Como solicitar a CIN online no RJ pelo celular e site do Detran

Tem 60 minutos para preencher tudo com muita atenção
O prazo que o aplicativo RJDigital oferece para completar o formulário extenso e anexar documentação antes de confirmar a solicitação da CIN.
Mark

Por que o Rio oferece dois jeitos diferentes de fazer a mesma coisa? Não era mais simples ter só um?

Mimi

Porque nem todo mundo usa app, e nem todo mundo quer ficar no celular preenchendo formulário grande. Tem gente que prefere o computador, tem gente que só tem celular. E o app oferece videochamada se você ficar perdido — o site não tem isso.

Mark

Esse formulário que você tem 60 minutos para preencher — é realmente tão extenso assim?

Mimi

Segundo o que o Detran diz, é bastante coisa. Dados pessoais, documentação, informações de contato. Tudo tem que estar correto porque depois você vai presencialmente confirmar tudo. Se errar, pode complicar.

Mark

E se eu errar o agendamento? Posso cancelar e fazer de novo?

Mimi

A fonte não fala sobre cancelamento. Mas o Detran deixa bem claro que se você agendar com dados de terceiros ou com informações erradas, eles não vão atender. Então o cuidado tem que ser no momento de preencher.

Mark

Essa data de 2032 para o RG virar CIN — é obrigatório trocar até lá?

Mimi

A fonte só diz que a CIN vai substituir o RG a partir de 2032. Não especifica se é obrigatório ou se o RG continua valendo. Mas a ideia é clara: o novo documento é o caminho.

Mark

Se eu tirar a CIN agora, preciso fazer tudo de novo em 2032?

Mimi

Não. Se você tira agora, você já tem a CIN. A substituição em 2032 é para quem ainda estiver com RG antigo. Quem já migrou, já está feito.

  • A CIN chega como promessa de modernização, mas exige que o cidadão navegue por formulários extensos e prazos apertados — 60 minutos para preencher tudo pelo app.
  • A gratuidade da primeira via alivia a adesão, mas a segunda via cobra R$ 53,59, criando uma assimetria que pode pesar para quem perde ou danifica o documento.
  • O app RJDigital oferece suporte por videochamada para quem trava no processo, enquanto o site do Detran é mais ágil para quem já sabe o que fazer.
  • Ao final de qualquer caminho, o cidadão ainda precisa comparecer presencialmente para a coleta biométrica — o digital simplifica, mas não elimina o encontro físico.
  • Um número de protocolo marca a linha de chegada do agendamento online, e carregá-lo no dia do atendimento é condição para que todo o esforço digital se converta em documento real.

No Rio de Janeiro, a transição para a nova Carteira de Identidade Nacional avança silenciosamente pelo cotidiano digital dos cidadãos: dois caminhos — um aplicativo e um site — abrem a porta para um documento que, embora só substitua o RG em 2032, já pode ser solicitado gratuitamente, de casa, sem filas. É a burocracia encontrando, aos poucos, a leveza que sempre lhe faltou.

Quem mora no Rio de Janeiro e quer a nova Carteira de Identidade Nacional tem dois caminhos disponíveis: o aplicativo RJDigital ou o site do Detran RJ. Os dois funcionam e chegam ao mesmo destino — um agendamento confirmado para a coleta biométrica presencial.

A CIN vai substituir o RG, mas só a partir de 2032. Por enquanto, o que importa saber é que a primeira via é gratuita. A segunda via, se necessária, custa R$ 53,59. Todo o processo de solicitação pode ser feito online, incluindo o agendamento.

Pelo app RJDigital, o acesso é feito com login do gov.br. O usuário escolhe entre preencher o formulário sozinho ou contar com ajuda por videochamada. O sistema já puxa alguns dados cadastrados, e o cidadão seleciona o município e a unidade onde prefere fazer a coleta. Após escolher data e horário, tem 60 minutos para completar um formulário extenso e anexar a documentação exigida.

Pelo site do Detran, o caminho é mais direto. Basta acessar a página de agendamento, preencher nome e data de nascimento, confirmar que não é robô e avançar. O sistema pede telefone e e-mail, mostra as datas disponíveis por município e permite escolher turno e horário. Na etapa final, o cidadão declara que os dados são seus — o Detran não atende agendamentos feitos com informações de terceiros. A confirmação gera um número de protocolo que deve ser levado no dia do atendimento.

A principal diferença entre os dois meios é o suporte: o app oferece videochamada para quem precisar de ajuda; o site é mais rápido para quem já conhece o processo. Em ambos os casos, a emissão da primeira via não tem custo.

Quem vive no Rio de Janeiro e precisa da nova Carteira de Identidade Nacional tem dois caminhos abertos: pegar no celular e usar o aplicativo RJDigital, ou sentar no computador e acessar o site do Detran. Os dois funcionam. Um é mais direto, o outro oferece um pouco mais de suporte no meio do caminho.

A CIN é o documento que vai substituir o RG que você conhece — mas isso só acontece a partir de 2032, então não é pressa. O que importa agora é que a primeira via sai de graça. Se você precisar de uma segunda via depois, aí sim paga R$ 53,59. O processo inteiro pode ser feito online, do começo ao fim, sem sair de casa — até o agendamento da coleta biométrica, que é quando você vai presencialmente para registrar seus dados.

Pelo aplicativo RJDigital, você faz login com suas credenciais do gov.br e escolhe a opção de emitir a primeira ou segunda via da CIN. O app oferece duas rotas: você preenche tudo sozinho, ou pode pedir ajuda por videochamada se ficar com dúvida. Depois vem a parte de dados iniciais — nome, sobrenome, se tem alguma deficiência — e o sistema já puxa algumas informações que você já tem registradas. Aí você escolhe em qual município quer fazer a coleta biométrica, seleciona a unidade de atendimento que preferir, e o app mostra as datas disponíveis. Você marca o horário, e pronto: tem 60 minutos para preencher um formulário bastante extenso e anexar toda a documentação que o Detran pede. Depois é só confirmar e enviar.

Pelo site do Detran, a coisa é mais enxuta. Você entra em detran.rj.gov.br/todos-os-agendamentos/agendamento-dic.html, marca a opção de agendamento de identificação civil e clica em Carteira de Identidade Civil. Preenche seus dados — nome, data de nascimento — marca o box de que não é robô e envia. O sistema pede telefone e e-mail para contato. Depois você escolhe o município, vê o endereço do local de atendimento e a primeira data que está aberta. Se tiver de acordo, segue. Na tela seguinte, marca qual data quer ir e se prefere manhã ou tarde. Escolhe o horário específico, marca que concorda com as regras do Detran, e envia de novo. Na confirmação final, você declara que os dados são seus mesmo e não de terceiros — porque o Detran avisa que não atende se descobrir que alguém agendou com informações de outra pessoa. Quando tudo está certo, aparece a mensagem de sucesso com um número de protocolo. Você imprime ou anota esse número, porque vai precisar levar no dia do atendimento presencial.

Os dois jeitos levam ao mesmo lugar: um agendamento confirmado e uma data marcada para você ir presencialmente fazer a coleta dos dados biométricos. A diferença é que pelo app você tem a opção de pedir ajuda por videochamada se travar em algum passo, enquanto pelo site o processo é mais rápido e direto se você já sabe o que está fazendo. Nos dois casos, a emissão da primeira via não custa nada.

O atendimento não será realizado se o agendamento tiver sido efetuado utilizando dados de terceiros ou com informações divergentes
— Detran RJ
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