Em Rimini, na Itália, a seleção brasileira feminina de vôlei confirmou sua vocação para os grandes momentos ao superar o Japão por 3 sets a 1 e garantir presença na final da Liga das Nações. A vitória não foi linear — o terceiro set revelou a fragilidade que habita toda grandeza —, mas o Brasil soube atravessar a turbulência com ajustes táticos e determinação coletiva. É o retrato de uma equipe que não apenas vence, mas aprende enquanto joga.
Brasil vence Japão e avança à final da Liga das Nações de vôlei feminino
O Brasil disparou com oito pontos consecutivos
Por que esse jogo contra o Japão era tão importante?
Porque era a semifinal da Liga das Nações. Ganhar aqui significava ir direto para a final, que é o que toda seleção quer.
E o Japão — qual era o nível deles nessa competição? Eles eram favoritos?
O Japão é sempre uma equipe forte. Eles estavam ali na semifinal, então tinham chegado longe. Mas o Brasil mostrou superioridade, especialmente no bloqueio.
Tandara e Gattaz foram decisivas, certo?
Foram muito boas, sim. Mas é importante notar que o Japão venceu um set — o terceiro — e esteve perto de levar mais. Não foi uma vitória esmagadora.
Verdade. O terceiro set foi muito equilibrado, empatado em 29 a 29. Poderia ter ido para qualquer lado.
E o que mudou no quarto set?
O saque brasileiro melhorou muito, e o técnico José Roberto Guimarães fez substituições que funcionaram. Rosamaria e Roberta entraram e elevaram o nível.
Le Pouls
- O Japão abriu o terceiro set com uma vantagem de 12 a 5, colocando em xeque o domínio brasileiro e reacendendo a tensão na partida.
- Um set que chegou a 29 a 29 expôs os limites do controle brasileiro e mostrou que a vitória nunca esteve garantida.
- O técnico José Roberto Guimarães reagiu com ajustes táticos precisos, reequilibrando o placar e impedindo que o Japão voltasse à partida.
- A entrada de Rosamaria e Roberta no quarto set elevou o nível técnico da seleção e selou o placar em 25 a 16, confirmando a classificação.
- O Brasil chega à final de sexta-feira em Rimini com bloqueio sólido, saque afiado e a confiança de quem superou um adversário que não facilitou.
Em Rimini, na Itália, a seleção brasileira feminina de vôlei confirmou sua vocação para os grandes momentos ao superar o Japão por 3 sets a 1 e garantir presença na final da Liga das Nações. A vitória não foi linear — o terceiro set revelou a fragilidade que habita toda grandeza —, mas o Brasil soube atravessar a turbulência com ajustes táticos e determinação coletiva. É o retrato de uma equipe que não apenas vence, mas aprende enquanto joga.
A seleção brasileira feminina de vôlei garantiu sua vaga na final da Liga das Nações ao derrotar o Japão por 3 sets a 1, com parciais de 25/15, 25/23, 29/31 e 25/16. A decisão será disputada nesta sexta-feira, em Rimini, na Itália.
O primeiro set deixou clara a superioridade brasileira: após as japonesas liderarem brevemente, uma sequência de saques de Gabi abriu oito pontos consecutivos para o Brasil. Tandara e Gattaz dominaram no bloqueio, neutralizando as principais atacantes do Japão e fechando a parcial em 25 a 15. O segundo set seguiu o mesmo caminho, com o Brasil abrindo vantagem e fechando em 25 a 23, apesar das tentativas de reação japonesa.
O terceiro set foi o momento de maior tensão. O Japão saiu na frente com 12 a 5 e pareceu pronto para mudar a história da partida. Guimarães fez ajustes e o Brasil reequilibrou o placar, transformando o set em um duelo ponto a ponto até 29 a 29. A defesa japonesa prevaleceu naquele instante decisivo, garantindo a única parcial da equipe asiática.
No quarto set, o Japão voltou a começar melhor, chegando a 5 a 1. Mas o saque brasileiro ganhou precisão, o adversário cometeu quatro erros consecutivos e o Brasil virou para 12 a 8. A entrada de Rosamaria e Roberta deu ainda mais qualidade ao jogo brasileiro nos minutos finais, e a seleção fechou em 25 a 16, confirmando a classificação com um vôlei de alto nível.
A seleção brasileira feminina de vôlei conquistou sua passagem para a final da Liga das Nações ao derrotar o Japão por 3 sets a 1, nesta quinta-feira. Os parciais foram 25 a 15, 25 a 23, 29 a 31 e 25 a 16. A equipe enfrentará seu adversário na final nesta sexta-feira em Rimini, na Itália.
O primeiro set revelou desde cedo o poder ofensivo brasileiro. Embora as japonesas tivessem começado bem, liderando 10 a 9, uma sequência de saques de Gabi mudou completamente o ritmo da partida. O Brasil disparou com oito pontos consecutivos, chegando a 20 a 12, e manteve a vantagem até fechar em 25 a 15. Tandara e Gattaz formaram uma muralha praticamente intransponível no bloqueio, neutralizando os ataques de Koga e Shimamura.
O segundo set seguiu a mesma trajetória, com o Brasil dominando. Ainda que Ishikawa tentasse manter as nipônicas vivas no jogo, os erros acumulados pelo Japão permitiram que a seleção brasileira abrisse para 22 a 18 e fechasse em 25 a 23, levando a partida para 2 a 0.
O terceiro set foi quando o Japão mostrou sua melhor face. Com velocidade impressionante, a equipe asiática saiu na frente com 8 a 3 e depois 12 a 5. José Roberto Guimarães fez ajustes táticos e o Brasil conseguiu reequilibrar o placar. A partir dos 14 pontos, o set virou um duelo ponto a ponto, permanecendo empatado até 29 a 29. Naquele momento crítico, a defesa japonesa se sobressaiu e garantiu o ponto, dando ao Japão sua única vitória na partida.
No quarto set, o Japão começou bem novamente, alcançando 5 a 1. Mas o saque brasileiro ganhou precisão e o Brasil inverteu o placar para 8 a 7, depois 12 a 8, aproveitando quatro erros consecutivos do adversário. A entrada de Rosamaria e Roberta elevou ainda mais o nível técnico da seleção nos momentos finais. Dali até o fim, o Brasil apresentou um vôlei de alto nível, fechando em 25 a 16 e garantindo a vaga na final.
Citations marquantes
José Roberto Guimarães fez alterações e o Brasil reequilibrou a parcial— Relato da partida