Argentina vira histórico 2 a 0 contra Egito e avança às quartas da Copa 2026

A Argentina não se rendeu quando tudo parecia perdido
Após estar perdendo por 2 a 0, a campeã mundial marcou três gols nos minutos finais para vencer o Egito.
Mark

Como a Argentina conseguiu reverter um placar de 2 a 0 contra um time que havia chegado invicto até as oitavas?

Mimi

O Egito jogou muito bem defensivamente no primeiro tempo, mas quando a Argentina começou a pressionar de verdade no segundo tempo, a defesa egípcia não conseguiu manter a organização. Messi e os outros atacantes argentinos exploram espaços com uma precisão que poucos times conseguem acompanhar.

Mark

Messi perdeu um pênalti no primeiro tempo. Isso o afetou psicologicamente?

Mimi

Aparentemente não. Ele voltou e fez o gol do empate com um chute forte de perna esquerda. Parece que a Argentina como um todo não desistiu, e isso transmite confiança. Um time campeão sabe que tem tempo.

Mark

O Egito teve uma campanha impressionante até esse jogo. O que faltou?

Mimi

Faltou conseguir sustentar a vantagem quando a Argentina aumentou a intensidade. O Egito foi eficiente, mas não tinha a profundidade ofensiva para manter a pressão quando precisava defender. Contra um time como a Argentina, isso é fatal.

Mark

Enzo Fernández marcou o gol decisivo. Quem é ele?

Mimi

Um jogador que apareceu no momento certo, livre na segunda trave, e cabeceou com precisão. Esses são os gols que definem campanhas em Copas do Mundo — não os mais bonitos, mas os mais importantes.

Mark

A Argentina vai conseguir manter esse ritmo nas quartas?

Mimi

Isso depende de quanto essa partida a desgastou emocionalmente. Duas viradas em duas partidas é muito. Mas se há algo que a Argentina provou, é que sabe como reagir quando está contra a parede.

  • A Argentina estava à beira da eliminação precoce, perdendo por 2 a 0 para um Egito que nunca havia chegado às quartas de final de uma Copa do Mundo.
  • Messi desperdiçou um pênalti no primeiro tempo, e o segundo gol egípcio, com participação de Salah, parecia selar o destino da campeã mundial.
  • Cristian Romero diminuiu de cabeça após cruzamento de Messi, e o gol funcionou como detonador: a Argentina passou a dominar completamente o jogo.
  • Messi empatou com um chute de esquerda dentro da área, e Enzo Fernández completou a virada nos acréscimos com um cabeceio preciso na segunda trave.
  • A Argentina avança às quartas enfrentará o vencedor de Suíça x Colômbia, mas chega ao próximo duelo com o desgaste acumulado de dois jogos decididos nos minutos finais.

Em Atlanta, na noite de terça-feira, a Argentina escreveu mais um capítulo na longa tradição das viradas impossíveis: perdendo por 2 a 0 para um Egito disciplinado e histórico, a campeã mundial reagiu nos minutos finais para vencer por 3 a 2 e avançar às quartas de final da Copa do Mundo 2026. O feito não foi apenas tático — foi um lembrete de que certas seleções carregam consigo uma crença coletiva que resiste ao placar adverso até o último segundo.

No estádio de Atlanta, a Argentina viveu uma noite que oscilou entre o colapso e a redenção. No primeiro tempo, Messi desperdiçou um pênalti diante de Shobeir, e o Egito abriu o placar com um cabeceio de Yasser Ibrahim. A estratégia egípcia — marcação compacta e contra-ataques rápidos — funcionava com precisão cirúrgica.

No segundo tempo, Mostafa Zico ampliou para 2 a 0 em lance construído por Salah, e o Egito estava a 45 minutos de uma classificação inédita às quartas de final. A seleção africana havia chegado invicta às oitavas, eliminando a Austrália nos pênaltis, e parecia pronta para consumar o feito histórico.

Foi então que a Argentina acordou. Cristian Romero cabeceou cruzamento de Messi para diminuir, e o gol transformou o jogo: o Egito recuou, a pressão argentina cresceu e a torcida se inflamou. Messi, que havia falhado no pênalti, recebeu bola de Montiel dentro da área e acertou um chute forte de esquerda para empatar.

Nos acréscimos, Lautaro Martínez puxou contra-ataque pela direita e cruzou na segunda trave. Enzo Fernández apareceu livre e cabeceou no contrapé de Shobeir: 3 a 2. O Egito ainda viu um membro da comissão técnica ser expulso no caos final, mas não havia mais tempo para reagir.

A Argentina finalizou 18 vezes contra apenas cinco do Egito, mas a superioridade só se converteu em resultado quando a intensidade aumentou nos momentos decisivos. É o segundo jogo consecutivo em que a Albiceleste vira uma partida nos minutos finais — antes, havia superado Cabo Verde por 3 a 2 na prorrogação. A campeã mundial segue viva, e a Copa ainda tem muito a dizer.

No estádio de Atlanta, na noite de terça-feira, a Argentina enfrentou o que parecia ser seu fim precoce na Copa do Mundo 2026. Aos 45 minutos do segundo tempo, o Egito vencia por 2 a 0, e a campeã mundial via sua defesa do título desmoronar diante de uma defesa compacta e eficiente. Mas o que se seguiu foi uma das viradas mais dramáticas do torneio: a Albiceleste marcou três gols nos minutos finais e na prorrogação, vencendo por 3 a 2 e avançando às quartas de final em um jogo que deixou claro por que a Argentina segue sendo uma força a ser respeitada.

O primeiro tempo foi um exercício de frustração para os argentinos. Lionel Messi teve um pênalti a seu favor, mas viu Mostafa Shobeir fazer uma defesa crucial. A Argentina criava chances, pressionava, finalizava mais vezes, mas esbarrava na segurança do goleiro egípcio e na organização defensiva dos africanos. Yasser Ibrahim abriu o placar com um cabeceio após bola levantada na área, e o Egito saiu do intervalo com a vantagem que sua estratégia de marcação compacta e contra-ataques rápidos havia conquistado.

No segundo tempo, a situação piorou para a Argentina. Mohamed Salah participou da construção de um lance que terminou com Mostafa Zico ampliando para 2 a 0. Naquele momento, o Egito estava a apenas 45 minutos de uma classificação histórica às quartas de final — algo que nunca havia alcançado em uma Copa do Mundo. A seleção africana havia chegado invicta às oitavas, eliminando a Austrália nos pênaltis após empate sem gols no tempo regulamentar, e agora estava à beira de um feito extraordinário.

Mas a Argentina não se rendeu. Cristian Romero apareceu na área após cruzamento de Messi e cabeceou para diminuir. O gol mudou tudo: elevou a pressão argentina, empurrou o Egito para trás e inflamou a torcida. Messi, que havia falhado no pênalti, recebeu bola ajeitada por Montiel dentro da área e acertou um chute forte de perna esquerda para empatar. De repente, o Egito não conseguia mais reter a bola, e a Argentina acelerava em busca da virada.

Ela veio nos acréscimos. Lautaro Martínez puxou um contra-ataque pela direita e cruzou na segunda trave. Enzo Fernández apareceu livre e cabeceou com precisão, no contrapé de Shobeir, para fazer 3 a 2. A partida terminou em caos controlado: o Egito recebeu vários cartões amarelos e até um vermelho para um integrante da comissão técnica, mas não conseguiu evitar a eliminação.

Os números contam a história da transformação. A Argentina finalizou 18 vezes, com oito chutes no alvo, contra apenas cinco conclusões do Egito, duas delas certeiras. A superioridade territorial só se converteu em resultado quando a equipe aumentou a intensidade e aproveitou os espaços que o adversário deixava aberto. O Egito saiu da Copa com uma campanha de destaque, mas sem conseguir sustentar a vantagem contra a reação de uma campeã mundial que conhece bem o caminho das viradas.

Esta foi a segunda partida consecutiva em que a Argentina passou por um jogo de alto desgaste emocional. Na fase anterior, havia superado Cabo Verde por 3 a 2 na prorrogação. Agora, com a classificação garantida, a Albiceleste segue viva na defesa do título e enfrentará o vencedor do duelo entre Suíça e Colômbia nas quartas de final. A Copa ainda tem muito a dizer sobre quem merece levantar o troféu.

A Argentina criou chances, pressionou o adversário e chegou a ter um pênalti a favor no primeiro tempo, mas Lionel Messi parou em Mostafa Shobeir
— Descrição do primeiro tempo da partida
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