Vítimas Larissa Rodrigues, 24, e Alan Tons, 34, foram executadas com cerca de 25 disparos entre 2h50 da manhã. Suspeito João Victor teria cometido crime por vingança após casal intervir em agressões contra sua companheira.
Câmera registra som de disparos que mataram casal em Ceilândia
Fiquei lá direto. Só saí para ir para casa.
Como uma câmera de segurança conseguiu registrar disparos com tanta clareza?
A câmera estava próxima o suficiente para captar o áudio dos tiros. Registrou duas sequências distintas — uma com cerca de dez disparos, depois uma pausa de 25 segundos, e então mais 15 tiros.
Mas a câmera identificou o atirador? Ou só gravou o som?
A reportagem menciona apenas o áudio dos disparos. Não há informação sobre se a câmera capturou imagens do suspeito.
E por que João Victor seria o responsável?
Ele é vizinho do casal. A teoria é que cometeu o crime por vingança — Larissa e Alan teriam intervindo quando ele agredia sua companheira.
Mas ele nega. E sua companheira confirmou a história dele?
Sim, ela disse que ele estava em uma distribuidora de bebidas a noite toda. Mas os investigadores notaram divergências significativas entre os dois depoimentos.
Que tipo de divergências?
A reportagem não especifica quais são. Só diz que existem e que serão analisadas.
É o que temos por enquanto. A audiência de custódia vai acontecer segunda-feira.
Então ainda não está claro se ele realmente fez isso?
Correto. Ele se entregou, negou, sua companheira o respalda, mas há inconsistências. A investigação está em andamento.
Der Puls
- Larissa Rodrigues de Paula, 24 anos, e Arlandson de Sousa Alves (Alan Tons), 34 anos, mortos em Ceilândia na madrugada de 11 de outubro
- Cerca de 25 disparos registrados por câmera de segurança entre 2h50 da manhã
- Vizinho João Victor Rodrigues Alves de Oliveira é suspeito; se entregou à polícia no mesmo dia
Vítimas Larissa Rodrigues, 24, e Alan Tons, 34, foram executadas com cerca de 25 disparos entre 2h50 da manhã. Suspeito João Victor teria cometido crime por vingança após casal intervir em agressões contra sua companheira.
Câmera de segurança registrou disparos que mataram casal em Ceilândia na madrugada de domingo. Vizinho é suspeito e se entregou à polícia, negando participação.
Uma câmera de segurança capturou o som dos tiros que mataram Larissa Rodrigues de Paula, de 24 anos, e Arlandson de Sousa Alves, conhecido artisticamente como Alan Tons, de 34 anos, na madrugada de domingo, 11 de outubro, em Ceilândia. Os disparos ocorreram por volta das 2h50 da manhã. A gravação registra primeiro uma sequência de pelo menos dez tiros, seguida cerca de 25 segundos depois por uma segunda rajada de aproximadamente 15 disparos — um total de cerca de 25 tiros que deixou o casal morto.
O vizinho João Victor Rodrigues Alves de Oliveira é apontado como o responsável pelos homicídios. Segundo a investigação, o crime teria sido motivado por vingança. O casal havia intervindo nas agressões que João Victor praticava contra sua companheira, e essa interferência teria levado ao desfecho trágico.
João Victor se entregou à Polícia Civil do Distrito Federal no mesmo domingo, acompanhado de um advogado. Durante o interrogatório, negou qualquer envolvimento no duplo homicídio. Afirmou que passou a noite em uma distribuidora de bebidas e depois seguiu para a casa da sogra. "Fiquei lá direto. Só saí de lá para ir para casa. Se acharem que matei alguém, só me prender, que eu provo minha inocência", declarou. Também mencionou ter devolvido a chave do imóvel.
A companheira de João Victor confirmou a versão que ele apresentou aos investigadores, segundo informações da 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia Centro. Porém, os depoimentos dos dois contêm divergências significativas que serão analisadas pelos investigadores nos próximos passos da apuração. João Victor será submetido a uma audiência de custódia na segunda-feira, 12 de outubro, quando a situação processual será reavaliada.
Bemerkenswerte Zitate
Fiquei lá direto. Só saí de lá para ir para casa. Se acharem que matei alguém, só me prender, que eu provo minha inocência— João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, durante interrogatório