À medida que o Brasil se aproxima do ciclo de convenções partidárias, uma nova pesquisa Datafolha revela que o presidente Lula mantém vantagem estatisticamente significativa sobre seus principais adversários em todos os cenários testados de segundo turno. Com 48% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, o presidente consolida uma posição que vem crescendo desde junho, sugerindo que a campanha que se avizinha encontra o incumbente em terreno firme. É um retrato do momento — não um veredicto —, mas os números falam de uma preferência que resiste ao teste da margem de erro.
Datafolha: Lula lidera com 48% contra 43% de Flávio Bolsonaro no segundo turno
Diferença de cinco pontos ultrapassa a margem de erro
Como uma diferença de cinco pontos em uma pesquisa com margem de erro de dois pontos muda a leitura da corrida?
Significa que a vantagem de Lula sobre Flávio é estatisticamente confiável — não é flutuação dentro da incerteza normal. Você pode dizer com 95% de confiança que Lula está à frente.
Mas convém lembrar que pesquisa de intenção de voto em julho não é resultado de eleição em outubro. Muita coisa muda entre agora e o voto.
E quanto aos outros cenários testados? Por que o Datafolha testa Lula contra Caiado e Zema se Flávio está em segundo?
Porque ninguém sabe ainda quem vai estar no segundo turno. Flávio lidera o primeiro turno com 32%, mas Lula tem 40% — uma diferença de oito pontos. Se algo mudar, outro candidato pode crescer.
Exato. E note que em todos os três cenários de segundo turno testados, Lula vence. Isso é informação importante, mas também é só um retrato de um momento.
A pesquisa foi feita entre quarta e quinta. Isso é recente o suficiente para refletir o clima atual?
Sim, foi feita esta semana. E as convenções estão acontecendo agora — sábado, domingo, segunda. Então a pesquisa captura o momento logo antes das candidaturas serem oficializadas.
Mas depois das convenções, quando os candidatos começarem a campainha de verdade, o cenário pode se mover. Pesquisa de julho é um ponto de partida, não um destino.
Le Pouls
- Lula amplia sua vantagem sobre Flávio Bolsonaro de quatro para cinco pontos percentuais desde junho, ultrapassando a margem de erro e tornando sua liderança estatisticamente sólida.
- O presidente domina todos os cenários de segundo turno testados: 47% a 40% contra Caiado e 48% a 40% contra Zema, sem deixar brechas para os rivais.
- No primeiro turno, a distância é ainda mais expressiva — Lula com 40% e Flávio com 32%, enquanto os demais candidatos somados mal chegam a dois dígitos.
- As convenções partidárias se sucedem em ritmo acelerado entre 25 e 27 de julho, com o PL lançando Flávio no sábado e o PT confirmando Lula apenas em 2 de agosto, numa estratégia de timing deliberada.
- A pesquisa, registrada no TSE com o código BR-01166/2026, ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios, conferindo robustez metodológica aos resultados divulgados.
À medida que o Brasil se aproxima do ciclo de convenções partidárias, uma nova pesquisa Datafolha revela que o presidente Lula mantém vantagem estatisticamente significativa sobre seus principais adversários em todos os cenários testados de segundo turno. Com 48% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, o presidente consolida uma posição que vem crescendo desde junho, sugerindo que a campanha que se avizinha encontra o incumbente em terreno firme. É um retrato do momento — não um veredicto —, mas os números falam de uma preferência que resiste ao teste da margem de erro.
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, coloca o presidente Lula com 48% das intenções de voto em um segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, que marca 43%. A diferença de cinco pontos supera a margem de erro de dois pontos percentuais, conferindo ao presidente uma vantagem estatisticamente significativa. Em relação ao levantamento de junho — quando a diferença era de quatro pontos —, Lula avançou mais um ponto, sinalizando consolidação de sua posição.
O instituto testou outros dois cenários de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado, do PSD, Lula alcança 47% a 40%. Frente a Romeu Zema, do Novo, o presidente mantém 48% contra 40% do adversário. Em todos os casos, a liderança presidencial permanece clara e fora da margem de erro.
No primeiro turno, Lula lidera com 40%, seguido por Flávio Bolsonaro com 32%. Os demais candidatos ficam muito atrás: Caiado com 4%, Zema e Renan Santos com 3% cada, e outros nomes com 1% ou 2%. Oito por cento dos eleitores indicam voto nulo ou branco, e 3% ainda não decidiram.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios entre quarta e quinta-feira, com margem de erro de dois pontos e nível de confiança de 95%, registrada no TSE sob o código BR-01166/2026.
Enquanto os números são divulgados, as convenções partidárias correm em paralelo. Renan Santos já oficializou sua candidatura em convenção online. O PL lança Flávio Bolsonaro no sábado em São Paulo; o PSD oficializa Caiado no domingo; o Novo confirma Zema na segunda-feira em Brasília. O PT, por sua vez, aguarda até 2 de agosto para oficializar Lula à reeleição — uma campanha que, segundo os dados, começa com o presidente em posição de força.
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente na disputa presidencial com 48% das intenções de voto para um segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 43%. A diferença de cinco pontos percentuais ultrapassa a margem de erro de dois pontos, oferecendo ao presidente uma vantagem estatisticamente significativa neste momento da campanha.
Este resultado representa uma ampliação da vantagem em relação ao levantamento anterior, realizado em junho, quando Lula tinha 47% e Flávio 43% — uma diferença de quatro pontos. O movimento de um ponto a mais para o presidente sugere uma consolidação de sua posição conforme a campanha avança e as convenções partidárias se aproximam.
O instituto testou também dois outros cenários de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado, do PSD, Lula alcança 47% enquanto Caiado fica em 40%. Já em um confronto com Romeu Zema, do Novo, o presidente mantém 48% e Zema aparece com 40%. Em ambos os casos, a vantagem presidencial permanece clara e fora da margem de erro.
No primeiro turno, onde todos os candidatos concorrem simultaneamente, Lula lidera com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo com 32%. Os demais candidatos ficam significativamente atrás: Ronaldo Caiado com 4%, Romeu Zema com 3%, e Renan Santos, da Missão, também com 3%. Augusto Cury, do Avante, marca 2%, enquanto Samara Martins, da UP, Cabo Daciolo, do Mobiliza, e Rui Costa Pimenta, do PCO, cada um com 1%. Oito por cento dos eleitores indicam voto nulo ou branco, e 3% ainda não sabem em quem votar. Três candidatos — Heitor Dias, do PSTU, Edmilson Costa, do PCB, e Leonardo Avalanche, do PRTB — não registraram pontuação na pesquisa.
O levantamento ouviu 2.004 eleitores distribuídos em 139 municípios entre quarta e quinta-feira desta semana. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto registrou a pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral com o código BR-01166/2026.
As convenções partidárias para oficializar as candidaturas ocorrem em sequência rápida. Renan Santos, da Missão, foi o primeiro a oficializar sua candidatura através de uma convenção realizada online, sem transmissão ao vivo, com Aroldo Medina como candidato a vice. O PL marca sua convenção para sábado em São Paulo, quando Flávio Bolsonaro será lançado oficialmente. No domingo, também em São Paulo, o PSD realizará sua convenção para oficializar Ronaldo Caiado. O Novo fará sua convenção na segunda-feira em Brasília para confirmar Romeu Zema como candidato. O PT, por sua vez, agendou sua convenção para o dia 2 de agosto para oficializar Lula como candidato à reeleição.
Este cenário de pesquisa reflete um momento em que o presidente mantém uma posição consolidada nas intenções de voto, enquanto os principais competidores ainda trabalham para oficializar suas candidaturas e ganhar espaço na campanha que se intensifica.
Citations marquantes
A diferença entre os principais candidatos é de cinco pontos percentuais, fora da margem de erro da pesquisa— Datafolha