Há momentos em que o silêncio de uma voz habitual nos lembra o quanto dependemos da regularidade para nos orientar. Laura Machado, colunista da Folha de S.Paulo, está em férias — uma pausa breve na cadência de sua coluna de opinião. O jornal segue seu curso, como sempre faz, sustentado por centenas de vozes que compõem a conversa diária com o leitor.
Colunista da Folha está em férias
A colunista está em férias
Por que um aviso de férias merece estar no site do jornal?
É uma questão de transparência com o leitor. Quem acompanha a coluna da Laura vai procurar por novo conteúdo e não vai encontrar. O aviso evita confusão.
Mas isso é realmente notícia? Ou é apenas um aviso administrativo disfarçado de conteúdo?
É mais aviso do que notícia, você tem razão. Mas jornais fazem isso — comunicam pausas para que o público não fique esperando.
E enquanto ela está fora, o que os leitores devem fazer?
Explorar o resto do conteúdo. Cento e oitenta reportagens por dia, duzentos colunistas. Há muito o que ler.
Isso parece uma oportunidade de venda disfarçada de aviso. Metade do texto é sobre assinatura.
Verdade. Mas também é honesto — eles dizem explicitamente que a assinatura ajuda a financiar o jornalismo independente.
Quando ela volta?
O aviso não especifica. Apenas que é temporário.
Então nem sabemos a duração exata das férias?
Não. É só um aviso de que ela não está produzindo no momento.
Le Pouls
- A ausência de Laura Machado interrompe temporariamente a regularidade de sua coluna no caderno de opinião da Folha de S.Paulo.
- Leitores habituados ao seu trabalho se deparam com um espaço vazio onde costumava haver análise e perspectiva.
- O jornal aproveita o aviso para lembrar que sua produção diária não para: mais de cento e oitenta reportagens e duzentos colaboradores seguem em atividade.
- A plataforma reforça seus recursos — newsletters, aplicativo e acessos gratuitos — como alternativas para manter o leitor conectado durante a ausência.
Há momentos em que o silêncio de uma voz habitual nos lembra o quanto dependemos da regularidade para nos orientar. Laura Machado, colunista da Folha de S.Paulo, está em férias — uma pausa breve na cadência de sua coluna de opinião. O jornal segue seu curso, como sempre faz, sustentado por centenas de vozes que compõem a conversa diária com o leitor.
Laura Machado está em férias. O aviso é simples, mas carrega a dinâmica silenciosa de um grande jornal: mesmo quando uma voz se cala por alguns dias, o restante da redação segue em pleno funcionamento.
Para os leitores fiéis à sua coluna, a interrupção é temporária. Ela retornará ao seu espaço habitual na seção de opinião assim que o período de descanso terminar.
Enquanto isso, a Folha aproveita o momento para lembrar o que oferece além das colunas individuais: acesso a newsletters exclusivas, um aplicativo gratuito com alertas das principais notícias e a possibilidade de compartilhar sete links por dia para assinantes. O jornal reafirma seu compromisso com um jornalismo que fiscaliza o poder, distingue verdade de mentira e faz contraponto à intolerância das redes — tudo isso a partir de R$ 1,90 no primeiro mês para novos assinantes.
É um aviso editorial sem grandes revelações, mas que encapsula algo verdadeiro: a máquina do jornalismo não descansa, mesmo quando seus colaboradores merecem — e tiram — um descanso.
Laura Machado, colunista da Folha de S.Paulo, está em férias. É tudo o que há para dizer sobre este aviso editorial — uma pausa na produção regular de sua coluna enquanto ela se ausenta.
Para quem acompanha seu trabalho, a interrupção é temporária. Quando retornar, a coluna voltará ao seu lugar na seção de opinião do jornal. Enquanto isso, a redação segue em ritmo normal, com mais de cento e oitenta reportagens e análises publicadas diariamente, além de contribuições de mais de duzentos colunistas e blogueiros que formam o time de produção do jornal.
O aviso serve também como lembrete aos leitores sobre o que a plataforma oferece além das colunas individuais: acesso a newsletters exclusivas, aplicativo gratuito para receber alertas das principais notícias, e a possibilidade de liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia para quem é assinante. A Folha aproveita o espaço para reforçar o valor da assinatura — um jornalismo que, segundo a própria descrição, fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira.
O custo dessa produção contínua começa em R$ 1,90 no primeiro mês para novos assinantes. É um aviso simples, mas que encapsula a dinâmica de um jornal grande: mesmo quando um colunista sai de férias, a máquina segue funcionando.