Corinthians recebe 'não' de Zubeldía e mantém Ramón como prioridade

As outras portas estão fechadas, e o time continua em risco
O Corinthians vê suas opções técnicas se esgotarem enquanto luta contra o rebaixamento.
Mark

Por que Zubeldía era considerado plano B se Ramón era a prioridade? Não faria mais sentido oferecer o cargo para o primeiro?

Mimi

Porque Ramón já conhece o elenco e o clube. Ele esteve lá em 2024, viu como as coisas funcionam. Em um momento de crise, isso reduz o risco de uma adaptação lenta.

Luke

Mas a punição do STJD é real. Seis jogos é muito. Você sabe se há alguma chance concreta de recurso?

Mimi

A diretoria mencionou que há possibilidade de recurso, mas sem garantias. É uma incerteza que paira sobre a opção.

Mark

E Zubeldía? Por que ele recusou?

Mimi

Não está claro no comunicado. Mas ele também recusou o Internacional recentemente e sinalizou que só volta em 2027.

Luke

Isso é importante: Zubeldía não está disponível de verdade. Ele já tomou a decisão de ficar fora do mercado até o próximo ano. Então talvez nem fosse uma opção real.

Mark

Então o Corinthians está preso a Ramón, com ou sem a punição?

Mimi

Parece que sim. As outras portas estão fechadas.

Luke

E o time continua em risco de rebaixamento enquanto isso se resolve.

  • Com Diniz demitido e o time ameaçado de rebaixamento, o Corinthians precisava de um técnico com urgência — e a primeira tentativa terminou em recusa.
  • Zubeldía disse não horas após a derrota para o Internacional no Beira-Rio, revelando que o clube já opera no limite das opções disponíveis.
  • Ramón Díaz, plano A por conhecer o elenco e o ambiente do clube, carrega um risco jurídico real: seis jogos de punição no Brasileiro por fala machista, ainda pendente de recurso.
  • O próprio Zubeldía havia recusado o Internacional antes de fechar com Eduardo Baptista, e agora fecha mais uma porta ao sinalizar retorno apenas em 2027.
  • O Corinthians segue sem técnico definido, com as alternativas mais evidentes se fechando e a pressão do campeonato aumentando a cada rodada.

Em momentos de crise, os clubes descobrem que o mercado de treinadores tem suas próprias leis — e o Corinthians, às voltas com o fantasma do rebaixamento após a demissão de Fernando Diniz, encontrou uma dessas leis na recusa de Luis Zubeldía. O técnico argentino, que já havia declinado o Internacional, sinalizou que só retornará aos bancos em 2027, estreitando ainda mais o horizonte corintiano. Ramón Díaz permanece como primeira escolha, mas carrega consigo a sombra de uma punição do STJD que a diretoria ainda não sabe se conseguirá afastar.

O Corinthians recebeu uma recusa nesta quinta-feira: Luis Zubeldía disse não à abordagem do clube para assumir o comando técnico, poucas horas após a derrota para o Internacional no Beira-Rio. O contexto era de urgência — Fernando Diniz havia sido demitido e o time enfrentava a ameaça concreta de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Zubeldía era o plano B. O plano A sempre foi Ramón Díaz, que já havia dirigido o Corinthians em 2024 e participado da reação do clube naquela temporada. A diretoria via nele uma escolha de menor risco: ele conhecia o elenco e entendia o ambiente. Mas havia uma complicação — o STJD havia punido Ramón com seis jogos no Brasileiro, ainda quando comandava o Internacional, por acusação de fala machista. O recurso existia, mas sem garantias de reversão, e essa incerteza pesava sobre a cúpula corintiana.

Zubeldía, por sua vez, não era um nome de fácil acesso. Havia recusado recentemente uma consulta do próprio Internacional — que logo fechou com Eduardo Baptista — e sinalizou que só voltaria a assumir um clube em 2027. Com a recusa confirmada, o Corinthians ficou em posição ainda mais delicada: o plano A cercado de risco jurídico, o plano B fechado. O clube segue em busca de um técnico capaz de reverter a queda, enquanto as opções mais óbvias se fecham uma a uma.

O Corinthians recebeu uma recusa nesta quinta-feira. Luis Zubeldía disse não à primeira tentativa do clube de trazê-lo para o comando técnico, horas depois que a equipe perdeu para o Internacional no Beira-Rio. A abordagem acontecia em contexto de urgência: Fernando Diniz havia sido demitido, e o time lutava contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Zubeldía era o plano B. O plano A continuava sendo Ramón Díaz, o técnico que já havia dirigido o Corinthians em 2024 e participado da reação do time naquela temporada. A diretoria corintiana via em Ramón uma alternativa de menor risco — ele conhecia o elenco, entendia o ambiente do clube, e isso pesava a seu favor em um momento de pressão extrema.

Mas havia um problema. O STJD havia punido Ramón com seis jogos no Campeonato Brasileiro quando ele ainda comandava o Internacional, no ano anterior, após acusação de fala machista. A punição ainda tinha possibilidade de recurso, mas sem garantias de que o Alvinegro conseguisse reverter a situação. Essa incerteza preocupava a diretoria.

Zubeldía, por sua vez, não era um nome disponível com facilidade. Ele havia recusado recentemente uma consulta do próprio Internacional, que fechou logo depois com Eduardo Baptista. O treinador sinalizou que só voltaria a assumir um clube em 2027, o que limitava as opções do Corinthians em um momento em que o time precisava de soluções imediatas.

A recusa de Zubeldía deixava o clube em uma posição delicada. Ramón Díaz seguia como prioridade, mas cercado de incerteza legal. O Corinthians continuava em busca de um técnico que pudesse reverter a trajetória descendente na luta contra o rebaixamento, com as opções mais óbvias se fechando uma a uma.

O conhecimento do elenco e do ambiente corintiano pesam em favor de Ramón
— Diretoria do Corinthians
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