Iniesta contra a Holanda.
Durante os 90 minutos regulamentares, a Espanha dominou com posse de bola e criatividade, enquanto a Argentina assistia sem conseguir reagir. O dado mais revelador da noite foi o mais doloroso para os sul-americanos: os campeões defensores não registraram nenhuma finalização no tempo normal, tornando-se a primeira seleção da história a disputar uma final de Copa do Mundo sem ao menos chutar ao gol. Com duas finais e dois títulos, a Espanha mantém aproveitamento perfeito nas decisões mundiais.
Para a Argentina, o resultado representa a sétima final em sua história e o quarto vice-campeonato. Os argentinos foram campeões em 1978, 1986 e 2022, mas perderam em 1930, 1990, 2014 e agora em 2026. A derrota desta vez dói com a crueldade adicional de ter sido tão unilateral.
Em Miami, a disputa pelo terceiro lugar entre Inglaterra e França ofereceu o espetáculo que a final não teve: seis gols a quatro em favor dos ingleses, no jogo mais movimentado de toda a edição. A Inglaterra alcança assim sua segunda melhor campanha histórica, atrás apenas do título de 1966. A França, bicampeã em 2018, soma agora sua segunda derrota na disputa pelo bronze.
A Espanha conquistou seu segundo título de campeã mundial neste domingo em Nova Jersey, derrotando a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. O gol decisivo saiu dos pés de Ferran Torres, selando uma final que foi, do começo ao fim, um exercício de domínio espanhol.
Durante os 90 minutos regulamentares, a seleção espanhola controlou o jogo com precisão. Manteve a posse de bola, criou as principais oportunidades e impediu que a Argentina encontrasse qualquer espaço para reagir. O que tornou a performance ainda mais impressionante foi a incapacidade completa dos argentinos em finalizar. A Argentina entrou para os registros da história da Copa do Mundo de forma negativa: foi a primeira seleção a disputar uma final sem registrar sequer uma finalização no tempo normal.
Este é o segundo título mundial da Espanha. O primeiro veio em 2010, quando também venceu na prorrogação — naquela ocasião contra a Holanda, com gol de Andrés Iniesta. Com duas conquistas em duas finais disputadas, a seleção espanhola mantém um aproveitamento perfeito em decisões de Copas do Mundo.
Para a Argentina, o resultado marca a sétima final de Copa do Mundo em sua história. O país acumula agora quatro vice-campeonatos. Os argentinos foram campeões em 1978 e 1986, e mais recentemente em 2022. Suas derrotas em finais ocorreram em 1930 contra o Uruguai, em 1990 contra a Alemanha, e em 2014 também contra a Alemanha, desta vez no Maracanã e também na prorrogação.
A disputa pelo terceiro lugar, realizada em Miami, ofereceu um contraste marcante. Inglaterra e França protagonizaram o jogo com mais gols da edição de 2026: os ingleses venceram por 6 a 4. Com esse resultado, a Inglaterra alcançou sua segunda melhor campanha em Copas do Mundo, ficando atrás apenas do título conquistado em 1966. Para a França, bicampeã em 2018 e vice em 2022, foi a quarta vez que disputou o jogo pelo terceiro lugar. Os franceses têm duas vitórias nessa disputa, em 1958 e 1986, e agora duas derrotas, em 1982 e 2026.
A classificação final da Copa do Mundo 2026 foi definida pela sequência de eliminações. Os quatro primeiros colocados saíram das partidas da final e do terceiro lugar. As seleções eliminadas nas quartas de final ocuparam da quinta à oitava posição; as que caíram nas oitavas ficaram entre a nona e a 16ª colocação; as eliminadas na segunda fase, entre a 17ª e a 32ª; e as que não avançaram da fase de grupos terminaram entre a 33ª e a 48ª posição.
Notable Quotes
A Espanha dominou o confronto do início ao fim, controlando a posse de bola e criando as principais oportunidades durante os 90 minutos regulamentares— Descrição da partida