Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil inicia sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 enfrentando Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey — um confronto que reúne duas seleções marcadas por expectativas distintas, mas igualmente carregadas de história. O encontro não é apenas o primeiro passo do Grupo C: é o momento em que projetos, lesões e escolhas táticas se traduzem em realidade dentro de campo. Para o Brasil, a estreia é sempre um rito de passagem; para Marrocos, uma chance de provar que o milagre do Catar não foi acidente.
Brasil enfrenta Marrocos na estreia da Copa do Mundo 2026
Matheus Cunha volta como titular, trazendo mobilidade ao ataque
Por que Ancelotti fez essas mudanças específicas na defesa e no ataque?
Wesley saiu por lesão, então Danilo era a opção natural para a lateral-direita. No ataque, Matheus Cunha volta como titular porque oferece mais mobilidade e presença física que Igor Thiago — é uma escolha que reflete o que Ancelotti quer para esse jogo em particular.
Marrocos perdeu dois jogadores importantes por lesão. Isso muda o equilíbrio do confronto?
Sim, mas Marrocos ainda tem qualidade. Perder Aguerd na defesa dói, e Abde Ezzalzouli é criativo no ataque. Mas eles têm Hakimi, que é um jogador de classe mundial, e chegam aqui com a confiança de quem fez uma Copa do Mundo excelente há dois anos.
Como você avalia a formação do Brasil para esse jogo?
É equilibrada. Casemiro e Bruno Guimarães dão solidez defensiva, Lucas Paquetá traz criação, e o trio ofensivo com Raphinha e Vinicius tem velocidade e qualidade. É um time que não quer apenas vencer — quer controlar o jogo.
Qual é a pressão real sobre o Brasil nessa estreia?
É sempre grande em Copa do Mundo. O Brasil é favorito, tem um técnico experiente, mas Marrocos provou na edição anterior que pode competir com qualquer um. Uma derrota aqui não elimina ninguém, mas vitória dá confiança e controle do grupo.
O Pulso
- O Brasil chega ao jogo com desfalques forçados na defesa — Wesley cortado por lesão obrigou Ancelotti a reorganizar a lateral-direita com Danilo, alterando o plano original.
- Matheus Cunha retorna à titularidade no ataque, substituindo Igor Thiago numa aposta que pode definir o perfil ofensivo da Seleção ao longo do torneio.
- Marrocos perde dois jogadores importantes antes mesmo de entrar em campo: Nayef Aguerd e Abde Ezzalzouli foram cortados por lesão, abalando a estrutura defensiva e ofensiva da equipe.
- Achraf Hakimi surge como o principal trunfo marroquino, carregando sobre os ombros a responsabilidade de elevar o nível técnico de uma equipe já pressionada pelas ausências.
- A partida abre o Grupo C e estabelece o tom para ambas as seleções — uma derrota logo na estreia pode complicar seriamente a trajetória rumo às fases eliminatórias.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil inicia sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 enfrentando Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey — um confronto que reúne duas seleções marcadas por expectativas distintas, mas igualmente carregadas de história. O encontro não é apenas o primeiro passo do Grupo C: é o momento em que projetos, lesões e escolhas táticas se traduzem em realidade dentro de campo. Para o Brasil, a estreia é sempre um rito de passagem; para Marrocos, uma chance de provar que o milagre do Catar não foi acidente.
O Brasil entra em campo neste sábado, 13 de junho, para sua estreia na Copa do Mundo de 2026, diante de Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey. O jogo, marcado para as 19h (horário de Brasília), abre a primeira rodada do Grupo C e representa o primeiro teste real do projeto de Carlo Ancelotti à frente da Seleção.
O técnico italiano encerrou a preparação com treino na sexta-feira em Morristown e já definiu as principais mudanças no time. Na defesa, Danilo assume a lateral-direita após o corte de Wesley por lesão, enquanto Alex Sandro entra no lado esquerdo no lugar de Douglas Santos. Marquinhos e Gabriel Magalhães formam a dupla de zagueiros, com Alisson no gol. No meio, Casemiro e Bruno Guimarães atuam como volantes, com Lucas Paquetá mais adiantado. No ataque, o retorno de Matheus Cunha como centroavante titular — no lugar de Igor Thiago — é a mudança mais significativa, com Raphinha e Vinicius Júnior completando o trio.
Do outro lado, Marrocos chega ao torneio carregando a memória da campanha histórica no Catar, quando terminou em quarto lugar, mas enfrenta turbulências antes mesmo da estreia. O zagueiro Nayef Aguerd e o ponta Abde Ezzalzouli foram cortados por lesão durante os amistosos de junho, com Marwane Saâdane e Amine Sbaï convocados como substitutos. O lateral Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, permanece como o grande nome da equipe e símbolo das ambições marroquinas nesta Copa.
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (13 de junho) para sua estreia na Copa do Mundo de 2026, enfrentando Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos. O confronto acontece às 19h (horário de Brasília) e marca o início da primeira rodada do Grupo C do torneio. Carlo Ancelotti, técnico italiano da equipe, finalizou os preparativos com o último treino na sexta-feira no Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown, e já sinalizou as principais mudanças que deve fazer em relação aos últimos compromissos.
Na defesa, o Brasil terá Danilo como titular na lateral-direita, posição que ficou vaga após o corte de Wesley por lesão. Do outro lado, Alex Sandro assume a lateral-esquerda no lugar de Douglas Santos. Ancelotti mantém a dupla de zagueiros com Marquinhos e Gabriel Magalhães, enquanto Alisson segue como goleiro. A linha defensiva, portanto, passa por ajustes que refletem as opções disponíveis para o técnico no momento.
No meio-campo, Lucas Paquetá deve atuar como meia ofensivo à frente dos volantes Casemiro e Bruno Guimarães, formação que oferece equilíbrio entre defesa e criação. No ataque, a mudança mais significativa é o retorno de Matheus Cunha como titular, ocupando a posição de centroavante no lugar de Igor Thiago. Raphinha e Vinicius Júnior completam o trio ofensivo. A escalação esperada coloca em campo: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Jr. e Matheus Cunha.
Marrocos chega ao torneio como quarto colocado da edição anterior, realizada no Catar, e busca repetir aquela campanha impressionante. Porém, a equipe comandada por Mohamed Ouahbi enfrenta desafios antes mesmo do confronto com o Brasil. O zagueiro Nayef Aguerd e o ponta Abde Ezzalzouli foram cortados da convocação após sofrerem lesões durante os amistosos da Data Fifa de junho. Marwane Saâdane e Amine Sbaï chegam como substitutos para preencher essas ausências.
O destaque técnico da Seleção Marroquina é Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, que traz experiência e qualidade defensiva para a equipe. A partida de sábado representa um teste importante para ambas as seleções no início de suas jornadas rumo ao título mundial.
Citações Notáveis
Marrocos chega ao torneio na esperança de repetir a ótima campanha da edição do Catar— Contexto da preparação marroquina