Em 2026, Bernie Sanders emerge como uma das vozes políticas mais incômodas para os gigantes da inteligência artificial — não como um outsider, mas como alguém profundamente enraizado na tradição americana de confrontar a concentração de poder. O senador de Vermont direciona décadas de experiência anticorporativa para um setor que cresceu mais rápido do que as leis conseguem acompanhar, levantando questões sobre transparência, trabalho e quem, afinal, paga o preço do progresso tecnológico. Sua presença sinaliza não apenas uma crítica individual, mas uma possível virada no consenso político amer