Em Minas Gerais, às vésperas do primeiro turno, uma pesquisa Datafolha revela que o eleitorado começa a se concentrar em torno de poucos nomes na disputa pelo Senado. Cleitinho, do PSC, lidera com folga, enquanto um terço dos eleitores ainda permanece indeciso — sinal de que a corrida, embora com contornos mais definidos, ainda carrega incertezas próprias de um tempo em que escolhas coletivas se formam lentamente.
Datafolha: Cleitinho lidera disputa pelo Senado em Minas com 40% dos votos válidos
Cleitinho abriu mais de dez pontos sobre o segundo colocado
Por que essa vantagem de Cleitinho é tão significativa neste momento da campanha?
Dez pontos percentuais em uma pesquisa de senado é uma margem que oferece alguma segurança, mas ainda há espaço para movimento. O que chama atenção é que ele cresceu três pontos desde a semana anterior, enquanto Silveira subiu três também — então ambos estão em trajetória de alta.
Mas precisamos lembrar que 36% do eleitorado ainda não decidiu ou não respondeu. Isso é um terço inteiro. Cleitinho tem 26% do total, não 40%. A liderança é real, mas o piso dele é mais baixo do que o número de votos válidos sugere.
E Sara Azevedo caiu bastante — de 7% para 4%. O que explica isso?
A queda dela é a mais dramática da pesquisa. Pode ser consolidação em torno dos nomes maiores, ou pode ser que a campanha dela não tenha decolado como esperado. Mas com 4%, ela ainda está na disputa.
A pesquisa tem 1.500 pessoas em 81 cidades. Minas tem 853 municípios. Não sabemos como está a distribuição geográfica dessa amostra — se concentra em regiões urbanas ou se cobre o interior. Isso importa para senado.
Qual é o próximo passo? Quando será a próxima pesquisa?
A fonte não menciona isso. Mas estamos a pouco mais de uma semana da eleição — 2 de outubro. Essa é provavelmente uma das últimas pesquisas antes do voto.
Exatamente. E com um terço do eleitorado ainda flutuante, há margem real para surpresa. A pesquisa mostra tendência, não destino.
Il Polso
- Cleitinho (PSC) abre vantagem expressiva com 40% dos votos válidos, mais de dez pontos à frente do segundo colocado, Alexandre Silveira (PSD), que marca 27%.
- O crescimento de ambos os líderes é consistente desde a pesquisa anterior, sugerindo uma polarização crescente que pode deixar os demais candidatos sem espaço para recuperação.
- Marcelo Aro (PP) sustenta o terceiro lugar com 19%, mas Sara Azevedo (PSOL) sofre queda acentuada, despencando de 7% para 4%, o que fragiliza sua candidatura.
- Mais de um terço do eleitorado — 36% — ainda não definiu seu voto ou pretende votar em branco, nulo ou abster-se, mantendo o resultado final em aberto.
- A pesquisa, realizada com 1.500 pessoas em 81 municípios e registrada no TSE, oferece um retrato oficial e metodologicamente robusto do estado da corrida a menos de uma semana do pleito.
Em Minas Gerais, às vésperas do primeiro turno, uma pesquisa Datafolha revela que o eleitorado começa a se concentrar em torno de poucos nomes na disputa pelo Senado. Cleitinho, do PSC, lidera com folga, enquanto um terço dos eleitores ainda permanece indeciso — sinal de que a corrida, embora com contornos mais definidos, ainda carrega incertezas próprias de um tempo em que escolhas coletivas se formam lentamente.
Uma pesquisa Datafolha divulgada em 29 de setembro, encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo, revelou um cenário de liderança consolidada na disputa pelo Senado em Minas Gerais. Cleitinho, do PSC, registrou 40% dos votos válidos — mais de dez pontos à frente de Alexandre Silveira, do PSD, que marcou 27%. O avanço de Cleitinho foi gradual: na medição anterior, realizada em 22 de setembro, ele havia marcado 37%, enquanto Silveira subiu de 24% para 27%, reduzindo ligeiramente a distância.
Marcelo Aro, do PP, ocupou o terceiro lugar com 19%, em leve alta em relação aos 18% anteriores. Sara Azevedo, do PSOL, sofreu a queda mais expressiva entre os candidatos, recuando de 7% para 4%. Pastor Altamiro Alves, do PTB, e Bruno Miranda, do PDT, empataram em 4% cada, ambos perdendo um ponto percentual.
Quando considerados os votos totais — incluindo brancos, nulos e indecisos —, o cenário mostrava um eleitorado ainda em definição: 36% não souberam responder ou declararam intenção de voto em branco, nulo ou abstenção. Cleitinho marcou 26% do total e Silveira, 17%. O levantamento ouviu 1.500 pessoas em 81 municípios mineiros, com margem de erro de três pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, sendo registrado no TSE sob o número MG-09084/2022.
A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 29 de setembro, encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo, desenhou um cenário claro para a disputa pelo Senado em Minas Gerais: Cleitinho, do PSC, abriu uma vantagem substancial sobre seus concorrentes. Com 40% dos votos válidos, o candidato mantinha mais de dez pontos percentuais de distância do segundo colocado, Alexandre Silveira, do PSD, que registrou 27%.
O crescimento de Cleitinho foi incremental mas consistente. Na pesquisa anterior, realizada em 22 de setembro, ele havia marcado 37% dos votos válidos. Silveira, por sua vez, subiu de 24% para 27% no mesmo período, reduzindo ligeiramente a margem que o separava do líder. A trajetória de ambos sugeria um movimento de consolidação em torno dos dois nomes mais fortes da corrida.
O terceiro lugar ficou com Marcelo Aro, do PP, que alcançou 19% dos votos válidos, uma pequena oscilação para cima em relação aos 18% registrados anteriormente. Sara Azevedo, candidata pelo PSOL, experimentou uma queda mais acentuada: caiu de 7% para 4%. O Pastor Altamiro Alves, do PTB, e Bruno Miranda, do PDT, empataram em 4% cada um, ambos recuando um ponto percentual em relação à medição anterior. Três outras candidaturas somaram 1% cada.
Quando considerados os votos totais — incluindo brancos, nulos e indecisos — a distribuição revelava um eleitorado ainda em processo de definição. Cleitinho marcou 26% do total (ante 20% na pesquisa anterior), enquanto Silveira chegou a 17% (13% antes). Aro obteve 12% (10% anteriormente) e Miranda, 3% (mantendo o mesmo patamar). Sara Azevedo e o pastor registraram 2% cada. O contingente de eleitores que não souberam responder ou optaram por não votar em nenhum candidato somou 36% — 22% não souberam responder e 14% declararam intenção de voto em branco, nulo ou abstinham-se de escolher.
A pesquisa foi conduzida entre 27 e 29 de setembro, abrangendo 1.500 pessoas entrevistadas em 81 municípios mineiros. A margem de erro foi estabelecida em três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-09084/2022, conferindo-lhe o status de pesquisa oficial no sistema eleitoral brasileiro.
Citazioni salienti
Cleitinho tinha 37% na pesquisa anterior, de 22 de setembro, e cresceu para 40%— Datafolha