No MetLife Stadium, em Nova Jersey, a Espanha encerrou 16 anos de espera ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, com gol de Ferran Torres. O desfecho repetiu o roteiro de 2010, quando a mesma seleção também precisou dos minutos extras para consagrar-se campeã. A vitória marcou não apenas um bicampeonato, mas o possível fim de uma era: a despedida de Lionel Messi da seleção argentina, superado pela juventude e organização de uma Espanha que reafirma seu lugar na história do futebol.
Espanha conquista bicampeonato mundial ao vencer Argentina na prorrogação
A juventude espanhola prevaleceu onde a experiência argentina não encontrou caminho
Por que a Espanha conseguiu controlar tanto a partida? A Argentina não tinha um plano para neutralizar esse domínio?
A Argentina jogou defensivamente desde o início. Scaloni optou por ceder a posse e tentar explorar contra-ataques, mas a Espanha foi tão eficiente na construção que raramente deixou espaços perigosos. A Argentina nem finalizou uma vez nos 90 minutos.
Ferran Torres marcou na prorrogação. Ele foi o nome mais importante do jogo?
Ele foi decisivo no momento que importa, mas Nico Williams foi quem criou o gol. Williams caiu, desviou de cabeça, e Torres apareceu livre. Foi um lance de oportunismo bem executado.
E aquele gol anulado de Torres? Pareceu justo?
Tecnicamente foi correto. O sistema de impedimento semiautomático detectou um impedimento milimétrico. Mas ilustra como a Espanha estava criando chances constantemente.
Lamine Yamal é muito jovem. Ele representou bem essa transição geracional que mencionam?
Yamal cobrou uma falta nos últimos minutos do tempo normal que quase foi um golaço. Ele teve presença durante toda a partida. A juventude espanhola foi consistente.
A expulsão de Enzo Fernández mudou algo?
Chegou tarde demais para mudar o resultado, mas deixou a Argentina ainda mais vulnerável nos acréscimos. Foi um reflexo da frustração argentina.
Messi jogou bem?
Ele estava lá, mas a Argentina não conseguiu criar o jogo que precisava para aproveitá-lo. Quando você não tem posse e não finaliza, nem o melhor jogador consegue fazer diferença.
El Pulso
- A Espanha dominou os 90 minutos regulamentares com posse e criatividade, mas esbarrou repetidamente na solidez defensiva argentina e nas defesas extraordinárias de Emiliano Martínez.
- A prorrogação começou com polêmica: um gol de Nico Williams foi anulado por falta na origem, elevando a tensão no MetLife Stadium.
- Ferran Torres resolveu o impasse com um chute preciso de perna esquerda após desvio de cabeça de Williams, entregando à Espanha o gol que valia o mundo.
- Nos acréscimos, Enzo Fernández foi expulso com segundo cartão amarelo, deixando a Argentina com dez homens e sepultando qualquer esperança de reação.
- O apito final pode ter soado também como o encerramento da era Messi na seleção, um capítulo histórico que a juventude espanhola de Lamine Yamal ajudou a virar.
No MetLife Stadium, em Nova Jersey, a Espanha encerrou 16 anos de espera ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026, com gol de Ferran Torres. O desfecho repetiu o roteiro de 2010, quando a mesma seleção também precisou dos minutos extras para consagrar-se campeã. A vitória marcou não apenas um bicampeonato, mas o possível fim de uma era: a despedida de Lionel Messi da seleção argentina, superado pela juventude e organização de uma Espanha que reafirma seu lugar na história do futebol.
No MetLife Stadium, em Nova Jersey, a Espanha conquistou seu segundo título mundial ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo 2026. Ferran Torres marcou o gol decisivo, repetindo o roteiro de 2010, quando a seleção espanhola também precisou dos minutos extras para ser campeã.
Durante os 90 minutos regulamentares, a Espanha de Luis de la Fuente controlou a posse e o ritmo, mas encontrou pela frente uma Argentina organizada e um Emiliano Martínez inspirado. A chance mais clara veio nos instantes finais, numa falta cobrada por Lamine Yamal que o goleiro argentino defendeu de forma espetacular.
A prorrogação trouxe drama imediato: um gol de Nico Williams foi anulado por falta de Mikel Merino na origem da jogada. Pouco depois, o mesmo Williams desviou de cabeça enquanto caía, e Torres apareceu livre para finalizar com força e precisão. Um segundo gol seu foi anulado por impedimento milimétrico, mas o placar já estava definido.
Nos acréscimos, Enzo Fernández foi expulso após segundo cartão amarelo, deixando a Argentina com dez jogadores. O resultado consolidou o bicampeonato espanhol e encerrou o que pode ter sido a última partida de Lionel Messi pela seleção, símbolo de uma transição geracional em que a juventude de Yamal prevaleceu sobre a experiência do maior jogador de sua geração.
No MetLife Stadium, em Nova Jersey, a Espanha conquistou seu segundo título mundial neste domingo, 19 de julho, derrotando a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. Ferran Torres marcou o gol decisivo, levando a seleção espanhola de volta ao topo do mundo após 16 anos de espera. Foi um desfecho que ecoou a campanha de 2010, quando a Espanha também selou sua vitória nos minutos extras.
A partida foi um exercício de controle espanhol. Desde o apito inicial, a seleção de Luis de la Fuente dominou a posse, ditou o ritmo e criou as melhores oportunidades. A Argentina, sob o comando de Lionel Scaloni, adotou uma postura defensiva e reativa, raramente ameaçando o gol de Unai Simón nos 90 minutos regulamentares. Mesmo com a superioridade clara, a Espanha não conseguiu furar a defesa argentina e a segurança do goleiro Emiliano Martínez. A chance mais perigosa veio nos instantes finais do tempo normal, quando Lamine Yamal cobrou uma falta com precisão, mas Martínez fez uma defesa espetacular para manter o empate sem gols.
A prorrogação começou com drama. Nico Williams balançou a rede para a Espanha logo nos primeiros 15 minutos, mas o árbitro esloveno Slavko Vinčić anulou o lance ao identificar uma falta de Mikel Merino sobre Otamendi na origem da jogada. O gol legítimo veio pouco depois. Após um cruzamento pela direita, Williams desviou de cabeça mesmo enquanto caía. Ferran Torres apareceu livre na área e finalizou com um chute potente de perna esquerda, selando o título para a Espanha. Torres ainda marcaria novamente minutos depois, mas o gol foi anulado por um impedimento milimétrico detectado pelo sistema semiautomático.
Nos acréscimos, a Argentina sofreu um golpe adicional. Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo após uma falta dura em Cubarsí e foi expulso, deixando a seleção argentina com um jogador a menos nos momentos finais da decisão. O resultado consolidou a vitória espanhola e encerrou o que pode ter sido o último jogo de Lionel Messi pela seleção argentina. Após uma carreira histórica, a experiência de Messi não foi suficiente para frear a juventude e a organização de uma Espanha que, mais uma vez, provou ser a força dominante do futebol mundial.
Citas Notables
No aguardado duelo de gerações, prevaleceu a juventude de Lamine Yamal sobre a experiência de Lionel Messi— Análise da partida