Brasil conhece caminho para hexa em 2026; Argentina pode estar na semifinal

Argentina pode estar frente a frente com o Brasil numa eventual semifinal
O sorteio coloca as duas potências sul-americanas em trajetórias que podem se cruzar na penúltima fase do torneio.
Mark

Como o Brasil chegou a essa posição de cabeça de chave no Grupo C?

Mimi

O Brasil é pentacampeão mundial, então naturalmente recebe esse status privilegiado no sorteio. Significa que enfrentará três adversários teoricamente mais fracos — Marrocos, Haiti e Escócia — na fase de grupos.

Mark

E se não conseguir terminar em primeiro lugar?

Mimi

Aí as coisas ficam mais complicadas. Se terminar em segundo, enfrenta o líder do Grupo F em Monterrey, em vez de enfrentar o segundo colocado em Houston. É uma diferença que pode parecer pequena, mas muda toda a dinâmica.

Mark

A Argentina realmente é favorita para a semifinal?

Mimi

Está no Grupo J, que é relativamente acessível. Se avançar como esperado, os caminhos do Brasil e da Argentina podem se cruzar nas semifinais — seria um encontro de duas potências sul-americanas num momento decisivo.

Mark

Qual é o maior risco que o Brasil enfrenta?

Mimi

Encontrar Alemanha, Espanha ou França antes da final. Essas seleções estão do outro lado da chave e são extremamente fortes. Se o Brasil não tiver sorte nos confrontos anteriores, pode esbarrar numa delas nas quartas ou semifinais.

Mark

O formato com 48 equipes muda algo para o Brasil?

Mimi

Muda a dinâmica geral, mas o Brasil, como cabeça de chave, está protegido. O que realmente importa é que há muito mais combinações possíveis agora — 495, para ser exato — o que torna o torneio mais imprevisível do que nunca.

  • O sorteio revelou um Grupo C relativamente favorável ao Brasil, com Marrocos, Haiti e Escócia como adversários — mas a pressão pelo hexa torna cada partida um peso histórico.
  • A possibilidade de um Brasil x Argentina nas semifinais acende a imaginação de torcedores dos dois lados e eleva a tensão política e esportiva do torneio a outro patamar.
  • O novo formato com 48 seleções cria 495 combinações possíveis para o mata-mata, tornando o planejamento tático e a gestão do elenco mais complexos do que em qualquer Copa anterior.
  • A seleção comandada por Carlo Ancelotti estreia em 13 de junho no MetLife Stadium e terá pela frente uma sequência que pode incluir Alemanha, Espanha ou França numa eventual final em 19 de julho.

Após décadas de espera desde o último título em 2002, o Brasil recebe do sorteio de 2026 um caminho concreto rumo ao hexa — começando por adversários acessíveis no Grupo C e vislumbrando, nas semifinais, o eterno rival argentino. O torneio, que pela primeira vez reunirá 48 nações em três países anfitriões, transforma a busca pelo sexto título numa jornada de múltiplas possibilidades e encontros históricos.

O Brasil sabe agora quem terá de superar para conquistar o tão aguardado hexacampeonato. No sorteio da Copa do Mundo de 2026, a Seleção foi colocada como cabeça de chave do Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Os três jogos da fase de grupos estão marcados para 13, 19 e 24 de junho, com a estreia prevista para o MetLife Stadium, nos Estados Unidos — palco também da grande final, em 19 de julho.

Se o Brasil terminar em primeiro no grupo, enfrentará o segundo colocado do Grupo F nas oitavas de final, em Houston, no dia 29 de junho. O Grupo F reúne Holanda, Japão, Tunísia e um representante da repescagem europeia. Avançando, os adversários potenciais incluem seleções dos grupos E e I — onde estão Alemanha, França e Senegal, entre outros.

O momento mais aguardado, porém, pode vir nas semifinais: Argentina, Canadá e Portugal surgem como os prováveis adversários nessa fase, com a Argentina — posicionada no Grupo J ao lado de Argélia, Áustria e Jordânia — como o encontro mais carregado de história e rivalidade. Na final, Alemanha, Espanha e França aparecem como possíveis obstáculos ao título.

O torneio de 2026 inaugura um novo formato: 48 seleções disputarão a Copa pela primeira vez, com os oito melhores terceiros colocados também avançando ao mata-mata. A competição começa em 11 de junho, com o México em campo no Estádio Azteca, e encerra um ciclo de 24 anos de espera brasileira — ou abre mais um capítulo de frustração. O caminho está traçado; resta percorrê-lo.

O Brasil conhece agora o caminho que terá de trilhar para conquistar seu sexto título mundial. Após o sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizado recentemente, a Seleção Brasileira já pode visualizar os adversários que enfrentará no torneio que será disputado no Canadá, Estados Unidos e México — e, se tudo correr conforme o esperado, pode estar frente a frente com a Argentina numa eventual semifinal.

Como cabeça de chave do Grupo C, o Brasil estreará contra Marrocos, Haiti e Escócia. Os três jogos da fase inicial estão marcados para 13, 19 e 24 de junho, respectivamente. A estreia acontecerá no MetLife Stadium, localizado em East Rutherford, ou em Foxborough — ambos nos Estados Unidos. Estes são os primeiros passos de uma jornada que, se bem-sucedida, levará a seleção comandada por Carlo Ancelotti até a conquista do hexa, o título que falta desde 2002.

Caso o Brasil termine em primeiro lugar em seu grupo, enfrentará o segundo colocado do Grupo F na rodada dos 16 avos de final, que será o primeiro mata-mata do torneio. Esse confronto acontecerá em Houston, no dia 29 de junho. O Grupo F reúne Holanda, Japão, Tunísia e o vencedor da repescagem europeia B — que pode ser Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia. Se a seleção terminar em segundo lugar em seu grupo, o adversário será o líder do Grupo F, e o jogo será em Monterrey, no México, também no dia 29 de junho.

Avançando para as oitavas de final, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo E — que contém Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador — ou o segundo colocado do Grupo I, onde estão França, Senegal, Noruega e o vencedor da repescagem intercontinental. Nas quartas de final, o adversário será o primeiro colocado do Grupo A, que reúne México, África do Sul, Coreia do Sul e o vencedor da repescagem europeia D, ou o líder do Grupo L, composto por Inglaterra, Gana, Croácia e Panamá.

É na semifinal que surge a possibilidade mais intrigante: Argentina, Canadá e Portugal despontam como os favoritos a enfrentar a seleção brasileira nessa fase, caso Ancelotti consiga levar seu time até lá. A Argentina, em particular, está no Grupo J ao lado de Argélia, Áustria e Jordânia, o que a coloca numa trajetória que poderia cruzar com a do Brasil nas semifinais. A final, por sua vez, pode reunir qualquer seleção posicionada do outro lado da chave — Alemanha, Espanha e França são exemplos de potenciais adversários nessa etapa decisiva.

O torneio de 2026 marca uma mudança significativa no formato: pela primeira vez, 48 equipes participarão da Copa do Mundo, em vez das tradicionais 32. Isso significa que os oito melhores terceiros colocados também avançarão para a fase de mata-mata, criando 495 combinações possíveis para os confrontos que virão. A competição terá início em 11 de junho, com o México em campo no lendário Estádio Azteca, e se encerrará em 19 de julho, quando a final será disputada no MetLife Stadium. A Fifa ainda definirá os horários e locais exatos de todas as partidas no sábado.

Ancelotti vê o grupo do Brasil como difícil, mas reitera confiança de que a seleção deve pensar em ganhar os três jogos
— Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira
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