No coração de Itaquera, o Corinthians encontrou mais do que três pontos — encontrou um fôlego necessário. Diante de um Red Bull Bragantino que chegava invicto e líder, o time alvinegro construiu uma vitória por 2 a 0 na Neo Química Arena que encerrou um jejum de três derrotas consecutivas nesse confronto. É o tipo de resultado que não resolve tudo, mas devolve ao clube e à sua torcida a sensação de que o caminho ainda existe.
Corinthians encerra jejum e vence primeira no Brasileirão contra Red Bull Bragantino
O Corinthians finalmente respirou fundo após começar do zero
Por que essa vitória importa tanto para o Corinthians neste momento?
Porque o time começou o campeonato com uma derrota em casa e a segunda rodada foi adiada. Eram zero pontos. Perder para o Bragantino, que era líder e invicto, teria sido desastroso. Essa vitória muda a narrativa.
Mas o público foi pequeno — 26.985 torcedores. Isso reflete falta de confiança dos torcedores ou é apenas um jogo de quinta-feira?
E o Bragantino? Como um time que era líder perde assim?
O Corinthians jogou melhor no segundo tempo e o Bragantino não conseguiu reproduzir o futebol que o colocou na liderança. Além disso, o time visitante errou um pênalti.
Um pênalti errado muda tudo, mas não explica tudo. O Bragantino teve dificuldades desde o primeiro tempo — cinco cartões amarelos mostram que o jogo foi muito físico, talvez até desorganizado.
Qual foi a chave tática?
Gabriel Paulista abriu o placar de cabeça em escanteio no segundo tempo. Depois Matheus Bidu marcou no rebote. Foram gols simples, mas efetivos.
Simples, sim, mas também reveladores: o Corinthians venceu pelo alto e pela eficiência defensiva, não pelo futebol ofensivo. Memphis e Yuri Alberto ficaram presos a noite toda.
O que vem agora para os dois times?
O Corinthians precisa de consistência — uma vitória não resolve tudo. O Bragantino precisa recuperar o desempenho que o colocou na liderança.
Exato. Uma vitória em casa contra um time que estava desorganizado não é garantia de nada. Veremos como o Corinthians responde na próxima rodada.
El Pulso
- O Corinthians entrou em campo pressionado: sem pontos no Brasileirão, vindo de derrota no dérbi e com o adversário mais em forma da competição pela frente.
- O primeiro tempo foi tenso e truncado, com cinco cartões amarelos distribuídos e nenhum gol — a partida parecia caminhar para mais uma frustração alvinegra.
- Gabriel Paulista abriu o placar de cabeça logo no início do segundo tempo, transformando o jogo e obrigando o Bragantino a se expor.
- Hugo Souza defendeu pênalti de Isidro Pitta em momento decisivo, impedindo o empate e mantendo o Corinthians no controle da partida.
- Matheus Bidu fechou o placar aos 29 minutos do segundo tempo, garantindo a vitória que tirou o Bragantino da liderança e colocou o Corinthians na tabela.
No coração de Itaquera, o Corinthians encontrou mais do que três pontos — encontrou um fôlego necessário. Diante de um Red Bull Bragantino que chegava invicto e líder, o time alvinegro construiu uma vitória por 2 a 0 na Neo Química Arena que encerrou um jejum de três derrotas consecutivas nesse confronto. É o tipo de resultado que não resolve tudo, mas devolve ao clube e à sua torcida a sensação de que o caminho ainda existe.
Na noite de quinta-feira, a Neo Química Arena foi palco de um resultado que o Corinthians precisava com urgência. Após começar o Brasileirão com derrota para o Bahia e ver a segunda rodada adiada, o time alvinegro enfrentou o Red Bull Bragantino — líder invicto da competição — e venceu por 2 a 0, encerrando um jejum de três derrotas consecutivas contra o adversário.
O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio físico e pela falta de criatividade. Garro retornou como titular e tentou organizar o jogo, mas Yuri Alberto e Memphis Depay encontraram dificuldades na marcação adversária. Cinco cartões amarelos foram distribuídos antes do intervalo, e o placar permaneceu em branco.
A virada de chave veio logo no início do segundo tempo: Gabriel Paulista cabeceou após escanteio de Garro e abriu o placar. O Bragantino respondeu com pressão e chegou a converter um pênalti, mas Hugo Souza defendeu o chute fraco de Isidro Pitta. Pouco depois, Yuri Alberto obrigou Cleiton a trabalhar, e no rebote Matheus Bidu marcou o segundo gol, aos 29 minutos.
Para o Corinthians, a vitória significou os primeiros pontos na competição e um alívio palpável. Para o Bragantino, representou a perda da liderança e da invencibilidade. Os 26.985 torcedores presentes viram Dorival Júnior colher a primeira resposta positiva de seu time — enquanto Vagner Mancini terá de encontrar respostas para recolocar o Bragantino nos trilhos.
Na noite de quinta-feira, dentro da Neo Química Arena, o Corinthians finalmente respirou fundo. Depois de começar o Brasileirão com uma derrota em casa para o Bahia e de ver sua segunda rodada adiada, o time alvinegro precisava de um resultado. Precisava ainda mais depois de perder o último dérbi. Diante do Red Bull Bragantino, que chegava invicto e na liderança da competição, o Corinthians encontrou o caminho: uma vitória por 2 a 0 que encerrou um jejum de três derrotas consecutivas contra o adversário — a última vitória nesse confronto havia sido em janeiro de 2025.
O primeiro tempo foi áspero e pouco inspirado. O Bragantino, normalmente um algoz para o Corinthians, não conseguiu impor seu futebol. O time visitante começou a rodada como líder invicto, mas encontrou dificuldades em Itaquera. O Corinthians, por sua vez, buscava mais o gol, com Garro retornando ao time como titular e tentando orquestrar o jogo. Mas Yuri Alberto e Memphis Depay ficaram presos na marcação adversária. O que predominou foi o jogo físico — cinco cartões amarelos foram distribuídos no intervalo, dois para o Corinthians (Gustavo Henrique e Matheus Bidu) e três para o Bragantino (Lucas Barbosa, Gabriel e o goleiro Cleiton). A partida era equilibrada, mas sem brilho.
Tudo mudou no segundo tempo. No primeiro minuto, Gabriel Paulista cabeceou para dentro após escanteio cobrado por Garro, destrancando a partida. O gol deu conforto ao Corinthians e forçou o Bragantino a atacar mais. A reação visitante quase resultou em empate quando o árbitro marcou pênalti por toque de braço de Gustavo Henrique no chute de Isidro Pitta. O atacante paraguaio bateu, mas Hugo Souza defendeu com facilidade o chute fraco.
Salvo pela defesa de seu goleiro, o Corinthians não permitiu mais aproximações perigosas. Minutos depois, Yuri Alberto finalizou e obrigou Cleiton a trabalhar. No rebote, Matheus Bidu marcou o segundo gol, aos 29 minutos do segundo tempo, selando a vitória.
O resultado teve peso diferente para cada lado. Para o Corinthians, significou os primeiros pontos na competição — um alívio após o começo frustrante. Para o Bragantino, representou a perda da liderança e da invencibilidade. O time de Bragança Paulista terminou a terceira rodada com seis pontos, enquanto o Corinthians saiu do zero. A Neo Química Arena recebeu 26.985 torcedores, um público pequeno comparado à média habitual de corintianos. A renda foi de R$ 1.571.151,00. Dorival Júnior, técnico do Corinthians, viu seu time reagir à adversidade. Vagner Mancini, do Bragantino, precisará encontrar respostas para recuperar o desempenho que o colocou na liderança.
Citas Notables
O Corinthians reagiu após a frustração de perder o último dérbi e conquistou a primeira vitória no Brasileirão— Contexto da partida