Em Brasília, à margem do G20, o secretário de Estado americano Antony Blinken confrontou publicamente a comparação feita por Lula entre as operações militares de Israel em Gaza e o Holocausto — uma das mais carregadas analogias históricas que um líder pode invocar. Ao mesmo tempo, Blinken recusou-se a deixar que a discordância rompesse a aliança, lembrando que amizades entre nações, como entre pessoas, sobrevivem ao desacordo. O episódio revela a tensão permanente entre a linguagem moral da política e as exigências pragmáticas da diplomacia.
Blinken discorda profundamente de Lula sobre comparação com Holocausto
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