Apple usa software TetrUSS da NASA para demonstrar poder do Mac Studio

Dois chips Max combinados num único processador
O M1 Ultra oferece 20 núcleos de CPU e até 64 núcleos de GPU, posicionando o Mac Studio como máquina profissional de topo.
Mark

Porque é que a Apple escolheu especificamente o TetrUSS da NASA para demonstrar o Mac Studio?

Mimi

Porque é um software real, não um benchmark marketing. Profissionais em aerodinâmica, engenharia automóvel e biomédica usam-no todos os dias. Se o M1 Ultra consegue correr isto bem, consegue correr o trabalho que estes profissionais precisam fazer.

Mark

Mas não é um pouco exagerado? Colocar um software de dinâmica de fluidos num computador de secretária?

Mimi

Não é exagerado se o computador é feito para profissionais. O Mac Studio não é para quem quer navegar na internet ou editar documentos. É para quem precisa de máquinas poderosas. A NASA apenas validou o que a Apple já sabia.

Mark

Qual é a diferença real entre o M1 Max e o M1 Ultra?

Mimi

O M1 Ultra é dois chips Max combinados. Isto significa mais núcleos de processamento, mais memória, mais largura de banda. Para tarefas que conseguem usar múltiplos núcleos em paralelo, a diferença é significativa.

Mark

E o preço? Mais de 11 mil euros para a configuração máxima parece excessivo.

Mimi

Para um utilizador comum, é. Mas para um estúdio de design ou uma equipa de engenharia, é um investimento. Uma máquina que poupa horas em renderização ou simulação paga-se a si mesma rapidamente.

Mark

Isto significa que a Apple completou a transição para Apple Silicon?

Mimi

Quase. Com o Mac Studio, a Apple colocou os seus processadores em praticamente toda a linha de computadores — desde o MacBook Air até aos desktops mais poderosos. É uma estratégia de independência tecnológica que a empresa tem vindo a executar há anos.

  • O Mac Studio chega com especificações que poucos computadores de secretária conseguem igualar: 20 núcleos de CPU, até 64 de GPU e 128 GB de memória unificada num único chip.
  • A Apple escolheu o TetrUSS da NASA — usado na indústria aeroespacial, automóvel e biomédica — como prova de fogo, afastando-se dos benchmarks de marketing para mostrar desempenho em condições reais.
  • O preço máximo da configuração topo de gama, sem ecrã nem periféricos, ultrapassa os 9.200 euros, deixando claro que esta máquina é um investimento profissional, não uma compra de consumo.
  • As encomendas abriram de imediato, com entregas previstas para 18 de março, marcando o quase encerramento da transição da Apple para Apple Silicon em toda a linha de computadores.

Num momento em que a Apple se aproxima do fim de uma transição histórica para processadores próprios, a empresa apresentou o Mac Studio — uma máquina que não fala para o utilizador comum, mas para quem vive do poder de computação. Para demonstrar o que o chip M1 Ultra é capaz, a Apple convocou o TetrUSS, um software da NASA usado em aerodinâmica e dinâmica de fluidos, transformando uma ferramenta espacial num argumento de venda. É o sinal de que a independência tecnológica da Apple chegou ao segmento profissional.

A Apple apresentou o Mac Studio, um computador de secretária que representa mais um passo decisivo na estratégia da empresa de equipar toda a sua linha com processadores próprios. Para mostrar o que a máquina consegue fazer, a Apple recorreu ao TetrUSS, um software da NASA desenvolvido para análise de dinâmica de fluidos e aerodinâmica — uma escolha que não foi acidental, mas um argumento de credibilidade junto ao público profissional.

O Mac Studio existe em duas versões: com o chip M1 Max, a partir de 2.349 euros, e com o M1 Ultra, a partir de 4.649 euros. O Ultra é, na prática, dois chips Max fundidos num só, oferecendo 20 núcleos de CPU, até 64 de GPU, 128 GB de memória unificada e uma largura de banda de 800 GB por segundo. Não é uma máquina para o utilizador comum — é um instrumento de trabalho para designers, engenheiros, investigadores e produtores de conteúdo.

O TetrUSS, embora nascido na indústria aeroespacial, é hoje usado em organizações governamentais, na indústria automóvel, biomédica e na engenharia civil. Usá-lo como demonstração é uma forma de dizer que o Mac Studio não precisa de benchmarks artificiais — basta o software que os profissionais já utilizam todos os dias.

A configuração máxima, sem ecrã, rato ou teclado, chega aos 9.253 euros, ultrapassando facilmente os 11 mil com periféricos. O preço confirma o posicionamento: não é para a maioria, é um investimento. As encomendas abriram de imediato, com entrega prevista para 18 de março, num momento em que a Apple está prestes a completar a transição de toda a sua linha para Apple Silicon — do MacBook Air aos computadores de secretária mais exigentes.

A Apple apresentou ontem o Mac Studio, um computador de secretária que marca mais um passo na estratégia da empresa de colocar seus próprios processadores em toda a linha de máquinas. Para demonstrar o que esta máquina consegue fazer, a empresa recorreu a um software da NASA — o TetrUSS, um programa utilizado para análise de dinâmica de fluidos e aerodinâmica.

O Mac Studio vem em duas versões principais. A mais acessível, equipada com o chip M1 Max, custa 2.349 euros. A versão topo de gama, com o M1 Ultra, parte dos 4.649 euros. O M1 Ultra é na verdade dois chips Max combinados num único processador, oferecendo 20 núcleos de CPU, até 64 núcleos de GPU, 128 gigabytes de memória unificada e uma largura de banda de memória de 800 gigabytes por segundo. Estas especificações posicionam a máquina claramente no segmento profissional, não para o utilizador comum.

A escolha do TetrUSS como ferramenta de demonstração não foi casual. O software é um conjunto de programas desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana para análise e desenho de dinâmica de fluidos. Embora tenha origem na indústria aeroespacial, o TetrUSS é amplamente utilizado em organizações governamentais, na indústria automóvel, biomédica e engenharia civil. É, portanto, um teste de carga legítimo — não um benchmark marketing, mas um programa real que profissionais usam todos os dias.

O M1 Ultra promete não apenas maior poder computacional, mas também eficiência energética superior. Esta combinação é importante para máquinas destinadas a trabalho intensivo, onde o consumo de energia pode ser tão crítico quanto a velocidade de processamento. A Apple posiciona o Mac Studio como a resposta para profissionais que precisam de desempenho sustentado — designers, engenheiros, investigadores, produtores de conteúdo.

O preço máximo, porém, revela o posicionamento real da máquina. A configuração topo de gama, sem ecrã, rato ou teclado, custa 9.253,31 euros. Com periféricos, o custo total facilmente ultrapassa os 11 mil euros. Não é uma máquina para a maioria. É um investimento profissional.

O Mac Studio chega num momento em que a Apple está quase a completar a transição de toda a sua linha de computadores para processadores Apple Silicon. O evento Peek Performance, onde a máquina foi apresentada, tinha já gerado rumores sobre um novo produto nesta categoria. Agora, com o Mac Studio, a empresa fecha um ciclo — desde o MacBook Air até aos computadores de secretária mais poderosos, tudo funciona com silício desenhado pela Apple.

As encomendas começam imediatamente, com entrega prevista para 18 de março. Para quem precisa de uma máquina capaz de correr software de simulação complexa, de processar grandes volumes de dados ou de renderizar conteúdo profissional, o Mac Studio representa uma opção que a Apple não tinha antes. Quer o software da NASA o comprove ou não, o mercado dirá se o investimento vale a pena.

O TetrUSS é um conjunto de programas informáticos utilizados para análise e desenho de dinâmica de fluidos e aerodinâmica, amplamente utilizado em organizações governamentais, indústria aeroespacial, académica e não aeroespacial.
— Agência Espacial Norte-Americana
Quer a matéria completa? Leia o original em Pplware ↗
Fale Conosco FAQ