Dongfeng Mage: primeiro híbrido plug-in da marca chega a Portugal por 28.490€

Pode escolher o caminho mais eficiente em cada momento
O Mage usa uma transmissão híbrida que permite alternar entre propulsão elétrica, modo série e motor direto conforme as condições.
Mark

Porque é que a Dongfeng escolheu o segmento C-SUV para apresentar o seu primeiro híbrido plug-in?

Mimi

É o segmento mais concorrido do mercado europeu. Vender aqui significa estar onde os clientes realmente estão. A marca já tinha provado que conseguia fazer elétricos puros — agora mostra que também consegue fazer híbridos sofisticados.

Mark

O que torna este sistema híbrido diferente dos outros que já existem no mercado?

Mimi

A transmissão DHT com quatro relações. Muitos híbridos plug-in funcionam como extensores de autonomia puros — o motor a gasolina só produz eletricidade. O Mage pode fazer isso, mas também pode ligar o motor diretamente às rodas quando é mais eficiente. É como ter três carros em um.

Mark

86 quilómetros de autonomia elétrica — é suficiente para o uso diário?

Mimi

Para muita gente, sim. A maioria dos portugueses faz menos de 80 quilómetros por dia. Mas o ponto é que se precisar de mais, tem 1200 quilómetros totais. Não fica preso à rede elétrica como um carro 100% elétrico.

Mark

E o consumo de 2,2 litros por 100 quilómetros — como é que isso se compara?

Mimi

É bom para um carro com 279 cavalos e um motor a gasolina. Mas é importante lembrar que esse número assume que está a carregar a bateria regularmente. Se não carregar, o consumo sobe para 4,8 litros.

Mark

Qual é o público-alvo para este carro?

Mimi

Pessoas que querem reduzir emissões mas não confiam totalmente em carros elétricos puros. Quem faz viagens longas regularmente. Quem não tem garagem para carregar à noite. É um carro de transição, para quem ainda não está pronto para o salto total.

  • A Dongfeng enfrenta um mercado de C-SUV ferozmente competitivo, onde marcas estabelecidas dominam há anos e cada décima de litro de consumo pode ser decisiva.
  • O Mage rompe com a estratégia puramente eléctrica da marca em Portugal, sinalizando que a transição energética exige mais do que uma única aposta.
  • A transmissão DHT de quatro relações permite ao carro escolher em tempo real o modo mais eficiente — eléctrico puro, série ou térmico directo —, reduzindo as perdas que afectam muitos concorrentes.
  • Com 279 cv, consumo homologado de 2,2 l/100 km e preço a partir de 28.490 euros sem IVA, o Mage tenta posicionar-se como uma alternativa acessível e tecnicamente sofisticada.
  • O modelo já está disponível para encomenda, consolidando uma viragem estratégica: a Dongfeng deixa de ser apenas uma marca eléctrica e passa a cobrir diferentes perfis de condução.

Num mercado onde a mobilidade eléctrica avança a passos largos mas a ansiedade de autonomia ainda pesa nas decisões dos condutores, a Dongfeng apresenta em Portugal o Mage — um SUV híbrido plug-in que recusa escolher entre o futuro e o presente. Com 86 quilómetros de autonomia eléctrica e a possibilidade de percorrer 1200 quilómetros sem parar para carregar, o modelo chega ao segmento mais disputado da Europa como uma proposta de compromisso consciente. É o terceiro capítulo da marca chinesa em Portugal, e o primeiro escrito numa linguagem que fala directamente às hesitações do condutor comum.

A Dongfeng chegou a Portugal há pouco mais de um ano com o Box, um utilitário 100% eléctrico, seguido pelo Vigo, um B-SUV igualmente eléctrico. Agora a marca dá um passo diferente: o Mage é o seu primeiro híbrido plug-in no mercado português, e escolheu para estreia o segmento dos C-SUV — o mais disputado e volumoso da Europa.

O Mage combina um motor 1.5 turbo com um motor eléctrico e uma bateria de 17 kWh carregável na tomada. Em modo puramente eléctrico, percorre até 86 quilómetros no ciclo WLTP, ou até 136 em ambiente urbano. Quando a bateria se esgota, o motor a gasolina assume e a autonomia total estende-se até 1200 quilómetros. O preço de entrada é 28.490 euros sem IVA.

O que distingue o Mage de muitos concorrentes é o sistema Mach PHREV 3 Power, com transmissão híbrida DHT de quatro relações. Em vez de forçar sempre a conversão da energia térmica em eléctrica, o sistema escolhe o caminho mais eficiente: propulsão eléctrica pura em cidade, modo série em certas condições, e ligação directa do motor térmico às rodas a velocidades mais elevadas. O resultado são 279 cv de potência combinada, 580 Nm de binário máximo e um consumo homologado de 2,2 l/100 km.

O modelo já está disponível para encomenda. A sua chegada assinala uma mudança de rumo na estratégia da Dongfeng em Portugal: a marca passa a oferecer uma alternativa para quem quer reduzir emissões sem abdicar da flexibilidade do combustível tradicional — uma proposta pensada para os que ainda hesitam entre o eléctrico puro e o convencional.

A Dongfeng chegou a Portugal há pouco mais de um ano com um utilitário elétrico chamado Box. Depois veio o Vigo, um B-SUV também totalmente elétrico. Agora a marca chinesa dá um passo diferente: apresenta o Mage, o seu primeiro híbrido plug-in no mercado português, e escolheu um segmento particularmente disputado para o fazer — o dos C-SUV, aqueles carros de tamanho médio que vendem aos milhares em toda a Europa.

O Mage não é 100% elétrico como os seus antecessores. É um híbrido plug-in, o que significa que combina um motor a gasolina com um motor elétrico e uma bateria que pode ser carregada na tomada. A bateria tem 17 kWh de capacidade. Em modo puramente elétrico, o carro consegue percorrer até 86 quilómetros no ciclo combinado WLTP — o padrão europeu de medição — ou até 136 quilómetros em condições urbanas. Quando a bateria se esgota, o motor a gasolina entra em ação, e a autonomia total sobe para 1200 quilómetros. O preço de entrada é 28.490 euros sem IVA, o que corresponde a aproximadamente 35 mil euros com imposto incluído.

O que torna este carro interessante é a forma como os dois motores trabalham em conjunto. A Dongfeng equipou o Mage com um sistema híbrido chamado Mach PHREV 3 Power, que usa uma transmissão híbrida DHT com quatro relações. Isto não é apenas um detalhe técnico — é a razão pela qual o carro consegue ser mais eficiente do que muitos dos seus concorrentes. Ao contrário de alguns híbridos plug-in que obrigam o motor a gasolina a converter sempre a sua energia em eletricidade, o Mage pode escolher o caminho mais eficiente em cada momento. Em cidade, privilegia a propulsão elétrica pura. Em determinadas condições, funciona como um extensor de autonomia, com o motor a gasolina apenas a produzir eletricidade. A velocidades mais elevadas, pode ligar o motor térmico diretamente às rodas, evitando as perdas de energia que resultariam de uma dupla conversão.

Os números refletem esta flexibilidade. O sistema combina um motor 1.5 turbo com um motor elétrico para produzir 205 quilowatts de potência combinada — o equivalente a 279 cavalos-vapor — e um binário máximo de 580 newton-metros. O consumo combinado anunciado é de 2,2 litros por 100 quilómetros no ciclo WLTP. Quando a bateria está descarregada e o carro funciona apenas com o motor a gasolina, esse consumo sobe para 4,8 litros por 100 quilómetros. O carregamento da bateria leva cerca de 31 minutos para passar dos 30% aos 80% da sua capacidade.

O Mage já está disponível para encomenda em Portugal. A sua chegada marca um ponto de viragem na estratégia da Dongfeng no mercado português: a marca não está apenas a apostar em carros 100% elétricos, mas também a oferecer uma alternativa para quem quer reduzir as emissões sem abdicar completamente da flexibilidade de um motor a gasolina. Num segmento onde a concorrência é feroz e os consumidores têm cada vez mais opções, o Mage chega com uma proposta que tenta equilibrar a eficiência elétrica com a praticidade do combustível tradicional.

O sistema híbrido Mach PHREV 3 Power combina um motor 1.5 turbo, um motor elétrico e uma bateria de 17 kWh, funcionando como elétrico, como híbrido em série ou ligando o motor térmico às rodas conforme a eficiência
— Especificações técnicas do Dongfeng Mage
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