O vencedor desse duelo será o adversário brasileiro nas quartas
No grande teatro das Copas do Mundo, o Brasil já vislumbra os contornos do caminho à frente: antes de sonhar com quartas de final, a seleção de Ancelotti precisa cruzar o obstáculo norueguês no dia 5 de julho. A chave se fechou com Inglaterra e México garantindo suas vagas, e o vencedor desse duelo no Azteca aguardará o Brasil — ou quem o superar — na fase seguinte. É o momento em que o torneio começa a revelar seus verdadeiros protagonistas.
- O Brasil enfrenta a Noruega no domingo com a consciência de que uma derrota encerra de vez o sonho do hexacampeonato em 2026.
- A chave das quartas ganhou forma com a Inglaterra virando sobre a República Democrática do Congo (2-1) e o México eliminando o Equador (2-0) — dois adversários de peso esperando o vencedor do duelo brasileiro.
- A seleção chega embalada após uma virada dramática sobre o Japão, com gols de Casemiro e Martinelli selando o 2-1 e reforçando a confiança no esquema de Ancelotti.
- O México joga em casa, no mítico Estádio Azteca, enquanto a Inglaterra se apresenta como uma das forças mais sólidas do torneio — qualquer dos dois representaria um teste severo nas quartas.
A Seleção Brasileira já conhece os possíveis adversários que a aguardam nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 — mas antes precisa superar a Noruega, no próximo domingo, dia 5, nas oitavas. O vencedor desse confronto enfrentará México ou Inglaterra na fase seguinte.
A chave se definiu com dois resultados desta semana: a Inglaterra eliminou a República Democrática do Congo por 2 a 1, enquanto o México derrotou o Equador por 2 a 0. Os dois times se enfrentam também no dia 5, no Estádio Azteca, às 21h (horário de Brasília), e o vencedor será o próximo adversário do Brasil caso a seleção avance.
O time de Carlo Ancelotti chega ao duelo em boa forma, após virar o placar contra o Japão com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli, fechando em 2 a 1. A confiança está alta. Mas a prioridade imediata é clara: despachar a Noruega e manter viva a campanha rumo ao título.
A Seleção Brasileira já sabe quem pode encontrar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 — mas primeiro precisa despachar a Noruega. O confronto acontece no próximo domingo, dia 5, nas oitavas de final, e o vencedor segue para enfrentar um de dois adversários de peso: México ou Inglaterra.
A chave se definiu nesta semana com dois resultados que fecharam o quadro. A Inglaterra eliminou a República Democrática do Congo por 2 a 1, virando o placar na quarta-feira. Do outro lado, o México garantiu sua vaga ao derrotar o Equador por 2 a 0. Esses dois times se encontram no mesmo domingo que o Brasil enfrenta os noruegueses, também no dia 5, mas no Estádio Azteca, no México, às 21h (horário de Brasília). O vencedor desse duelo será o adversário brasileiro nas quartas.
O Brasil chega a esse confronto contra a Noruega em boa forma. Na fase anterior, a equipe comandada por Carlo Ancelotti virou contra o Japão, saindo atrás no placar mas buscando a vitória com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli, fechando em 2 a 1. Esse resultado deixou a seleção embalada e confiante para o próximo desafio.
México e Inglaterra são rivais tradicionais e de qualidade reconhecida. A Inglaterra chega às oitavas como uma das seleções mais fortes do torneio, enquanto o México, jogando em casa, tem a vantagem do Estádio Azteca. Para o Brasil, qualquer um dos dois representa um teste significativo nas quartas de final. Mas antes disso, a prioridade é clara: superar a Noruega e manter viva a campanha na competição.
Notable Quotes
A equipe comandada por Carlo Ancelotti precisa superar a Noruega nas oitavas de final antes de pensar em um possível duelo nas quartas— Contexto da reportagem
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que a definição dessa chave agora, antes mesmo do Brasil jogar contra a Noruega?
Porque México e Inglaterra já completaram suas fases de grupos. Seus resultados fecharam o quadro, então agora sabemos exatamente quem pode sair daquele lado da chave.
O Brasil tem alguma vantagem por conhecer os possíveis adversários com antecedência?
Não muita. Conhecer o adversário é útil, mas só se você passar. O foco tem que estar 100% na Noruega primeiro. Qualquer tropeço ali e o resto não importa.
Como você avalia a forma do Brasil neste momento?
Muito boa. A virada contra o Japão mostrou mentalidade, capacidade de se recuperar quando as coisas não saem como planejado. Casemiro e Martinelli marcaram nos momentos certos. Isso dá confiança.
E se for México nas quartas? Jogar em casa muda as coisas para eles?
Muda bastante. O Estádio Azteca é um fator real. Mas o Brasil já jogou em ambientes hostis antes. A questão é manter a concentração e não deixar a pressão da torcida afetar o desempenho.
Qual dos dois — México ou Inglaterra — você acha mais perigoso?
Difícil dizer sem ver como ambos chegam até lá. Mas Inglaterra tem mais tradição em competições internacionais. México tem o fator casa. Qualquer um é um adversário que exige respeito total.