Eduardo Baptista comanda primeiro treino como técnico do Inter

Impedir que o clube caia para a segunda divisão
A missão clara que Eduardo Baptista recebeu ao chegar ao Inter na quarta-feira.
Mark

Por que exatamente o Inter estava em risco de rebaixamento quando Baptista chegou?

Mimi

O clube estava em uma situação crítica na tabela do Brasileirão. A contratação de Baptista foi uma tentativa de reverter um cenário muito ruim.

Luke

A reportagem não detalha a posição exata do Inter na tabela ou quantos pontos faltavam para a zona de rebaixamento. Sabemos que havia risco, mas não temos os números.

Mark

Baptista saiu do Criciúma para vir para o Inter. Como foi essa transição?

Mimi

Ele estava no Criciúma na noite anterior, comandou uma derrota de 2 a 0 para o Operário, e foi anunciado no Inter na manhã seguinte. Depois foi direto para o primeiro treino à tarde.

Luke

Não sabemos os detalhes de como essa saída aconteceu ou se havia negociações em andamento. Apenas que ele estava lá e depois estava aqui.

Mark

Quem mais chegou com Baptista?

Mimi

Vieram o auxiliar Julio Cesar Schiavon, o analista Lucas Brito Sousa, e Guilherme da Costa foi efetivado como preparador físico após trabalhar como coordenador de performance.

Luke

Isso é claro. O que não sabemos é se essa comissão toda foi escolhida por Baptista ou se já estava em negociação.

Mark

E o primeiro jogo? Quando seria?

Mimi

Sete de outubro contra o Corinthians no Beira-Rio, pela 29ª rodada do Brasileirão.

Luke

Isso dá pouco mais de duas semanas para Baptista trabalhar. A reportagem não menciona se havia jogos antes disso ou qual era o estado físico e mental do elenco naquele momento.

  • O Inter ocupa posição perigosa na tabela do Brasileirão, e a contratação de Baptista é um sinal claro de que o clube reconhece a gravidade da situação.
  • Baptista chegou a Porto Alegre horas depois de ver o Criciúma ser derrotado por 2 a 0, sem tempo sequer para respirar entre um projeto e outro.
  • A nova comissão técnica se instalou rapidamente, com auxiliar e analista de desempenho já integrados ao CT Parque Gigante no primeiro dia.
  • Dois titulares importantes, Félix Torres e Sanabria, estavam ausentes por convocações internacionais, limitando o primeiro contato do treinador com o elenco completo.
  • O prazo é curto e o adversário é pesado: menos de duas semanas para preparar o time para enfrentar o Corinthians no Beira-Rio pela 29ª rodada.

Em um momento de urgência esportiva, Eduardo Baptista assumiu o comando técnico do Internacional na quarta-feira, deixando para trás o Criciúma com a missão de afastar o clube gaúcho do espectro do rebaixamento. Sua chegada ao CT Parque Gigante não foi apenas uma troca de treinador — foi o início de uma corrida contra o tempo, com a primeira prova marcada para 7 de outubro diante do Corinthians. A história do futebol brasileiro conhece bem esse tipo de chamado: o técnico que chega quando a crise já bateu à porta.

Eduardo Baptista desembarcou no CT Parque Gigante na tarde de quarta-feira carregando uma missão bem definida: salvar o Internacional do rebaixamento para a segunda divisão. Anunciado pela manhã, o treinador veio diretamente do Criciúma, onde havia dirigido a equipe na noite anterior em uma derrota por 2 a 0 para o Operário — sem intervalo entre despedida e recomeço.

Sua estreia no comando do Colorado começou com uma conversa franca com os jogadores, seguida de trabalho físico na academia e o primeiro treino com bola sob orientação da nova comissão. Ao lado de Baptista chegaram o auxiliar Julio Cesar Schiavon e o analista Lucas Brito Sousa. Guilherme da Costa, já presente no clube desde junho como coordenador de performance, foi promovido a preparador físico.

O treino aconteceu sem Félix Torres e Sanabria, convocados naquele mesmo dia para defender Equador e Paraguai, respectivamente — uma lacuna sentida em um momento em que o novo técnico precisava conhecer cada peça do elenco.

O calendário não perdoa: a estreia de Baptista está marcada para 7 de outubro, contra o Corinthians, no Beira-Rio, pela 29ª rodada do Brasileirão. Pouco mais de duas semanas para reorganizar um time à beira do abismo — e transformar urgência em resultado.

Eduardo Baptista chegou ao Inter na quarta-feira à tarde com uma tarefa clara: impedir que o clube caia para a segunda divisão. Anunciado pela manhã, o treinador saiu direto do Criciúma, onde havia comandado a equipe na noite anterior em uma derrota de 2 a 0 para o Operário, e se apresentou no CT Parque Gigante para sua primeira atividade à frente do Colorado.

Antes de qualquer coisa, Baptista reuniu os jogadores para uma conversa inicial. O tom estava dado. Depois, o elenco passou pela academia e realizou trabalho físico no campo, seguindo com o primeiro treino com bola sob orientação da nova comissão técnica. Não era apenas um novo rosto na beira do campo — era uma mudança de estrutura. Junto com Baptista chegaram o auxiliar Julio Cesar Schiavon e o analista de desempenho Lucas Brito Sousa. Guilherme da Costa, que atuava como coordenador de performance desde junho, foi efetivado na função de preparador físico.

O treino aconteceu sem dois nomes importantes. O zagueiro Félix Torres e o atacante Sanabria não compareceram, ambos convocados naquele mesmo dia para as seleções de Equador e Paraguai, respectivamente. Era uma ausência esperada, mas ainda assim uma ausência em um momento em que o técnico precisava conhecer todo seu elenco.

O calendário não oferecia margem para adaptação lenta. A primeira partida de Baptista no comando do Inter estava marcada para 7 de outubro, contra o Corinthians, no Beira-Rio, pela 29ª rodada do Brasileirão. Pouco mais de duas semanas para transformar o desempenho de um time que estava à beira do abismo na tabela. Não era um jogo qualquer — era o começo de uma luta pela permanência.

Baptista reuniu os jogadores antes da primeira atividade para uma conversa inicial
— Relato da atividade no CT Parque Gigante
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