Cuello marca nos acréscimos e Atlético-MG avança na Sul-Americana

Cuello roubou a bola e finalizou cruzado, a bola passando entre as pernas do zagueiro
O gol do argentino aos 47 minutos do segundo tempo garantiu a classificação do Atlético-MG na Copa Sul-Americana.
Mark

Como um gol nos acréscimos muda a narrativa de um jogo que estava perdido?

Mimi

Muda tudo. O Atlético estava fora até aquele momento. Cuello não apenas marcou — roubou a bola, avançou sozinho, e finalizou com precisão. É o tipo de lance que define temporadas.

Mark

O Bragantino teve chances para vencer?

Mimi

Teve. Barbosa recebeu a bola na pequena área com o gol aberto e tentou passar para Pitta em vez de chutar. Se tivesse finalizado, o jogo terminava 3 a 1 e o Atlético estava eliminado.

Mark

Qual foi a diferença tática entre os dois times?

Mimi

O Bragantino pressionou mais no primeiro tempo e criou perigo. O Atlético foi retraído, mas acordou no segundo tempo. A diferença foi a capacidade de reagir — e de ter um jogador como Cuello para resolver nos momentos críticos.

Mark

Como fica o calendário do Atlético agora?

Mimi

Apertado. Tem compromisso pelo Brasileiro no sábado contra o Internacional, depois as quartas de final em setembro. É preciso gerenciar bem a energia.

Mark

O que o gol de Cuello representa para a campanha do Atlético?

Mimi

Representa sobrevivência com estilo. Não foi a melhor exibição, mas o time encontrou um jeito de avançar quando estava à beira do abismo. Isso constrói mentalidade.

  • O Bragantino dominou os primeiros minutos e abriu o placar nos acréscimos do primeiro tempo, deixando o Atlético encostado na parede da eliminação.
  • O Galo acordou no segundo tempo e empatou com Maycon, mas voltou a ser ultrapassado no placar aos 35 minutos após gol confirmado pelo VAR.
  • O Massa Bruta desperdiçou a chance de ouro aos 46 minutos — Barbosa preferiu o passe ao chute e mandou para fora, mantendo a tensão viva.
  • Aos 47 minutos, Cuello roubou a bola, avançou sozinho e finalizou no cantinho com precisão cirúrgica, arrancando a classificação atleticana do limite do impossível.
  • O Atlético segue vivo na Sul-Americana e aguarda as quartas de final em setembro, enquanto ainda precisa se recuperar emocionalmente para enfrentar o Internacional no sábado.

Na noite de quarta-feira, na Arena MRV, o Atlético-MG encontrou nas últimas batidas do relógio o gol que separa a continuidade de um sonho continental do fim de uma jornada. O empate por 2 a 2 com o Red Bull Bragantino não foi uma vitória no placar, mas foi uma afirmação de resistência — a capacidade de um time de se recusar a sucumbir quando a derrota já parecia escrita. Cuello, com um gol de rara beleza nos acréscimos, lembrou que no futebol, como na vida, o desfecho pertence a quem ainda acredita quando os outros já desistiram.

Na Arena MRV, numa quarta-feira que testou os nervos de torcedores e jogadores até o último segundo, o Atlético-MG garantiu sua vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana com um empate dramático de 2 a 2 diante do Red Bull Bragantino. O gol que selou a classificação veio aos 47 minutos do segundo tempo, numa jogada individual do argentino Tomás Cuello — um resumo perfeito de uma campanha marcada por altos e baixos.

O Bragantino foi superior na primeira etapa, pressionando desde o início e exigindo seguidas defesas de Éverson. O gol visitante saiu nos acréscimos do primeiro tempo: Eric Ramires apareceu livre na sobra de uma jogada confusa e abriu o placar. O Atlético respondeu logo no início do segundo tempo, com Maycon enchendo o pé de fora da área para empatar. Mas o Massa Bruta voltou à frente aos 35 minutos, com Eduardo Sasha completando um escanteio em posição legal confirmada pelo VAR.

Quando a eliminação parecia inevitável, o Bragantino ainda perdeu uma chance claríssima aos 46 minutos — Barbosa optou pelo passe em vez do chute e desperdiçou. No minuto seguinte, Cuello roubou a bola no meio-campo, encarou o marcador e finalizou cruzado de fora da área, a bola morrendo no cantinho esquerdo de Cleiton. O Atlético estava classificado. As quartas de final acontecem em setembro, com jogos de ida entre 8 e 10 e volta entre 15 e 17.

Na noite de quarta-feira, na Arena MRV, o Atlético-MG conquistou sua vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana após um jogo de emoções até o último suspiro. O time mineiro empatou com o Red Bull Bragantino por 2 a 2, selando a classificação com um gol do atacante argentino Tomás Cuello nos acréscimos do segundo tempo — exatamente o tipo de desfecho que resume uma campanha de altos e baixos.

O Bragantino chegou pressionando desde os primeiros minutos. Isidro Pitta testou Éverson logo aos dois minutos com um chute forte após escanteio, e Lucas Barbosa voltou a exigir do goleiro atleticano aos oito, após ganhar disputa na entrada da área. O goleiro do Galo trabalhou novamente aos 34, quando Juninho Capixaba soltou uma bomba de fora da área que Éverson espalmou com precisão. O Atlético respondeu timidamente — Victor Hugo teve a primeira chance clara aos 35 minutos, mas pegou mal na bola após um rebote na área. Rodriguinho quase abriu o placar para o Bragantino aos 48, quando invadiu pela direita e mandou uma bomba que passou muito perto do travessão.

O gol do Bragantino saiu já nos acréscimos do primeiro tempo, aos 52 minutos. Pitta chutou colocado da entrada da área, Éverson espalmou, Barbosa arriscou pelo alto e o goleiro defendeu novamente. Na sobra, Barbosa cruzou rasteiro e Eric Ramires apareceu livre para abrir o placar: 0 a 1. O Atlético acordou no segundo tempo. Aos sete minutos, Bernard cobrou escanteio, Pitta afastou, e Maycon recebeu o rebote na meia-lua. De primeira, o meia encheu o pé e superou Cleiton para empatar: 1 a 1.

O jogo esfriou nos minutos seguintes, mas o Bragantino voltou à frente aos 35 do segundo tempo. Agustin Sant'Anna cobrou escanteio, Lucas Barbosa desviou de cabeça, e Eduardo Sasha completou para o gol em posição legal, confirmada pelo VAR: 1 a 2. O Massa Bruta teve a chance de ouro para garantir a vaga aos 46 minutos. Barbosa recebeu na pequena área uma bola rebatida pela defesa atleticana, mas em vez de chutar, tentou um passe atravessado para Pitta e errou na força, mandando para fora.

Aos 47 minutos, Cuello roubou a bola no meio-campo e avançou em velocidade. Encarou Gustavo Marques e finalizou cruzado de fora da área, a bola passando entre as pernas do zagueiro e morrendo no cantinho esquerdo de Cleiton, que não teve reação: 2 a 2. A classificação estava garantida. O Atlético, oitavo colocado no Campeonato Brasileiro com 32 pontos, agora aguarda as quartas de final, que serão disputadas em setembro — os jogos de ida entre 8 e 10, e os de volta entre 15 e 17. Antes disso, o Galo visita o Internacional no sábado, enquanto o Bragantino, em sétimo lugar com a mesma pontuação, recebe o Grêmio no domingo.

Cuello roubou a bola no meio-campo, avançou em velocidade, encarou a marcação e finalizou cruzado de fora da área
— Descrição do lance decisivo
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