Em meio à corrida presidencial brasileira de 2026, Augusto Cury — psiquiatra, escritor e empresário filiado ao Avante — emergiu das margens da disputa para o centro da atenção pública em questão de dias. Sua candidatura formal despertou uma audiência já construída ao longo de décadas de livros vendidos, e as redes sociais amplificaram esse despertar de forma incomum: mais de 2 milhões de novos seguidores no Instagram e um aumento de mais de 1000% nas menções em uma semana. O fenômeno levanta uma questão antiga sobre a política moderna — até onde a visibilidade digital pode abrir caminho para o