Caixa e BB liberam abono salarial de até R$ 1.621 para nascidos em maio e junho

O abono varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme meses trabalhados
O valor do benefício liberado nesta sexta-feira depende do tempo de carteira assinada em 2024.
Mark

Por que o abono varia tanto de pessoa para pessoa — de R$ 136 a R$ 1.621?

Mimi

Porque o benefício é proporcional ao tempo trabalhado. Se você trabalhou só alguns meses em 2024, recebe menos. Se trabalhou o ano inteiro, recebe o máximo, que é um salário mínimo completo.

Mark

E por que existe esse limite de renda — R$ 2.766?

Mimi

É para proteger o programa. O abono salarial foi criado para ajudar trabalhadores de baixa renda. Se não houvesse limite, pessoas com salários altos também receberiam, e o dinheiro não chegaria a quem mais precisa.

Mark

Qual é a diferença entre PIS e Pasep?

Mimi

PIS é para trabalhadores da iniciativa privada. Pasep é para servidores públicos. São dois programas diferentes, mas o abono funciona de forma parecida em ambos.

Mark

Por que o pagamento é escalonado ao longo de 2026?

Mimi

Para não sobrecarregar o sistema. Se 22 milhões de pessoas recebessem tudo de uma vez, seria caótico. Espalhando por mês de nascimento, a Caixa e o Banco do Brasil conseguem processar sem problemas.

Mark

E se alguém não conseguir sacar na data?

Mimi

Não perde o direito. O dinheiro fica disponível. A pessoa pode consultar quando está habilitada e sacar quando conseguir, pelos canais que a Caixa oferece.

  • R$ 5,7 bilhões entram em circulação nesta sexta-feira, movimentando a renda de mais de 4,5 milhões de famílias brasileiras de uma só vez.
  • O valor não é igual para todos: quem trabalhou mais meses em 2024 recebe mais, criando uma escala que vai de R$ 136 a R$ 1.621 por beneficiário.
  • Trabalhadores sem conta bancária enfrentam um passo extra — precisam recorrer a lotéricas, caixas eletrônicos ou agências para acessar o dinheiro pelo Cartão Social ou biometria.
  • A Caixa cobre os 3,97 milhões de trabalhadores privados via PIS, enquanto o Banco do Brasil atende os 584 mil servidores públicos inscritos no Pasep.
  • O calendário segue avançando ao longo de 2026 pelo mês de nascimento, com a expectativa de alcançar 22,2 milhões de trabalhadores até o fim do ciclo.

A cada ano, o Estado brasileiro reconhece, em parcelas, o esforço de milhões de trabalhadores de baixa renda por meio do abono salarial — um benefício que existe desde 1990 e que, nesta sexta-feira, chega ao quarto lote de 2026. Mais de 4,5 milhões de pessoas nascidas em maio e junho começam a receber valores entre R$ 136 e R$ 1.621, totalizando R$ 5,7 bilhões distribuídos pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. É um momento que lembra como políticas públicas de renda, quando bem calibradas, podem alcançar silenciosamente quem mais precisa.

Nesta sexta-feira, 15 de maio, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil liberam o quarto lote do abono salarial de 2026, beneficiando trabalhadores nascidos em maio e junho. São 4.555.924 pessoas que passam a ter acesso a um total de R$ 5,7 bilhões — valores que variam conforme o tempo trabalhado com carteira assinada em 2024, indo de R$ 136 a R$ 1.621.

A maior fatia dos beneficiários — quase 3,97 milhões — são trabalhadores da iniciativa privada inscritos no PIS, cujos pagamentos, somando cerca de R$ 5 bilhões, ficam a cargo da Caixa. Os demais 584 mil são servidores públicos vinculados ao Pasep, atendidos pelo Banco do Brasil com aproximadamente R$ 700 milhões em repasses.

Para ter direito, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos, ter atuado com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024, ter recebido até R$ 2.766 mensais no período e ter seus dados corretamente registrados no e-Social pelo empregador.

O acesso ao dinheiro varia conforme o perfil: trabalhadores do setor privado podem receber diretamente em conta ou pela Poupança Social Digital no Caixa Tem, enquanto quem não tem conta pode sacar em lotéricas ou agências. Servidores públicos recebem via crédito em conta, TED, Pix ou saque presencial. Dúvidas podem ser resolvidas pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, pelo portal Gov.br ou pelos canais de atendimento da Caixa e do Ministério do Trabalho.

O calendário continua ao longo de 2026, sempre respeitando o mês de nascimento de cada beneficiário. A expectativa é que, ao fim do ciclo, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores tenham recebido o benefício.

Nesta sexta-feira, 15 de maio, trabalhadores nascidos em maio e junho começam a receber o abono salarial — um benefício que chega a até R$ 1.621 para quem ganhou até R$ 2.766 mensais com carteira assinada em 2024. É o quarto lote do ano a ser liberado, e desta vez o volume é considerável: R$ 5,7 bilhões distribuídos entre 4.555.924 beneficiários.

O valor que cada trabalhador recebe varia bastante. Não é um montante fixo. Depende de quantos meses a pessoa trabalhou de fato em 2024 — quanto mais tempo na carteira, maior o abono. O mínimo fica em R$ 136; o máximo, em R$ 1.621. O calendário segue escalonado ao longo de 2026, sempre respeitando o mês de nascimento de cada um.

Dentro deste lote, a maioria dos beneficiários — 3.970.985 pessoas — são trabalhadores da iniciativa privada inscritos no Programa de Integração Social, o PIS. A Caixa Econômica Federal é responsável por pagar esses R$ 5 bilhões. Há também 584.939 servidores públicos inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, o Pasep, que recebem cerca de R$ 700 milhões pagos pelo Banco do Brasil.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024, ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base, e ter seus dados corretamente informados pelo empregador no e-Social. O abono salarial existe desde 1990, criado pela Lei nº 7.998, e os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador, com habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O pagamento funciona de formas diferentes dependendo se o beneficiário é da iniciativa privada ou servidor público. Para trabalhadores do setor privado, a Caixa prioriza crédito em conta corrente ou poupança própria, ou depósito na Poupança Social Digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Quem não tem conta pode sacar com o Cartão Social em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes, ou nas agências com documento oficial com foto, ou ainda por biometria cadastrada. Para servidores públicos, o Banco do Brasil faz crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix, ou saque presencial nas agências para quem não é correntista.

Os trabalhadores podem consultar informações sobre valor, data e habilitação por vários canais: o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, o portal Gov.br, o telefone 158 do Ministério do Trabalho, os aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa, ou o atendimento Caixa ao Cidadão pelo número 0800-726-0207. A expectativa é que, ao longo de 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial, com os lotes continuando a ser liberados conforme o mês de nascimento de cada beneficiário.

O abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado
— Lei nº 7.998/90
Contact Us FAQ