Datafolha: Flávio Bolsonaro lidera com 49% contra 45% de Lula no segundo turno

Diferença de quatro pontos que ultrapassa a margem de erro
Flávio Bolsonaro lidera Lula por uma vantagem estatisticamente significativa na primeira pesquisa do segundo turno.
Mark

Como uma pesquisa com margem de erro de dois pontos pode apontar uma diferença de quatro pontos como significativa?

Mimi

Porque quando a diferença é o dobro da margem de erro, ela ultrapassa a incerteza estatística. Não é garantia, mas é um sinal mais robusto do que se fosse uma diferença de um ou dois pontos.

Luke

Certo, mas vale lembrar que margem de erro se aplica a cada candidato individualmente. A diferença entre eles pode ter uma incerteza maior do que parece à primeira vista.

Mark

Por que o Datafolha exclui votos brancos e nulos para calcular o resultado?

Mimi

Porque é assim que a Justiça Eleitoral define oficialmente o vencedor. Os votos válidos são o que importa legalmente. Então 52% a 48% é o que realmente decide a eleição.

Luke

Verdade, mas isso também significa que os 5% de votos brancos ou nulos não são insignificantes. Se muitos deles fossem para um candidato, o resultado mudaria.

Mark

Flávio mantém a vantagem que tinha no primeiro turno?

Mimi

Sim, ele estava com 47% no primeiro turno e Lula com 45%. Agora está em 49% e 45%. A vantagem dele cresceu um pouco, não diminuiu.

Luke

Cresceu nos números da pesquisa, mas é preciso cuidado. Estamos falando de uma única pesquisa. Outras casas podem apontar cenários diferentes, e há ainda três semanas até a votação.

Mark

Quem encomendou essa pesquisa?

Mimi

A Globo e a Folha de S.Paulo. São dois dos maiores veículos de comunicação do país, então há interesse em ter dados confiáveis para acompanhar a campanha.

Luke

Sim, mas vale notar que são veículos com suas próprias linhas editoriais. Não invalida a pesquisa, mas é informação que o leitor deve ter.

  • Flávio Bolsonaro abre quatro pontos de vantagem sobre Lula — margem que dobra o erro estatístico e sinaliza uma liderança real, não apenas aparente.
  • Em votos válidos, a distância se amplia para 52% a 48%, consolidando um cenário em que cada eleitor indeciso se torna um ativo disputado com urgência.
  • Apenas 1% dos entrevistados permanecia indeciso no momento da pesquisa, indicando que o eleitorado já está, em grande parte, definido — o que reduz o espaço para viradas de última hora.
  • A vantagem de Bolsonaro no segundo turno espelha os 2,2 milhões de votos que o separaram de Lula no primeiro turno, sugerindo continuidade, não ruptura, na dinâmica eleitoral.
  • Com a votação a menos de três semanas, o Datafolha inaugura a série de sondagens finais, transformando cada novo número em munição política para ambos os campos.

No limiar da decisão presidencial brasileira, uma pesquisa Datafolha revela que o senador Flávio Bolsonaro sustenta, no segundo turno, a vantagem que já havia conquistado nas urnas em outubro — liderando com 49% contra 45% do presidente Lula, margem que transcende a incerteza estatística e oferece o primeiro retrato quantitativo desta fase final. A votação, marcada para 25 de outubro, coloca o país diante de uma escolha que os números, por ora, inclinam em uma direção.

A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno presidencial aponta o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula por uma margem que ultrapassa a incerteza estatística: 49% contra 45%, quatro pontos acima dos dois de margem de erro. Quando considerados apenas os votos válidos, a proporção chega a 52% para Bolsonaro e 48% para Lula. Cinco por cento dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou nulo, e apenas 1% permanecia indeciso.

O levantamento foi realizado entre 6 e 7 de outubro com 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, em diferentes regiões do país, com nível de confiança de 95%. Encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, o estudo foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-0949/2026.

A posição de Bolsonaro reflete a vantagem já conquistada no primeiro turno: segundo o TSE, ele obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula — cerca de 2,2 milhões de votos de diferença. Com a votação marcada para 25 de outubro, este Datafolha inaugura a série de sondagens finais e oferece o primeiro indicador concreto de como a disputa se configura em sua etapa decisiva.

A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno presidencial coloca o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula por uma margem que ultrapassa a incerteza estatística do levantamento. Segundo o instituto, Bolsonaro soma 49% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45% — uma diferença de quatro pontos percentuais que supera os dois pontos de margem de erro do estudo.

Quando se considera apenas os votos válidos, a proporção se amplia ligeiramente. Bolsonaro chega a 52% e Lula a 48%, uma vez que o Datafolha exclui desse cálculo os votos em branco, nulos e os eleitores que ainda não se decidiram. Cinco por cento dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou nulo, enquanto apenas 1% permanecia indeciso no momento das entrevistas.

O levantamento foi realizado entre 6 e 7 de outubro, envolvendo 2.520 pessoas com 16 anos ou mais distribuídas em diferentes regiões do país. O Datafolha trabalhou com nível de confiança de 95%, o padrão para pesquisas eleitorais. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e marca o início da divulgação sistemática de sondagens para a etapa final da disputa presidencial. O instituto registrou o levantamento na Justiça Eleitoral sob o número BR-0949/2026.

Esta posição de Bolsonaro no segundo turno reflete a vantagem que ele já havia conquistado no primeiro turno, realizado semanas antes. Naquela ocasião, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral, Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula — uma diferença de aproximadamente 2,2 milhões de votos que o manteve na dianteira e o levou ao segundo turno.

A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro. A pesquisa Datafolha, ao apontar Bolsonaro com vantagem que supera a margem de erro, oferece um primeiro indicador quantitativo de como a disputa se configura nesta fase final da campanha presidencial.

A diferença de quatro pontos supera numericamente a margem de erro do levantamento, fixada em dois pontos percentuais
— Datafolha
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