Bahia enfrenta Palmeiras na 25ª rodada com escalações confirmadas; onde assistir

Quatro jogos sem vitória contra dez sem perder
O contraste entre as campanhas recentes do Bahia e do Palmeiras define o confronto de domingo em Salvador.
Mark

Por que esse jogo importa agora, nessa rodada específica?

Mimi

O Bahia está em crise de resultados — quatro jogos sem vencer — e precisa se aproximar do G-4. O Palmeiras, invicto há dez partidas, quer se consolidar na liderança. É um confronto entre quem está caindo e quem está subindo.

Luke

Mas o Bahia ainda tem 37 pontos em sexto lugar. Não é exatamente uma queda livre. E o Palmeiras está em terceiro, não na liderança — há diferença entre consolidar terceiro e brigar por primeiro.

Mark

Qual é o maior risco para o Bahia nesse jogo?

Mimi

Os desfalques. Caio Alexandre e Jean Lucas são peças importantes, e Erick Pulga e Kanu também faltam. Rogério Ceni vai ter de improvisar.

Luke

Verdade, mas o Bahia conseguiu empatar com o Ceará mesmo com esses problemas. Não é como se o time desabasse sem esses jogadores.

Mark

E o Palmeiras, tem algo que o preocupa?

Mimi

Gustavo Gómez pode ser poupado após lesão no olho. É um zagueiro importante. Mas Abel Ferreira tem mantido a equipe invicta mesmo com rotações.

Luke

Dez jogos sem perder é impressionante, mas dois desses foram empates. Contra times mais fortes, o Palmeiras pode sofrer mais.

Mark

O histórico favorece muito o Palmeiras?

Mimi

Sim, 28 vitórias contra 11 do Bahia em 56 jogos. Mas o Bahia venceu 1 a 0 no primeiro turno deste ano em São Paulo. Então há precedente recente de vitória baiana.

Luke

Um jogo em 56 não muda muito a tendência histórica. E foi em São Paulo, não em Salvador. O Bahia tem apenas cinco vitórias em 27 duelos em casa.

Mark

Como os técnicos vão tentar vencer?

Mimi

Rogério Ceni quer equilíbrio defensivo para não sofrer. Abel Ferreira busca explorar contra-ataques, onde Vitor Roque tem sido letal — três gols em cinco jogos.

Luke

Mas o Palmeiras sofreu apenas dois gols em dez jogos. Então mesmo que o Bahia consiga equilibrar a defesa, criar chances ofensivas vai ser difícil.

  • O Bahia acumula quatro jogos sem vencer no Brasileirão, sofrendo sete gols e marcando apenas quatro, enquanto o Palmeiras chega com dez partidas de invencibilidade e 49 pontos na tabela.
  • Rogério Ceni enfrenta um quebra-cabeça tático com desfalques por lesão e suspensão em posições-chave, incluindo Caio Alexandre, Jean Lucas, Erick Pulga e Kanu.
  • Abel Ferreira mantém sua estrutura consolidada, com Vitor Roque em alta — três gols nos últimos cinco jogos — e um meio-campo que criou 12 chances decisivas no mesmo período.
  • O histórico pesa contra o time da casa: em 56 confrontos, o Palmeiras venceu 28 vezes contra apenas 11 do Bahia, com somente cinco triunfos tricolores em Salvador.
  • Com ingressos esgotados e 50 mil torcedores esperados na Fonte Nova, o resultado pode redesenhar a parte alta da classificação e definir quem permanece na briga pelo G-4.

No domingo em Salvador, dois projetos distintos de temporada se encontram na Arena Fonte Nova: o Bahia, que busca reencontrar o caminho das vitórias após um jejum que ameaça seu lugar entre os melhores, e o Palmeiras, que chega invicto há dez partidas e com ambições de liderança. O futebol, como sempre, oferece a ambos a mesma oportunidade — e a mesma incerteza.

No domingo à tarde em Salvador, a Arena Fonte Nova recebe um dos confrontos mais carregados da 25ª rodada do Brasileirão Betano. O Bahia, sexto colocado com 37 pontos, tenta encerrar um jejum de quatro partidas sem vitória. Do outro lado, o Palmeiras chega em terceiro lugar com 49 pontos e uma sequência invicta de dez jogos — oito vitórias e dois empates em todas as competições.

Rogério Ceni terá de montar seu 4-2-3-1 com peças faltando: Caio Alexandre está fora por lesão no tendão, Jean Lucas cumpre suspensão, e Erick Pulga e Kanu têm problemas musculares. A escalação prevista aposta em Éverton Ribeiro como criador e Willian José como referência ofensiva. Abel Ferreira, por sua vez, conta com um elenco mais intacto, embora Gustavo Gómez possa ser poupado após lesão no olho. Vitor Roque vive boa fase, com três gols nos últimos cinco jogos.

O histórico entre os clubes favorece amplamente o visitante: em 56 duelos, o Palmeiras venceu 28 vezes contra 11 do Bahia. Em Salvador, o Tricolor somou apenas cinco triunfos em 27 confrontos. Ainda assim, no primeiro turno deste Brasileirão, o Bahia surpreendeu e venceu por 1 a 0 em São Paulo — um precedente que alimenta a esperança da torcida local.

Com ingressos esgotados e transmissão nacional garantida, o duelo tem peso real na tabela. O Palmeiras quer consolidar o terceiro lugar; o Bahia precisa vencer para não se distanciar do G-4. O árbitro Anderson Daronco apita a partida, com previsão de calor e possibilidade de chuva isolada em Salvador.

No domingo à tarde em Salvador, o Bahia recebe o Palmeiras na Arena Fonte Nova para a 25ª rodada do Brasileirão Betano. O jogo começa às 16h, e o contraste entre os dois times é evidente: o Esquadrão de Aço tenta sair de um jejum de quatro partidas sem vitória, enquanto o visitante chega em sequência invicta de dez jogos, buscando se aproximar da liderança da tabela.

O Bahia ocupa a sexta posição com 37 pontos em 23 partidas — dez vitórias, sete empates e seis derrotas. O Palmeiras, em terceiro lugar, soma 49 pontos em 22 jogos, com 15 triunfos, quatro empates e apenas três derrotas. A campanha recente do time paulista é particularmente sólida: oito vitórias e dois empates nos últimos dez compromissos em todas as competições. O Bahia, por sua vez, venceu apenas uma vez nos últimos cinco jogos do campeonato, sofrendo sete gols nesse período enquanto marcava apenas quatro.

Rogério Ceni escalará o Bahia em formação 4-2-3-1, priorizando equilíbrio defensivo diante de um adversário que explora contra-ataques com eficiência. Ronaldo fica no gol, com Gilberto, Gabriel Xavier, Ramos Mingo e Luciano Juba na defesa. Rezende e Rodrigo Nestor formam a dupla de volantes, Éverton Ribeiro atua na criação, e Michel Araújo, Sanabria e Willian José completam o ataque. O técnico baiano terá de lidar com desfalques importantes: Caio Alexandre está fora por lesão no tendão, Jean Lucas cumpre suspensão por cartão vermelho, e Erick Pulga e Kanu sofrem com problemas musculares.

Abel Ferreira também opta pela formação 4-2-3-1, mantendo a estrutura que tem funcionado. Weverton defende, Giay, Bruno Fuchs, Murilo e Piquerez formam a linha defensiva, Andreas Pereira e Lucas Evangelista controlam o meio-campo, Felipe Anderson fornece criatividade, e Flaco López e Vitor Roque lideram o ataque. O Palmeiras pode poupar Gustavo Gómez após lesão no olho em jogo recente, enquanto Micael cumpre suspensão pelo terceiro amarelo. Vitor Roque marcou três gols nos últimos cinco jogos, e o meio-campo criou 12 chances decisivas nesse período.

O histórico entre os clubes favorece o Palmeiras. Em 56 confrontos, o time paulista venceu 28 vezes contra 11 do Bahia, com 17 empates. O placar mais frequente é 2 a 1, repetido dez vezes. No primeiro turno do Brasileirão deste ano, porém, o Bahia surpreendeu e venceu por 1 a 0 em São Paulo. Em Salvador, o Tricolor tem apenas cinco triunfos em 27 duelos. A maior goleada do Palmeiras ocorreu em 1963, quando venceu por 5 a 0 em amistoso na Fonte Nova.

Anderson Daronco apita a partida, com Caio Max Augusto Vieira no VAR. O árbitro gaúcho registra 85% de acerto em decisões recentes no Brasileirão. Os assistentes são Bruno Pires e Rafael da Silva. A previsão climática indica temperaturas entre 21°C e 28°C, com possibilidade de chuva isolada. O gramado passou por manutenção recente, e as chuvas de setembro já superam 82 milímetros, 112% da média mensal.

Os ingressos para a Arena Fonte Nova, que tem capacidade para 50 mil torcedores, esgotaram. A transmissão ocorre na TV Globo para regiões selecionadas, no Premiere para pay-per-view, e no ge.globo via streaming gratuito no YouTube. Em Salvador, o SporTV também transmite. A cobertura começa 30 minutos antes do apito inicial. O confronto pode alterar significativamente a parte alta da classificação, com o Palmeiras buscando consolidar sua posição de terceiro lugar e o Bahia tentando se reaproximar do G-4.

Rogério Ceni opta por formação 4-2-3-1, priorizando equilíbrio defensivo
— Escalação do Bahia
Abel Ferreira adota o 4-2-3-1 para explorar contra-ataques
— Estratégia do Palmeiras
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