Datafolha: Cleitinho alcança 40% em MG; Patrus e Kalil na sequência

Indecisos caem de 53% para 46% em duas semanas
A redução de sete pontos no contingente de eleitores sem definição de voto acompanha aumento nas menções espontâneas aos dois primeiros colocados.
Mark

Por que essa redução de indecisos importa tanto? Sete pontos em duas semanas parece significativo.

Mimi

Porque mostra que o eleitorado está deixando de ficar em cima do muro. Quando você tem 53% de indecisos, qualquer coisa pode acontecer. Agora com 46%, há mais gente que já sabe em quem vota ou pelo menos está pensando seriamente.

Luke

Mas precisamos ser cuidadosos. Isso não significa que o voto está consolidado — significa apenas que menos pessoas responderam "não sei" ao pesquisador. Muita gente que se declarou decidida pode mudar de ideia.

Mark

E quanto às diferenças entre os institutos? AtlasIntel coloca Patrus em 31%, enquanto Datafolha tem 15%. Como explicar isso?

Mimi

Metodologia diferente. AtlasIntel usou recrutamento digital, Datafolha usa abordagem tradicional. As datas também foram diferentes — AtlasIntel coletou entre 15 e 20 de setembro, Datafolha entre 22 e 24. Duas semanas é tempo suficiente para mudanças.

Luke

Exatamente. E o tamanho da amostra também varia — AtlasIntel ouviu 1.799 pessoas, Datafolha ouviu 1.204. Comparar esses números diretamente é arriscado. O que podemos dizer é que Cleitinho lidera em todos os institutos, mas a distância para Patrus varia bastante.

Mark

Cleitinho chegou a 49% nos votos válidos. Isso significa que ele ganha no primeiro turno?

Mimi

Não necessariamente. Votos válidos é um cálculo técnico que exclui brancos, nulos e indecisos. É próximo ao critério que a Justiça Eleitoral usa para definir o resultado oficial, mas a pesquisa mede apenas opinião no momento da coleta.

Luke

E há ainda 10% de indecisos e 9% que pretendem votar em branco ou nulo. Isso é quase um quinto do eleitorado. Muita coisa pode mudar.

Mark

A pesquisa espontânea mostra Cleitinho com 26% e Patrus com 8%. Por que essa diferença tão grande em relação à estimulada?

Mimi

Na espontânea, o pesquisador não dá pistas. Cleitinho é mais conhecido, tem mais presença. Patrus precisa ser lembrado. Quando você apresenta o nome, as pessoas reconhecem e respondem.

  • Cleitinho Azevedo chega a 40% nas intenções de voto estimuladas, ampliando em três pontos a vantagem que já detinha no levantamento de 11 de setembro.
  • A disputa pelo segundo lugar permanece em aberto: Patrus Ananias sobe para 15% e Kalil recua para 9%, mas os dois seguem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
  • O dado mais revelador da rodada é a queda de sete pontos nos indecisos — de 53% para 46% —, sinal de que o eleitorado mineiro começa a se definir com a campanha em curso.
  • Outros institutos como Quaest, RealTime Big Data e AtlasIntel registram números distintos para Cleitinho, entre 35% e 39,3%, refletindo diferenças de metodologia que impedem comparação direta.
  • O próximo mês será o teste decisivo: se a tendência de maior definição do voto se consolida ou se há reordenamento entre os candidatos que disputam o segundo turno.

Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo consolida sua liderança na corrida ao governo estadual, enquanto o eleitorado mineiro começa a abandonar a indecisão e a desenhar contornos mais nítidos para o pleito de 2026. A pesquisa Datafolha, divulgada em 24 de setembro, registra não apenas números — ela revela o ritmo com que uma sociedade vai encontrando suas escolhas coletivas, ainda que o caminho até as urnas permaneça longo e incerto.

O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, ampliou sua vantagem na disputa pelo governo de Minas Gerais. A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 24 de setembro, registrou o candidato com 40% das intenções de voto — três pontos acima do levantamento de 11 de setembro. O instituto ouviu 1.204 eleitores mineiros entre 22 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais.

Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo lugar com 15%, subindo dois pontos em relação à rodada anterior. Alexandre Kalil, do PDT, registrou 9%, caindo de 11%. Mateus Simões e Flávio Roscoe marcam 5% cada, enquanto Gabriel, do MDB, soma 3%. Dentro da margem de erro, Patrus e Kalil estão tecnicamente empatados, assim como o trio que os segue. Considerando apenas os votos válidos, Cleitinho chega a 49%, Patrus a 18% e Kalil a 11%.

Na pesquisa espontânea, sem lista de candidatos apresentada, Cleitinho soma 26%, Patrus 8% e Kalil 3%. O dado mais significativo desta rodada é a queda de sete pontos nos indecisos, que recuaram de 53% para 46%, acompanhada pelo crescimento espontâneo dos dois primeiros colocados.

Outros institutos divulgaram levantamentos recentes com números distintos: a Quaest registrou Cleitinho com 37% e Patrus com 16%; o RealTime Big Data mostrou 35% e 19%; a AtlasIntel apresentou 39,3% para Cleitinho e 31% para Patrus. As diferenças de metodologia e período de campo impedem comparação direta entre os levantamentos. A pesquisa Datafolha foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-07400/2026.

O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, ampliou sua vantagem na disputa pelo governo de Minas Gerais. Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, 24 de setembro, registrou o candidato com 40% das intenções de voto — três pontos acima do levantamento anterior, realizado em 11 de setembro, quando ele marcava 37%. O instituto ouviu 1.204 eleitores mineiros com 16 anos ou mais entre 22 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Na sequência, o deputado federal Patrus Ananias, do PT, aparece com 15%, subindo dois pontos em relação aos 13% de duas semanas antes. Alexandre Kalil, do PDT, registrou 9%, caindo de 11%. Mateus Simões, do PSD, e Flávio Roscoe, do PL, marcam 5% cada. Gabriel, do MDB, soma 3%. Considerando a margem de erro, Patrus e Kalil encontram-se tecnicamente empatados, assim como Simões, Roscoe e Gabriel.

Quando o cálculo considera apenas os votos válidos — excluindo brancos, nulos e indecisos —, Cleitinho chega a 49%, Patrus a 18% e Kalil a 11%. Simões e Roscoe têm 6% cada, Gabriel marca 4%. Candidatos de menor expressão como Túlio Lopes, do PCB, e Ben Mendes, da Missão, registram 2% cada. O Datafolha ressalva que pesquisas eleitorais representam apenas a opinião dos entrevistados no período da coleta e não funcionam como previsão do resultado das urnas.

Na modalidade espontânea — quando o pesquisador não apresenta lista de candidatos — Cleitinho soma 26%, contra 8% de Patrus e 3% de Kalil. O dado mais significativo dessa rodada é a queda de sete pontos no contingente de indecisos, que caiu de 53% para 46%. Essa redução acompanha um aumento nas menções espontâneas aos dois primeiros colocados: Cleitinho passou de 22% para 26%, enquanto Patrus saiu de 5% para 8%.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-07400/2026. O registro público confirma a amostra, o período de campo e a contratação do levantamento. Outros institutos divulgaram levantamentos recentes sobre Minas Gerais, mas diferenças de metodologia, datas de campo e formas de coleta impedem comparação direta. A Quaest divulgou em 23 de setembro uma pesquisa que registrou Cleitinho com 37% e Patrus com 16%. O levantamento RealTime Big Data, publicado em 21 de setembro, mostrou Cleitinho com 35% e Patrus com 19%. A AtlasIntel apresentou números distintos: 39,3% para Cleitinho e 31% para Patrus, tendo ouvido 1.799 eleitores por recrutamento digital entre 15 e 20 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais.

A redução de indecisos sugere que o eleitorado mineiro está se definindo conforme a campanha avança. Cleitinho mantém a liderança numérica clara na pesquisa estimulada, enquanto a disputa pelo segundo lugar permanece aberta dentro das margens de erro. O próximo mês será decisivo para observar se essa tendência de maior definição do voto se consolida ou se há movimentação entre os candidatos.

Pesquisas eleitorais representam apenas a opinião dos entrevistados no período da coleta e não funcionam como previsão do resultado das urnas
— Datafolha
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