No Beira-Rio, Eduardo Baptista iniciou sua trajetória à beira do campo com uma vitória que o Inter precisava mais do que queria admitir. Diante do Corinthians, o Colorado venceu por 2 a 1 e encerrou um longo silêncio de triunfos em casa, mas o alívio coexiste com a urgência: o time segue na zona de rebaixamento, e o calendário não perdoa. Há momentos em que uma vitória não resolve tudo — mas sem ela, nada mais pode começar.
Baptista valoriza estreia vitoriosa: Inter bate Corinthians e sai da zona de rebaixamento
Precisávamos de uma mudança de comportamento, não só qualidade
Então Baptista chega e já ganha. Isso muda alguma coisa de verdade, ou é só um alívio temporário?
Muda o ânimo, com certeza. Mas Baptista foi bem claro: não é só sobre vencer uma vez. Ele quer que aquele comportamento — a agressividade, a recuperação de bolas — vire hábito nos próximos nove jogos.
Nove jogos? De onde vem esse número?
São os jogos que faltam para o Inter sair da zona de rebaixamento, teoricamente. Mas é um cálculo dele, não uma garantia.
E o Corinthians? Era um time fácil ou o Inter jogou bem mesmo?
O Corinthians é de qualidade, segundo o próprio Baptista. Mas o Inter conseguiu roubar muitas bolas, o que não é comum. Nos primeiros trinta minutos, o Inter foi muito bom. Depois caiu.
Caiu por quê? Cansaço, ajuste tático do Corinthians, falta de experiência de Baptista?
A fonte não especifica. Baptista só diz que precisaram do intervalo para corrigir.
E agora, com 31 pontos em 17º lugar, qual é a realidade?
Ainda estão na zona de rebaixamento. Ultrapassaram o Grêmio, mas é margem pequena. O próximo jogo, domingo contra o Grêmio, é praticamente uma final.
Espera — eles ultrapassaram o Grêmio e agora enfrentam o Grêmio? Isso é coincidência ou tem algo mais?
Coincidência do calendário. Mas sim, é um confronto direto pela fuga do rebaixamento.
Der Puls
- O Inter chegou ao jogo carregando mais de quatro meses sem vencer em casa pelo Brasileirão, uma pressão que pesava sobre o novo técnico antes mesmo de seu primeiro apito.
- Vitinho marcou ainda no primeiro minuto, e Alan Patrick ampliou na segunda etapa, mas o Corinthians descontou e manteve a tensão até o apito final.
- Baptista identificou a recuperação de bolas como o diferencial da noite, defendendo que essa agressividade precisa se tornar identidade nos nove jogos restantes.
- Apesar da vitória, o Inter permanece na 17ª posição com 31 pontos, e o próximo desafio é o clássico contra o Grêmio no domingo — um jogo que pode definir rumos.
No Beira-Rio, Eduardo Baptista iniciou sua trajetória à beira do campo com uma vitória que o Inter precisava mais do que queria admitir. Diante do Corinthians, o Colorado venceu por 2 a 1 e encerrou um longo silêncio de triunfos em casa, mas o alívio coexiste com a urgência: o time segue na zona de rebaixamento, e o calendário não perdoa. Há momentos em que uma vitória não resolve tudo — mas sem ela, nada mais pode começar.
Na quarta-feira à noite, Eduardo Baptista estreou no comando do Inter com uma vitória de 2 a 1 sobre o Corinthians no Beira-Rio — o primeiro triunfo colorado em casa pelo Brasileirão desde maio, quando o adversário havia sido o Vasco. Era o resultado que o time precisava, e o técnico sabia o peso daquele momento.
Vitinho abriu o placar antes mesmo do primeiro minuto se encerrar. Alan Patrick ampliou na segunda etapa, e André descontou para o Corinthians, mas não o suficiente para mudar o desfecho. O jogo não foi uniforme: nos primeiros trinta minutos, o Inter dominou; depois, recuou e permitiu que o adversário retomasse o controle. O intervalo serviu para ajustes que garantiram a vantagem.
Na coletiva, Baptista foi direto. Reconheceu a qualidade técnica do Corinthians, mas deixou claro que qualidade sozinha não basta na Série A. O que chamou atenção foi a recuperação de bolas — 'talvez tenha sido o jogo que mais roubamos bolas', disse o técnico, apontando essa intensidade como o caminho para os compromissos seguintes.
A vitória, porém, não tirou o Inter da zona de rebaixamento. O Colorado subiu para a 17ª posição com 31 pontos, ultrapassando o Grêmio na tabela — e é justamente contra o rival que jogará no domingo. Baptista enxergou o resultado como um passo necessário: com a confiança recuperada, acreditava que o time tinha condições de jogar melhor. O importante, naquele momento, era vencer. E isso havia sido feito.
Na noite de quarta-feira, o Inter voltou a respirar. Eduardo Baptista, em seu primeiro jogo como técnico, viu seu time derrotar o Corinthians por 2 a 1 no Beira-Rio, encerrando um jejum de vitórias em casa que durava desde 16 de maio, quando o Colorado havia superado o Vasco. Era um resultado que o time precisava, e Baptista sabia disso.
Vitinho abriu o placar antes mesmo do primeiro minuto terminar, estabelecendo um ritmo que o Inter manteria durante boa parte da partida. Alan Patrick ampliou a vantagem na segunda etapa, parecendo encaminhar a vitória. André descontou para o Corinthians, mas não foi o suficiente para evitar a derrota.
Na coletiva após o jogo, Baptista foi direto ao ponto. Conhecia bem o adversário, reconheceu sua qualidade técnica, mas deixou claro que qualidade sozinha não bastava. O que o Inter precisava era de uma mudança de postura, de atitude. "Talvez tenha sido o jogo que nós mais roubamos bolas", disse o técnico, identificando naquela recuperação de posse um dos pilares do que esperava para os próximos compromissos. Esse tipo de agressividade, explicou, é o que diferencia os times na Série A.
O técnico reconheceu que o desempenho não foi uniforme. Nos primeiros trinta minutos, o Inter jogou bem. Depois, o time recuou, permitindo que o Corinthians retomasse o controle. O intervalo serviu para correções, e a equipe conseguiu manter a vantagem até o final. Baptista insistiu que esse tipo de pegada, essa intensidade, precisava virar rotina nos nove jogos que ainda faltavam.
Mas a vitória, por importante que fosse para o moral, não tirou o Inter da zona de rebaixamento. O time subiu para a 17ª posição com 31 pontos, ultrapassando o Grêmio na tabela. Ainda assim, a situação permanecia delicada. O próximo compromisso seria justamente contra o rival no domingo, um confronto que poderia aprofundar a crise ou começar a reverter o quadro. Baptista, porém, via o resultado como um passo necessário. Com confiança recuperada, acreditava que seu time tinha qualidade para jogar melhor. O importante naquele momento era vencer, e isso havia sido feito.
Bemerkenswerte Zitate
Nós precisávamos de uma mudança de comportamento. Talvez tenha sido o jogo que nós mais roubamos bolas. Esse é o espírito da Série A.— Eduardo Baptista, técnico do Inter
Esse comportamento tem de ser mantido para os nove jogos. Precisamos manter essa pegada.— Eduardo Baptista