Espanha é bicampeã mundial ao vencer Argentina na prorrogação

A Argentina não registrou nenhuma finalização em 90 minutos
Pela primeira vez na história, uma seleção disputou uma final de Copa do Mundo sem chutar ao gol no tempo normal.
Mark

Como a Espanha conseguiu ser tão dominante em uma final de Copa do Mundo?

Mimi

Controlou a posse de bola do início ao fim e criou as principais oportunidades. A Argentina simplesmente não conseguiu sair do seu campo de forma organizada.

Mark

E a Argentina não finalizou uma única vez em 90 minutos?

Mimi

Não. Nenhuma finalização no tempo normal. É a primeira vez na história que uma seleção chega a uma final de Copa do Mundo e não consegue sequer chutar ao gol.

Mark

Isso é raro demais para ser coincidência. O que a Espanha fez defensivamente?

Mimi

Não foi só defesa. Foi mais sobre não deixar a Argentina respirar. Quando você controla a bola, o adversário não tem a bola. É simples, mas devastador.

Mark

A Espanha já tinha vencido uma final assim antes?

Mimi

Sim, em 2010, contra a Holanda. Também na prorrogação, também por 1 a 0. Iniesta marcou naquela ocasião. Agora foi Ferran Torres.

Mark

Então a Espanha nunca perdeu uma final de Copa do Mundo?

Mimi

Nunca. Duas finais disputadas, duas vitórias. É um aproveitamento perfeito que poucos países conseguem manter.

Mark

E a Argentina? Sete finais é muito.

Mimi

É. Mas agora tem quatro vice-campeonatos. Ganhou em 1978, 1986 e 2022, mas perdeu em 1930, 1990, 2014 e agora em 2026.

  • A Espanha controlou a final com tamanha autoridade que a Argentina não conseguiu sequer chutar ao gol nos 90 minutos regulamentares — um vazio histórico e constrangedor para os campeões de 2022.
  • A tensão da prorrogação pesou sobre um estádio em Nova Jersey que aguardava qualquer sinal de reação argentina, mas foi Ferran Torres quem quebrou o silêncio com o gol decisivo.
  • A Espanha torna-se a única seleção com 100% de aproveitamento em finais de Copa do Mundo, duas disputadas e duas conquistadas, ambas na prorrogação.
  • Para a Argentina, acumula-se o fardo de quatro vice-campeonatos em sete finais, tornando 2026 mais uma ferida aberta na memória de uma nação obcecada pelo futebol.
  • Em Miami, Inglaterra e França protagonizaram o jogo mais elétrico do torneio — 6 a 4 — com os ingleses alcançando sua melhor campanha desde o título de 1966.

Em Nova Jersey, a Espanha escreveu mais um capítulo de sua história dourada ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, conquistando seu segundo título mundial. O gol de Ferran Torres coroou uma partida de domínio quase absoluto, ecoando a vitória de 2010 sobre a Holanda — também na prorrogação, também com um único gol. Para a Argentina, campeã defensora, restou o peso de uma marca inédita e melancólica: a primeira seleção a disputar uma final de Copa sem registrar sequer uma finalização no tempo normal.

A Espanha é bicampeã mundial. Em Nova Jersey, neste domingo, a seleção espanhola derrotou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, com gol de Ferran Torres. A vitória replica, com precisão quase poética, o título de 2010: também na prorrogação, também por 1 a 0, também com um único gol — naquela vez, de Andrés Iniesta contra a Holanda.

Durante os 90 minutos regulamentares, a Espanha dominou com posse de bola e criatividade, enquanto a Argentina assistia sem conseguir reagir. O dado mais revelador da noite foi o mais doloroso para os sul-americanos: os campeões defensores não registraram nenhuma finalização no tempo normal, tornando-se a primeira seleção da história a disputar uma final de Copa do Mundo sem ao menos chutar ao gol. Com duas finais e dois títulos, a Espanha mantém aproveitamento perfeito nas decisões mundiais.

Para a Argentina, o resultado representa a sétima final em sua história e o quarto vice-campeonato. Os argentinos foram campeões em 1978, 1986 e 2022, mas perderam em 1930, 1990, 2014 e agora em 2026. A derrota desta vez dói com a crueldade adicional de ter sido tão unilateral.

Em Miami, a disputa pelo terceiro lugar entre Inglaterra e França ofereceu o espetáculo que a final não teve: seis gols a quatro em favor dos ingleses, no jogo mais movimentado de toda a edição. A Inglaterra alcança assim sua segunda melhor campanha histórica, atrás apenas do título de 1966. A França, bicampeã em 2018, soma agora sua segunda derrota na disputa pelo bronze.

A Espanha conquistou seu segundo título de campeã mundial neste domingo em Nova Jersey, derrotando a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. O gol decisivo saiu dos pés de Ferran Torres, selando uma final que foi, do começo ao fim, um exercício de domínio espanhol.

Durante os 90 minutos regulamentares, a seleção espanhola controlou o jogo com precisão. Manteve a posse de bola, criou as principais oportunidades e impediu que a Argentina encontrasse qualquer espaço para reagir. O que tornou a performance ainda mais impressionante foi a incapacidade completa dos argentinos em finalizar. A Argentina entrou para os registros da história da Copa do Mundo de forma negativa: foi a primeira seleção a disputar uma final sem registrar sequer uma finalização no tempo normal.

Este é o segundo título mundial da Espanha. O primeiro veio em 2010, quando também venceu na prorrogação — naquela ocasião contra a Holanda, com gol de Andrés Iniesta. Com duas conquistas em duas finais disputadas, a seleção espanhola mantém um aproveitamento perfeito em decisões de Copas do Mundo.

Para a Argentina, o resultado marca a sétima final de Copa do Mundo em sua história. O país acumula agora quatro vice-campeonatos. Os argentinos foram campeões em 1978 e 1986, e mais recentemente em 2022. Suas derrotas em finais ocorreram em 1930 contra o Uruguai, em 1990 contra a Alemanha, e em 2014 também contra a Alemanha, desta vez no Maracanã e também na prorrogação.

A disputa pelo terceiro lugar, realizada em Miami, ofereceu um contraste marcante. Inglaterra e França protagonizaram o jogo com mais gols da edição de 2026: os ingleses venceram por 6 a 4. Com esse resultado, a Inglaterra alcançou sua segunda melhor campanha em Copas do Mundo, ficando atrás apenas do título conquistado em 1966. Para a França, bicampeã em 2018 e vice em 2022, foi a quarta vez que disputou o jogo pelo terceiro lugar. Os franceses têm duas vitórias nessa disputa, em 1958 e 1986, e agora duas derrotas, em 1982 e 2026.

A classificação final da Copa do Mundo 2026 foi definida pela sequência de eliminações. Os quatro primeiros colocados saíram das partidas da final e do terceiro lugar. As seleções eliminadas nas quartas de final ocuparam da quinta à oitava posição; as que caíram nas oitavas ficaram entre a nona e a 16ª colocação; as eliminadas na segunda fase, entre a 17ª e a 32ª; e as que não avançaram da fase de grupos terminaram entre a 33ª e a 48ª posição.

A Espanha dominou o confronto do início ao fim, controlando a posse de bola e criando as principais oportunidades durante os 90 minutos regulamentares
— Descrição da partida
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