CAC morre após bala ricochetear em clube de tiro no DF

Diego dos Santos Ribeiro, 36 anos, morreu no local após ser atingido no peito por munição que ricocheteou durante disparo em clube de tiro.
A munição ricocheteou e o atingiu no peito. Ele morreu no local.
Diego dos Santos Ribeiro, 36 anos, foi atingido por uma bala que ricocheteou em um estande de tiro em Planaltina.
Mark

Como é que uma bala ricocheteou assim? Isso é comum em estandes de tiro?

Mimi

O vídeo mostra que Diego estava atirando em alvos fixos perto de uma colina. Quando a munição bate em um alvo ou em uma superfície de forma oblíqua, ela pode ricochetear. Mas a pergunta real é se o estande tinha as proteções adequadas.

Luke

Exatamente. A gente sabe que ricocheteou, mas não sabemos ainda se o clube cumpria as normas de segurança. A polícia vai investigar isso.

Mark

E a arma era dele ou não?

Mimi

Não era. Diego estava usando uma pistola de um amigo que estava com ele no estande. Isso complica as coisas legalmente.

Luke

Complica, mas também levanta uma questão: como é que você empresta uma arma para alguém usar em um estande? Havia supervisão? Treinamento? A gente não sabe ainda.

Mark

Ele era CAC. Isso significa que tinha experiência?

Mimi

Tinha registro, sim. Mas ser CAC não garante que você saiba lidar com toda e qualquer arma. Ele estava usando uma que não era sua.

Luke

E o amigo que emprestou a arma — ele era responsável por ela? A polícia quer saber em quais condições estava essa arma. Isso vai ser importante.

Mark

O que vai acontecer agora?

Mimi

A investigação vai focar na regularidade do clube. Se ele cumpria as normas, se tinha as proteções corretas, se os diretores e presidente têm responsabilidade.

Luke

Mas tem um vazio: a gente não sabe ainda se houve negligência do clube, negligência de quem emprestou a arma, ou se foi só um acidente. A câmera registrou tudo, mas as conclusões ainda estão sendo tiradas.

  • Uma munição ricocheteou em um alvo fixo dentro do estande e atingiu Diego no peito — o disparo era dele, a arma era emprestada de um amigo presente.
  • Câmeras de segurança registraram o momento em que Diego cambaleou e caiu, enquanto a mulher que o acompanhava saiu correndo e o amigo, desesperado, buscou socorro.
  • Bombeiros e Samu chegaram a atender Diego com vida, mas ele não resistiu ao ferimento e morreu no local.
  • A Polícia Civil do DF abriu investigação para apurar as condições de segurança do Clube de Tiro Sniper, a regularidade administrativa do espaço e a responsabilidade de seus diretores e presidente.
  • O clube permanece aberto, e a ausência de resposta de seus representantes à imprensa aprofunda as dúvidas sobre o que falhou naquela tarde.

Na tarde de uma quarta-feira comum, Diego dos Santos Ribeiro, tatuador de 36 anos registrado como CAC, foi ao Clube de Tiro Sniper em Planaltina para uma sessão de rotina — e não voltou. Uma bala disparada por ele mesmo ricocheteou em um alvo fixo e o atingiu no peito, revelando que os espaços onde a morte é domesticada em forma de esporte podem, em um instante, deixar de obedecer às regras do jogo. Sua morte levanta questões que vão além do acidente: sobre segurança, responsabilidade e os limites do que chamamos de controle.

Diego dos Santos Ribeiro tinha 36 anos, era tatuador e registrado como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador. Na tarde de 13 de setembro, ele estava no Clube de Tiro Sniper, em Planaltina, no Distrito Federal, para o que seria uma sessão comum. Usava uma pistola emprestada de um amigo que o acompanhava. Um disparo nos alvos foi o suficiente: a munição ricocheteou em um alvo fixo posicionado perto de uma colina e o atingiu no peito.

As câmeras de segurança do clube registraram tudo. Diego atirou, se virou, cambaleou e caiu. A mulher presente saiu correndo; o amigo, em desespero, pegou o celular e foi buscar ajuda. Bombeiros e Samu foram acionados e chegaram a atendê-lo com vida, mas ele não resistiu.

Conhecido nas redes sociais como 'play tatuador', Diego morava no Paranoá e compartilhava sua rotina de trabalho, pedaladas e viagens com seguidores que agora lamentam sua ausência.

O delegado Fabrício Borges, da 31ª DP, confirmou a abertura de investigação para examinar as condições de segurança do estande, a regularidade do funcionamento do clube e a responsabilidade de seus dirigentes. A arma emprestada também será analisada. O Clube de Tiro Sniper não respondeu aos contatos da imprensa e segue em funcionamento.

Diego dos Santos Ribeiro tinha 36 anos, trabalhava como tatuador e era registrado como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador. Na tarde de quarta-feira, 13 de setembro, ele estava no Clube de Tiro Sniper, em Planaltina, no Distrito Federal, quando uma bala ricocheteou e o atingiu no peito. Ele morreu no local.

O projétil que o matou não saiu de uma arma de sua propriedade. Diego estava usando uma pistola emprestada de um amigo que o acompanhava naquele dia. Segundo Fabrício Borges, delegado chefe da 31ª Delegacia de Polícia, a munição ricocheteou após o disparo em um alvo fixo posicionado perto de uma colina dentro do estande. O que deveria ser uma sessão de tiro de rotina terminou em tragédia.

Uma câmera de segurança capturou o momento. As imagens mostram Diego atirando nos alvos enquanto outro homem o observava e o auxiliava, com uma mulher também presente. Após fazer o disparo, ele se virou, cambaleou e caiu. A mulher saiu correndo. O homem que o acompanhava desesperou-se, pegou o celular e saiu do estande em busca de ajuda. O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, e os socorristas chegaram a atender Diego com vida, mas ele não resistiu ao ferimento.

Diego era conhecido nas redes sociais como "play tatuador" e morava no Paranoá. Ele compartilhava regularmente sua rotina de trabalho, passeios de bicicleta e viagens em suas contas. Sua morte deixou um vazio em um círculo que o acompanhava digitalmente.

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu investigação focando nas condições de segurança do estabelecimento. Borges afirmou que a polícia vai examinar questões administrativas e de regularidade no funcionamento do clube, verificando se o espaço cumpria as medidas conforme a regulamentação. A investigação também vai analisar as condições da arma emprestada e a responsabilidade dos diretores e presidente do estande de tiros. O Metrópoles tentou contato com o Clube de Tiro Sniper, mas não foi atendido. O espaço segue aberto.

Queremos saber em quais condições está essa arma. Até mesmo a responsabilidade dos diretores e presidente do estande de tiros e responsáveis legais.
— Fabrício Borges, delegado chefe da 31ª Delegacia de Polícia
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