Ciclone extratropical traz vendavais acima de 100 km/h ao RS entre quinta e sexta

Potencial para danos significativos em infraestrutura, possíveis alagamentos urbanos e interrupções de energia em múltiplas cidades gaúchas.
Vendavais violentos cujas rajadas podem variar entre 100 e 130 km/h
A intensidade máxima esperada do ciclone extratropical em áreas do Oeste, Noroeste, Centro e Sul gaúcho.
Mark

Por que um ciclone extratropical é tão diferente de um furacão tropical?

Mimi

Um ciclone extratropical se forma nas latitudes médias, alimentado pelo contraste entre massas de ar frio e quente. Não precisa de água tropical quente para existir — na verdade, o Rio Grande do Sul está na zona perfeita para isso. Ele é mais rápido, mais amplo em área, e pode ser tão destrutivo quanto, mas de forma diferente.

Mark

E por que o risco é maior no Oeste e no Sul do estado?

Mimi

A rota do ciclone vem do Uruguai e atravessa o estado nessa direção. O Oeste e o Sul ficam mais tempo expostos à circulação mais intensa do sistema. Além disso, essas regiões têm menos obstáculos geográficos para frear o vento — é terreno mais aberto.

Mark

Microexplosões e tornados — isso é comum em um ciclone assim?

Mimi

Não é a regra, mas também não é impossível. Quando você tem uma linha de tempestades tão organizada e intensa, com tanta energia, fenômenos localizados podem se desenvolver. A MetSul não descarta, o que significa que há condições para isso acontecer em alguns pontos, mesmo que não seja o padrão.

Mark

Por que não há risco de enchentes em grandes rios se a chuva é tão forte?

Mimi

Porque o sistema passa rápido. A chuva intensa dura poucas horas em cada lugar. Os grandes rios precisam de chuva prolongada e distribuída na bacia para transbordar. Aqui, é um golpe rápido — alagamentos urbanos, sim, porque a drenagem das cidades não aguenta tanta água em pouco tempo. Mas os rios têm mais capacidade de absorver.

Mark

Quando exatamente o perigo termina?

Mimi

O meio da tarde de sexta-feira é quando o ciclone começa a se afastar e perder força. Até o final do dia, o vento já deve estar fraco a moderado. Mas entre quinta à noite e sexta de manhã — esse é o período crítico.

  • Um ciclone extratropical com rajadas de até 130 km/h se aproxima do RS, colocando dezenas de municípios em alerta máximo de tempo severo.
  • A linha de tempestades cruzará o estado entre o final da tarde de quinta e o amanhecer de sexta, trazendo chuva intensa, granizo, raios e risco real de tornados e microexplosões.
  • Cidades como Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Bagé e Porto Alegre estão entre as mais expostas, com potencial de danos à infraestrutura, alagamentos urbanos e cortes de energia.
  • No Litoral Sul, entre o Chuí e Rio Grande, concentra-se o maior risco de rajadas acima de 100 km/h, enquanto a Lagoa dos Patos e a região metropolitana enfrentarão ventos fortes por várias horas consecutivas.
  • O sistema deve começar a enfraquecer na tarde de sexta-feira, com as condições retornando gradualmente à normalidade até o fim do dia.

Entre quinta e sexta-feira, um ciclone extratropical de grande intensidade avança sobre o Rio Grande do Sul, carregando ventos que podem ultrapassar 130 km/h e fenômenos raros como microexplosões e tornados. O sistema, que chega pelo Uruguai e atravessa o estado até o amanhecer de sexta, lembra à sociedade gaúcha a força imprevisível da natureza e a necessidade permanente de preparação coletiva. O risco mais severo concentra-se no Oeste, Noroeste, Centro e Sul, mas nenhuma região escapa inteiramente à sombra desse evento.

Um ciclone extratropical de alta intensidade se aproxima do Rio Grande do Sul com a promessa de vendavais que podem ultrapassar 130 km/h em pontos específicos. A MetSul Meteorologia emitiu alerta de risco alto para tempo severo entre quinta e sexta-feira, destacando uma combinação perigosa de ventos destrutivos, tempestades intensas, granizo e fenômenos localizados como microexplosões e tornados.

O sistema avança pelo Uruguai e deve atingir o RS no final da tarde de quinta-feira, cruzando o estado até o amanhecer de sexta. A passagem rápida do ciclone reduz o risco de enchentes nos grandes rios, mas não impede alagamentos urbanos em diversas cidades, acompanhados de intensa atividade elétrica.

As regiões Oeste, Noroeste, Centro e Sul concentram o maior risco. Uruguaiana, Alegrete, São Gabriel, Bagé, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Camaquã estão entre as cidades mais expostas. Porto Alegre e sua região metropolitana também podem ser atingidas por vendavais fortes no final de quinta-feira. No Litoral Sul, entre o Chuí e Rio Grande, as rajadas têm maior probabilidade de superar os 100 km/h.

Na maior parte do estado, os ventos devem variar entre 70 e 100 km/h, mas em pontos isolados podem chegar a 130 km/h ou mais. A Lagoa dos Patos e seu entorno, incluindo cidades da região metropolitana, registrarão rajadas entre 60 e 100 km/h por várias horas consecutivas. Dezenas de municípios do Sul e do Leste gaúcho enfrentarão condições severas ao longo da madrugada e manhã de sexta.

O alívio começa no meio da tarde de sexta-feira, quando o sistema passa a enfraquecer gradualmente. Até o final do dia, espera-se que os ventos cedam no Sul e no Leste, encerrando o período de maior risco para a população gaúcha.

Um ciclone extratropical intenso se aproxima do Rio Grande do Sul, trazendo consigo a promessa de vendavais violentos que podem ultrapassar os 130 quilômetros por hora em pontos específicos do estado. A MetSul Meteorologia divulgou um alerta de risco alto para tempo severo entre quinta e sexta-feira, alertando para uma situação meteorológica que combina múltiplos perigos: ventos destrutivos, tempestades com potencial de danos consideráveis, e fenômenos localizados que incluem microexplosões e até tornados.

O sistema se aproxima pelo Uruguai e deve alcançar o Rio Grande do Sul no final da tarde de quinta-feira, atravessando o estado até o amanhecer de sexta-feira. A linha de instabilidade trará chuva intensa em períodos curtos, com risco de alagamentos urbanos em várias cidades, embora as enchentes em grandes rios não sejam esperadas devido à passagem rápida do ciclone. A atividade elétrica será intensa, e em alguns municípios há possibilidade de queda de granizo de tamanhos variados.

O maior risco de vendavais intensos a localmente destrutivos concentra-se no Oeste, Noroeste, Centro e Sul do estado. Cidades como Uruguaiana, Itaqui, Alegrete, São Gabriel, Rosário do Sul, Santana do Livramento, Dom Pedrito, Bagé, Jaguarão, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Pelotas, Caçapava do Sul, Santiago, Santa Maria, Encruzilhada do Sul e Camaquã enfrentarão as condições mais severas. Há também risco de que os vendavais mais fortes atinjam Porto Alegre e sua região, partes dos Vales e o Sul do Litoral Norte no final de quinta-feira.

Na maioria das cidades gaúchas, as rajadas de vento devem variar entre 70 e 100 quilômetros por hora. Contudo, em pontos específicos, as tempestades serão severas, com vendavais violentos cujas rajadas podem alcançar entre 100 e 130 quilômetros por hora, sem descartar registros localizados ainda superiores. O vento ciclônico mais persistente se intensificará nas áreas do Sul e da Campanha no final de quinta e início de sexta-feira, mantendo rajadas entre 70 e 90 quilômetros por hora por várias horas consecutivas. O maior risco para rajadas acima de 100 quilômetros por hora concentra-se no Litoral Sul, entre o Chuí e Rio Grande.

O campo de vento ciclônico se estende a pontos do Leste gaúcho, afetando a Lagoa dos Patos e seu entorno, o Sul do Litoral Norte, Porto Alegre e cidades da região metropolitana próximas à lagoa. Nessas áreas, as rajadas entre a madrugada e a tarde de sexta-feira devem ficar entre 60 e 80 quilômetros por hora em média, com marcas isoladas superiores de 80 a 100 quilômetros por hora. Quase todo o Sul e o Leste gaúcho registrarão rajadas fortes a muito fortes e localmente intensas, afetando localidades como Arroio Grande, Hulha Negra, Candiota, Aceguá, Piratini, Pinheiro Machado, Pedras Altas, Pedro Osório, Capão do Leão, Canguçu, Morro Redondo, São Lourenço do Sul, São José do Norte, Turuçu, Mostardas, Arambaré, Camaquã, Cristal, Tapes, Barra do Ribeiro, Guaíba, Eldorado do Sul, Viamão, Tavares, Palmares do Sul, Capivari do Sul, Balneário Pinhal, Cidreira, Osório, Tramandaí, Imbé, Xangri-lá e Capão da Canoa.

O sistema começará a enfraquecer gradualmente a partir do meio da tarde de sexta-feira, permitindo que o vento ceda no Sul e no Leste do estado. Até o final de sexta-feira, as condições devem passar de fortes para fracas a moderadas, encerrando o período crítico de risco.

Não se descartam fenômenos localizados, como microexplosões e até tornados, além de intensa atividade elétrica e queda de granizo de variado tamanho em alguns municípios.
— MetSul Meteorologia
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