Na noite de 6 de setembro, Gabriela Evaldt Cardoso, jovem de 23 anos, ligou para a mãe para dizer que estava bem e a caminho de casa — e desde então o silêncio tomou o lugar dela. Em Tramandaí, litoral gaúcho, seu desaparecimento revela a fragilidade com que a vida pode se interromper entre uma promessa e o amanhecer. Doze dias depois, com o carro encontrado sem placas em um imóvel abandonado e a hipótese de homicídio sobre a mesa, a investigação avança em silêncio enquanto uma família aguarda respostas.
Desaparecimento de Babi Cardoso completa 12 dias; carro encontrado em imóvel abandonado
Nenhuma hipótese foi descartada até o presente momento
Por que o carro foi encontrado em um imóvel abandonado? Isso sugere que alguém o escondeu deliberadamente?
O carro estava em uma propriedade vazia há dois anos no bairro Portelinha. Quando foi encontrado, as placas e figuras haviam sido removidas — isso claramente indica que alguém tentou dificultar a identificação do veículo.
Mas não sabemos quem o colocou lá ou quando exatamente. O celular dela foi ligado brevemente no dia 8, ainda em Tramandaí. Entre esse sinal e o carro ser encontrado no dia 16, há uma semana inteira sem informações.
O delegado mencionou que nenhuma hipótese foi descartada, incluindo homicídio. Isso significa que suspeitam de algo específico?
Ele está sendo cuidadoso. Disse que as investigações evoluíram significativamente, mas não vai divulgar detalhes para não comprometer o caso. O Instituto-Geral de Perícias coletou vestígios e fez análise de impressões digitais.
Verdade, mas "nenhuma hipótese descartada" é uma frase que cobre tudo — desde um acidente até um crime. Não sabemos o que os vestígios revelaram ou se há suspeitos identificados.
A família dela — a mãe especialmente — deve estar desesperada.
Gabriela ligou para a mãe naquela noite dizendo que estava bem e voltando para casa. Depois disso, silêncio total por 12 dias. A mãe só soube do desaparecimento quando a filha não chegou.
O que é perturbador é que o carro desapareceu junto com ela. Não é como se ela tivesse saído a pé ou pegado carona com alguém. O veículo dela também foi ocultado.
The Pulse
- Gabriela avisou a mãe que voltaria para casa, mas nunca chegou — e nenhuma palavra sua foi ouvida desde aquela noite de domingo.
- Dois dias após o desaparecimento, o celular da jovem foi ligado brevemente, revelando que ela ainda estava em Tramandaí, mas o sinal logo se apagou.
- O carro branco da mãe foi encontrado dez dias depois em um imóvel abandonado, com placas e adesivos removidos — sinais de que alguém tentou apagar rastros.
- Peritos do Instituto-Geral de Perícias vasculharam o veículo em busca de impressões digitais, enquanto o delegado responsável confirma que o homicídio está entre as hipóteses investigadas.
- A polícia mantém sigilo estratégico sobre suspeitos e evidências, prometendo divulgar informações apenas quando não houver risco de comprometer o caso.
Na noite de 6 de setembro, Gabriela Evaldt Cardoso, jovem de 23 anos, ligou para a mãe para dizer que estava bem e a caminho de casa — e desde então o silêncio tomou o lugar dela. Em Tramandaí, litoral gaúcho, seu desaparecimento revela a fragilidade com que a vida pode se interromper entre uma promessa e o amanhecer. Doze dias depois, com o carro encontrado sem placas em um imóvel abandonado e a hipótese de homicídio sobre a mesa, a investigação avança em silêncio enquanto uma família aguarda respostas.
Gabriela Evaldt Cardoso tinha 23 anos quando desapareceu na noite de 6 de setembro, em Tramandaí. Por volta das 22 horas, ela ligou para a mãe, Rosane, para dizer que estava bem e que voltaria para Torres. Foi a última vez que alguém ouviu sua voz.
A família só acionou as autoridades no dia seguinte, ao perceber que Gabriela não havia chegado. O carro branco da mãe, com o vidro traseiro adesivado, também havia sumido. No dia 8, o celular da jovem foi ligado por alguns instantes — tempo suficiente para que familiares rastreassem o sinal, que ainda apontava para Tramandaí.
Dez dias após o desaparecimento, o veículo foi encontrado em um imóvel abandonado no bairro Portelinha. As placas e os adesivos haviam sido retirados. O Instituto-Geral de Perícias coletou vestígios no local, com foco em impressões digitais de dedos, palmas e pés.
O delegado Alexandre Souza declarou que as investigações avançaram desde o início do caso e que nenhuma hipótese foi descartada — incluindo a de homicídio. Por cautela, a polícia não revela detalhes sobre suspeitos ou evidências. Aos 12 dias de silêncio, Gabriela permanecia desaparecida, e sua família seguia esperando.
Gabriela Evaldt Cardoso tinha 23 anos e 36,7 mil seguidores no Instagram quando desapareceu em Tramandaí na noite de 6 de setembro. Ela havia ligado para a mãe, Rosane Maria Matos Evaldt, por volta das 22 horas para avisar que estava bem e estava voltando para casa em Torres. Desde aquele domingo, ninguém mais ouviu falar dela.
O desaparecimento só foi comunicado às autoridades no dia seguinte, quando Rosane percebeu que a filha não havia retornado. O carro que Gabriela dirigia naquela noite — um veículo branco da mãe com o vidro traseiro totalmente adesivado — também havia desaparecido. No dia 8, o celular da jovem foi ligado brevemente, o suficiente para que familiares e amigos rastreassem sua localização. O sinal apontava ainda para Tramandaí.
Na terça-feira, 16 de setembro, dez dias após o desaparecimento, o carro foi localizado em um imóvel abandonado há dois anos no bairro Portelinha. Quando foi encontrado, as figuras e a placa haviam sido removidas do veículo. O Instituto-Geral de Perícias foi ao local e coletou vestígios, incluindo procedimentos papiloscópicos para buscar impressões digitais dos dedos, palmas das mãos e pés.
O delegado Alexandre Souza, responsável pelo caso na Delegacia de Polícia Civil de Tramandaí, afirmou em nota oficial que as investigações evoluíram significativamente desde o registro inicial. Ele destacou que nenhuma hipótese foi descartada até o presente momento — entre elas, a de homicídio. Souza ressaltou que novas informações serão divulgadas oportunamente, mas a polícia não fornecerá detalhes específicos sobre elementos, hipóteses ou eventuais suspeitos para não comprometer o andamento das investigações.
No momento do desaparecimento, Gabriela usava um moletom marrom e calça preta. Aos 12 dias sem notícias, ela permanecia desaparecida, e a polícia continuava seu trabalho em silêncio, aguardando os resultados das análises e qualquer informação que pudesse levar a seu paradeiro.
Notable Quotes
As investigações evoluíram significativamente desde o registro do desaparecimento— Delegado Alexandre Souza, Delegacia de Polícia Civil de Tramandaí
Nenhuma linha de investigação foi descartada até o presente momento— Delegado Alexandre Souza