Na tarde de 4 de novembro, Belo Horizonte despediu-se de Déa Januzzi, jornalista que por mais de trinta anos ajudou a contar a história de Minas Gerais pelos Diários Associados. Formada pela UFMG nos anos 1970 e participante ativa da contracultura mineira, ela soube transformar a vida cotidiana — inclusive a maternidade — em literatura e reflexão. Filha do craque Guaracy Januzzi, cujo nome batiza um troféu do futebol mineiro desde 1963, Déa deixa um filho, Gabriel, e um legado que atravessa gerações e linguagens.
Déa Januzzi, ícone da imprensa mineira, morre aos 68 anos
Três décadas na imprensa, uma vida transformada em crônicas
Quem era Déa Januzzi para a imprensa mineira?
Uma jornalista que trabalhou mais de 30 anos nos Diários Associados e que também publicou livros sobre maternidade. Ela fazia parte da contracultura mineira dos anos 1970.
Mas o que exatamente a tornava um ícone? O texto diz que era ícone, mas não explica o impacto específico do seu trabalho ou qual era sua reputação.
Ela tinha conexões familiares importantes?
Sim. Era filha de Guaracy Januzzi, um craque de futebol mineiro tão importante que em 1963 criaram o Troféu Guará em sua homenagem.
Isso é interessante, mas também mostra como a história dela está sendo contada através da família. Sabemos pouco sobre o que ela própria conquistou além dessa herança.
Seu trabalho como escritora era conhecido?
Ela publicou livros sobre as aventuras da maternidade, e seu filho Gabriel era personagem recorrente em suas crônicas.
Quantos livros? Quais eram os títulos? Qual era o alcance desses livros? Essas informações não estão disponíveis na reportagem.
Como ela morreu?
Faleceu aos 68 anos após 12 dias internada no Hospital Metropolitano Célio de Castro.
A causa do óbito não foi divulgada, então temos apenas os fatos da internação e da morte, mas não o contexto médico.
O Pulso
- Déa Januzzi faleceu aos 68 anos após doze dias internada no Hospital Metropolitano Célio de Castro, sem que a causa do óbito fosse divulgada.
- Sua morte abre um vazio na imprensa regional: por três décadas, sua voz foi presença constante nos Diários Associados, um dos principais veículos de comunicação de Minas Gerais.
- Jornalista formada pela UFMG no final dos anos 1970, ela viveu e registrou a efervescência da contracultura mineira, período que moldou sua visão de mundo e seu estilo narrativo.
- Além do jornalismo diário, publicou livros sobre maternidade em que seu filho Gabriel era personagem recorrente, entrelaçando vida privada e obra pública de forma singular.
- Herdeira de uma família marcante na vida pública mineira — seu pai, Guaracy Januzzi, inspirou o Troféu Guará em 1963 —, Déa consolidou o nome da família também no campo da cultura e da comunicação.
Na tarde de 4 de novembro, Belo Horizonte despediu-se de Déa Januzzi, jornalista que por mais de trinta anos ajudou a contar a história de Minas Gerais pelos Diários Associados. Formada pela UFMG nos anos 1970 e participante ativa da contracultura mineira, ela soube transformar a vida cotidiana — inclusive a maternidade — em literatura e reflexão. Filha do craque Guaracy Januzzi, cujo nome batiza um troféu do futebol mineiro desde 1963, Déa deixa um filho, Gabriel, e um legado que atravessa gerações e linguagens.
Déa Januzzi morreu na tarde de quarta-feira, 4 de novembro, aos 68 anos, após doze dias internada no Hospital Metropolitano Célio de Castro, no Barreiro, em Belo Horizonte. A causa do falecimento não foi divulgada.
Figura central no jornalismo mineiro, ela dedicou mais de três décadas aos Diários Associados. Formou-se pela Universidade Federal de Minas Gerais no final dos anos 1970 e participou ativamente da contracultura mineira, movimento de efervescência cultural que marcou toda uma geração.
Além da imprensa diária, Déa publicou livros sobre maternidade com tom pessoal e observador, nos quais seu filho Gabriel aparecia como personagem recorrente — a vida privada e a profissional entrelaçadas em suas páginas. Sua história familiar também conectava gerações: era filha de Guaracy Januzzi, craque do futebol mineiro cuja relevância inspirou a criação do Troféu Guará em 1963.
Com sua partida, Déa deixa Gabriel e um legado de três décadas na imprensa regional, preservado também nos livros que guardam sua voz e sua forma singular de enxergar o mundo.
Déa Januzzi morreu na tarde de quarta-feira, 4 de novembro, aos 68 anos. Havia passado doze dias internada no Hospital Metropolitano Célio de Castro, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, quando faleceu. A causa não foi divulgada.
Ela era uma figura central na história do jornalismo mineiro. Durante mais de três décadas, trabalhou nos Diários Associados, um dos principais veículos de comunicação da região. Formou-se jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais no final dos anos 1970, período em que participou ativamente da contracultura mineira — um momento de efervescência cultural e questionamento que marcou gerações.
Além do trabalho na imprensa diária, Déa publicou livros que exploravam as experiências da maternidade. Seus escritos tinham um tom pessoal e observador, transformando momentos cotidianos em reflexões que ressoavam com leitores. Seu filho, Gabriel, aparecia frequentemente em suas crônicas, tornando-se um personagem recorrente em sua obra — a vida privada e a profissional entrelaçadas nas páginas que escrevia.
Sua história familiar também conectava gerações de Minas Gerais. Déa era filha de Guaracy Januzzi, um craque do futebol mineiro cuja importância no esporte foi tão significativa que em 1963 criou-se o Troféu Guará em sua homenagem. Sua mãe era Amélia Januzzi. Essa herança — tanto a do pai no futebol quanto a dela no jornalismo — marcou a presença da família Januzzi na vida pública mineira.
Com sua morte, Déa deixa seu filho Gabriel e um legado de três décadas de trabalho na imprensa regional, além dos livros que preservam sua voz e sua perspectiva sobre a vida.
Citações Notáveis
Deixa o filho Gabriel, personagem de várias de suas crônicas— Informação sobre sua obra e vida pessoal