Brasil vence Nova Zelândia 16 a 9 e garante vaga histórica nas oitavas do Mundial de Basquete 3x3 feminino na Bélgica. Equipe formada por Vanessa Sassá, Vitória Marcelino, Gabriela Guimarães e Luana Batista buscará medalha no torneio internacional.
Brasil feminino avança às oitavas do Mundial de Basquete 3x3 com vitória sobre Nova Zelândia
Queremos uma medalha e vamos lutar muito para fazer história
Como uma equipe chega a um Mundial de basquete 3x3 e consegue sua melhor campanha na história? Isso não acontece por acaso.
Não, não acontece. Mas também não é uma trajetória perfeita. Elas perderam para a França na estreia, venceram a Áustria, depois perderam para os Estados Unidos. Foram três jogos em dois dias, e cada resultado mudava as chances de continuar.
Espera — o Brasil perdeu para os Estados Unidos 18 a 14, mas abriu 4 a 1. Isso significa que a equipe estava jogando bem, cometeu erros específicos nos minutos finais, e não foi dominada. É importante essa nuance.
Exatamente. E quando enfrentou a Nova Zelândia, já sabendo que era a última chance, o Brasil repetiu o começo forte — 4 a 1 — mas dessa vez não deixou as adversárias voltarem. Manteve a vantagem e venceu 16 a 9.
Vanessa Sassá falou sobre entrar nervosa naquele jogo decisivo. Como ela conseguiu se recuperar?
Ela mesma disse que "voltou ao normal" durante a partida. Não há detalhes sobre como exatamente isso aconteceu, mas o resultado mostra que ela e a equipe conseguiram lidar com a pressão.
Aqui está o ponto: sabemos que Sassá estava nervosa e que o Brasil venceu. Mas não sabemos exatamente quais foram os "erros" contra os Estados Unidos ou como a equipe ajustou a defesa contra a Nova Zelândia. A reportagem não entra nesses detalhes táticos.
E agora? O que vem pela frente?
Quartas de final no sábado contra o segundo colocado do Grupo C. Pode ser Polônia ou Bélgica, ainda não está definido. Mas a seleção já fez história só por chegar aqui.
Sim, mas a história ainda está sendo escrita. Uma medalha seria realmente histórico. Chegar às oitavas já é o melhor resultado, mas Sassá deixou claro que o objetivo é ir mais longe.
Il Polso
- Brasil venceu Nova Zelândia 16 a 9 nas oitavas do Mundial em Antuérpia
- Equipe: Vanessa Sassá, Vitória Marcelino, Gabriela Guimarães e Luana Batista
- Melhor campanha brasileira na história do torneio de basquete 3x3 feminino
- Próximo jogo no sábado contra segundo colocado do Grupo C (Polônia ou Bélgica)
Brasil vence Nova Zelândia 16 a 9 e garante vaga histórica nas oitavas do Mundial de Basquete 3x3 feminino na Bélgica. Equipe formada por Vanessa Sassá, Vitória Marcelino, Gabriela Guimarães e Luana Batista buscará medalha no torneio internacional.
A seleção brasileira feminina de basquete 3x3 venceu a Nova Zelândia por 16 a 9 e garantiu sua melhor campanha na história do Mundial, avançando às oitavas de final em Antuérpia.
A seleção brasileira feminina de basquete 3x3 chegou onde nenhuma equipe do país havia chegado antes. Na manhã de sexta-feira em Antuérpia, na Bélgica, Vanessa Sassá, Vitória Marcelino, Gabriela Guimarães e Luana Batista derrotaram a Nova Zelândia por 16 a 9 e garantiram uma vaga nas oitavas de final do Mundial da modalidade — a melhor campanha brasileira na história do torneio.
O caminho até ali não foi linear. Na quarta-feira, quando a equipe estreou, o Brasil perdeu para a França mas venceu a Áustria. Na sexta, o dia começou com um jogo contra os Estados Unidos, um dos favoritos do campeonato. As brasileiras abriram 4 a 1 no placar, mostraram que não tinham medo da potência americana, mas cometeram erros nos minutos finais. Os Estados Unidos empataram em 9 a 9, viraram o jogo e venceram por 18 a 14. Foi uma derrota que deixou tudo em aberto.
O segundo jogo do dia, contra a Nova Zelândia, virou uma decisão. Os Estados Unidos já estavam garantidos nas quartas de final como primeiros do Grupo B. A França ocupava a segunda posição e já tinha sua vaga nas oitavas. Restava uma última classificação, e Brasil e Nova Zelândia disputavam por ela. Tudo ou nada.
Dessa vez, o Brasil não deixou dúvidas. Abriu 4 a 1 novamente, mas diferente do jogo anterior, manteve o controle. Ampliou a vantagem para oito pontos ao longo da partida e fechou em 16 a 9. Sassá, que entrou em quadra nervosa e ansiosa pela importância do confronto, conseguiu se recompor e ajudar a equipe a alcançar o resultado que fazia história.
"Estou muito feliz com essa classificação, o time está evoluindo a cada jogo e vamos seguir forte. Queremos uma medalha e vamos lutar muito para fazer história na Bélgica", disse Sassá após a vitória. Ela reconheceu que o jogo contra os Estados Unidos foi bem disputado, com chances de vitória, mas que os erros cometidos foram aproveitados pelas americanas. Contra a Nova Zelândia, porém, a equipe entrou focada e entregou o que era necessário.
O próximo desafio virá no sábado, quando o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo C nas quartas de final. As possíveis adversárias são Polônia ou Bélgica, dependendo de como os jogos daquele grupo se desenrolarem. A seleção segue viva na busca por uma medalha em um torneio onde, até poucos dias atrás, sua presença nas oitavas de final era apenas uma esperança.
Citazioni salienti
Estou muito feliz com essa classificação, o time está evoluindo a cada jogo e vamos seguir forte. Queremos uma medalha e vamos lutar muito para fazer história na Bélgica— Vanessa Sassá
Fizemos um grande jogo contra os Estados Unidos, com chance de vencer, mas cometemos alguns erros e elas aproveitaram. Contra a Nova Zelândia, entrei em quadra um pouco nervosa e ansiosa, pois era tudo ou nada, mas logo voltei ao normal e pude ajudar a equipe a conseguir o resultado positivo— Vanessa Sassá