Cafu defende Infantino e ganha apoio de Roberto Carlos

Os jogadores ganharam voz e espaço na modalidade
Cafu defende a gestão de Infantino argumentando que atletas passaram a participar de decisões na Fifa.
Mark

Por que Cafu sentiria necessidade de se manifestar publicamente em defesa de Infantino neste momento específico?

Mimi

Porque o fracasso da FFE deixou o presidente exposto. Quando um projeto dessa magnitude desaba, a credibilidade fica abalada. Cafu, como ex-jogador respeitado, oferece uma narrativa alternativa — a de que o trabalho de Infantino, apesar desse revés, trouxe ganhos reais para os atletas.

Mark

Mas Cafu realmente participou de comitês ou grupos de trabalho da Fifa?

Mimi

A postagem não especifica isso. Ele fala em nome de "jogadores e ex-jogadores" de forma geral. O que importa é que ele está validando a ideia de que essa inclusão existe e é significativa.

Mark

Roberto Carlos apenas concordou, sem adicionar argumentos próprios. Isso enfraquece ou fortalece a mensagem?

Mimi

Fortalece. Uma concordância simples de outra figura de peso amplifica o alcance. Não precisa de argumentação elaborada — a presença dele ali já diz que não é uma voz isolada.

Mark

Qual é o risco real para Infantino se essas manifestações não conseguirem reverter a narrativa?

Mimi

Que a FFE seja vista como um sintoma de uma gestão desconectada das bases do futebol. Se ex-jogadores não conseguem defender o presidente de forma convincente, a pressão por mudança na liderança tende a aumentar.

Mark

A menção à "grande evolução" do futebol é vaga. O que Cafu está realmente dizendo?

Mimi

Que vale a pena manter Infantino no cargo porque o processo de transformação que ele iniciou — seja qual for sua forma final — é mais importante que um projeto específico que fracassou. É um apelo ao longo prazo sobre o curto prazo.

  • O fracasso da FFE — subsidiária criada para atrair investidores externos e centralizar direitos comerciais da Fifa — deixou Infantino em posição vulnerável diante de críticas crescentes.
  • A pressão sobre o presidente da Fifa se intensifica num momento em que a entidade busca novos modelos de financiamento e governança para suas competições mais lucrativas.
  • Cafu rompe o silêncio nas redes sociais e transforma sua trajetória pessoal em argumento político: a inclusão de jogadores nos processos decisórios da Fifa seria a maior conquista da era Infantino.
  • Roberto Carlos amplifica a mensagem com um '100% de acordo, Capitão', convertendo a defesa individual em frente simbólica de ex-atletas brasileiros.
  • O apoio de duas figuras históricas com décadas de credibilidade funciona como contrapeso às críticas, mas não resolve os desafios estruturais de governança que persistem na entidade.

No momento em que Gianni Infantino enfrenta o colapso de sua ambiciosa proposta de subsidiária comercial, a Fifa Forward Enterprise, duas lendas do futebol brasileiro erguem a voz em sua defesa. Cafu, capitão campeão do mundo em 2002, argumenta que a última década marcou uma virada histórica: pela primeira vez, jogadores ganharam assento e voz nos corredores do poder do futebol global. O gesto de Roberto Carlos, ao amplificar a mensagem com apoio irrestrito, transforma um ato individual em sinal coletivo — lembrando que a legitimidade de um líder, em tempos de crise, muitas vezes é sustentada não por estruturas, mas por pessoas.

Cafu, o lateral que ergueu a taça do mundo pela seleção brasileira em 2002, escolheu as redes sociais para defender Gianni Infantino no momento mais delicado de sua gestão à frente da Fifa. O estopim foi o colapso da FFE — Fifa Forward Enterprise —, uma subsidiária projetada para centralizar a exploração dos direitos comerciais das principais competições da entidade com participação de investidores externos. O projeto desabou diante da resistência interna e externa, deixando o presidente exposto.

No centro de sua defesa, Cafu destacou uma transformação que considera fundamental: sob Infantino, jogadores ganharam voz. Segundo o ex-capitão, durante a última década a Fifa trabalhou para integrar atletas e ex-atletas em comitês e grupos de trabalho, algo que, em sua avaliação, simplesmente não existia antes. Ele foi além da defesa técnica, evocando o potencial transformador do futebol — sua capacidade de mudar vidas e abrir oportunidades — e reafirmando seu compromisso pessoal com esse processo.

O apoio não ficou isolado. Roberto Carlos republicou a postagem e escreveu: 'Cem por cento de acordo, Capitão.' Com esse gesto, outro ícone do futebol brasileiro amplificou a mensagem e transformou uma manifestação individual em sinal coletivo. Para Infantino, o respaldo público de duas figuras com credibilidade construída ao longo de décadas funciona como contrapeso às críticas — mas os desafios de governança na Fifa seguem sem resposta.

Cafu, o lateral que ergueu a taça do mundo pela seleção brasileira em 2002, usou suas redes sociais para defender Gianni Infantino no momento em que o presidente da Fifa enfrenta pressão crescente. O alvo das críticas é o fracasso da FFE — Fifa Forward Enterprise —, uma subsidiária que a entidade máxima do futebol tentou criar para centralizar a gestão e exploração dos direitos comerciais de suas principais competições. O projeto previa a entrada de investidores externos com participação acionária, mas desabou diante da resistência.

Em sua manifestação pública, Cafu argumentou que a gestão de Infantino na Fifa trouxe uma mudança fundamental: os jogadores ganharam voz. Segundo o ex-lateral, durante a última década a entidade trabalhou para promover a representatividade dos atletas — algo que, em sua avaliação, não existia antes. Cafu destacou que jogadores e ex-jogadores passaram a integrar comitês, projetos e grupos de trabalho, tendo suas opiniões consideradas na formulação de iniciativas em favor do esporte.

O ex-capitão da seleção foi além da defesa técnica. Reforçou seu compromisso pessoal com o que chamou de "grande evolução" vivida pelo futebol, afirmando que continuará disponível para apoiar esse processo. Em seu texto, Cafu evocou o potencial transformador do futebol — sua capacidade de mudar vidas, melhorar sociedades e abrir oportunidades em todo o mundo. Encerrou sua mensagem reafirmando o compromisso de levar essa esperança a pessoas em todos os países onde o esporte é praticado.

O apoio não ficou isolado. Roberto Carlos, outro ícone da lateral esquerda brasileira, republicou a postagem de Cafu e manifestou concordância explícita. "100% de acordo, Capitão", escreveu o ex-jogador, amplificando a mensagem de defesa ao presidente da Fifa em um momento delicado de sua gestão.

O timing da manifestação é significativo. Infantino vinha enfrentando pressão considerável pela tentativa de implementar a FFE, uma proposta que gerou resistência tanto dentro quanto fora da entidade. O colapso do projeto deixou o presidente em posição vulnerável, e o apoio público de duas figuras históricas do futebol brasileiro — ambas com credibilidade construída ao longo de décadas — funciona como um contrapeso às críticas. Cafu e Roberto Carlos, nesse sentido, não apenas defendem Infantino, mas também legitimam sua narrativa sobre a inclusão de jogadores nos processos decisórios da Fifa, um argumento central para justificar sua liderança em um momento de questionamento.

Ao longo dos últimos dez anos, temos acompanhado o trabalho realizado pela Fifa e pelo presidente Infantino para promover a representatividade dos jogadores no futebol — algo que antes não existia
— Cafu
100% de acordo, Capitão
— Roberto Carlos
Contattaci Domande frequenti