Apple M1 Ultra vaza com desempenho 56% superior ao Mac Pro com Intel Xeon

56% mais rápido, US$ 5,5 mil mais barato
O M1 Ultra supera o Mac Pro com Intel Xeon em desempenho enquanto custa significativamente menos.
Mark

Por que esses números do Geekbench importam tanto? É só um benchmark.

Mimi

Porque o Geekbench mede o que as pessoas realmente fazem — renderizar vídeo, processar imagens, compilar código. Quando um chip supera outro em 56%, isso não é margem de erro. É a diferença entre terminar um projeto em uma hora ou em duas.

Mark

Mas o Mac Pro com Intel é muito mais caro. Há razão para isso?

Mimi

Havia. O Mac Pro foi projetado para quem precisa de expansibilidade extrema — slots de GPU, armazenamento modular, redundância. O Mac Studio é mais fechado, mais compacto. Mas se você só precisa de processamento puro, pagava US$ 5,5 mil a mais por flexibilidade que talvez nunca usasse.

Mark

E quanto ao Core i9 12900K? Ele ainda vence em single-core.

Mimi

Vence, mas por pouco — 13%. E em multi-core, onde a maioria dos trabalhos profissionais acontece, o M1 Ultra está 26% à frente. Além disso, o Intel consome muito mais energia. Para um estúdio de pós-produção rodando máquinas 24 horas, isso é dinheiro real saindo da conta.

Mark

Isso significa que a Intel perdeu o mercado profissional?

Mimi

Não ainda. Mas a Apple mostrou que consegue competir no segmento onde a Intel sempre foi imbatível. Profissionais que usam software específico para Intel podem não migrar imediatamente. Mas novos projetos? Novos estúdios? Eles vão olhar para esses números e pensar duas vezes.

  • Um dia após seu anúncio, o M1 Ultra já aparecia no Geekbench 5 com números que colocaram em xeque a relevância do Mac Pro com Intel Xeon W.
  • A vantagem de 56% em single-core e 21% em multi-core sobre o processador Intel de 28 núcleos expõe uma lacuna de desempenho difícil de ignorar pelo mercado profissional.
  • O Mac Studio com M1 Ultra custa US$ 8 mil totalmente equipado, enquanto o Mac Pro equivalente chega a US$ 13,5 mil com configuração inferior — no Brasil, a diferença ultrapassa R$ 70 mil.
  • O chip da Apple consome 100 watts a menos que o Core i9 12900K da Intel, tornando a eficiência energética um argumento tão poderoso quanto o desempenho bruto.
  • O mercado profissional, historicamente dominado pela Intel, começa a sentir a pressão de uma Apple que agora controla tanto o hardware quanto o silício de suas máquinas.

Em um momento em que a indústria tecnológica observa com atenção a transição da Apple para chips próprios, o M1 Ultra surge como evidência concreta de que essa aposta estratégica está amadurecendo. Apenas um dia após seu anúncio, o processador já aparecia em benchmarks públicos superando o Mac Pro com Intel Xeon W — a máquina que até então definia o topo da linha profissional da empresa — tanto em desempenho quanto em eficiência energética, e por um preço significativamente menor. O episódio não é apenas uma vitória técnica, mas um sinal de que a hegemonia da Intel no mercado profissional enfrenta um desafio estrutural.

Um dia após seu anúncio oficial, o chip M1 Ultra da Apple já havia aparecido no Geekbench 5, revelando números expressivos. Instalado em um Mac Studio ainda não identificado formalmente, o processador demonstrou vantagem de até 56% sobre o Mac Pro com Intel Xeon W — até então o topo da linha profissional da empresa.

O M1 Ultra conta com 20 núcleos de CPU, 128 GB de memória unificada e frequência base de 3,2 GHz. Nos testes, alcançou 1.793 pontos em single-core e 24.055 em multi-core — este último um recorde entre processadores voltados ao mercado consumidor. O Mac Pro com Xeon W de 28 núcleos, por sua vez, registrou apenas 1.152 e 19.951 pontos, respectivamente.

A diferença de desempenho se torna ainda mais significativa quando confrontada com os preços. O Mac Studio com M1 Ultra, na configuração máxima de 128 GB e 8 TB, custa US$ 8 mil nos Estados Unidos. O Mac Pro com Xeon W de 28 núcleos, em configuração básica com 32 GB e 512 GB, sai por US$ 13,5 mil. No Brasil, a disparidade chega a R$ 70 mil entre os dois modelos.

Frente ao Core i9 12900K da Intel, o M1 Ultra perde levemente em single-core — até 13% — mas abre margem de até 26% em multi-core, consumindo 100 watts a menos. Essa eficiência energética reforça a viabilidade do chip em ambientes de uso contínuo e sinaliza que a estratégia da Apple de desenvolver seu próprio silício está produzindo resultados concretos em um segmento historicamente dominado pela Intel.

Um dia após seu anúncio oficial, o chip M1 Ultra da Apple já havia aparecido no banco de dados do Geekbench 5, revelando números que reforçam a estratégia agressiva da empresa no mercado de computadores de alto desempenho. O processador, instalado em um Mac Studio ainda não identificado formalmente nos registros, demonstrou uma vantagem de até 56% sobre o Mac Pro equipado com Intel Xeon W — a máquina profissional que até então representava o topo da linha da empresa.

O M1 Ultra traz uma configuração de 20 núcleos na CPU, sendo 16 de alto desempenho e 4 otimizados para eficiência energética, com frequência base de 3,2 GHz e 128 GB de memória unificada. Nos testes do Geekbench 5, o chip alcançou 1.793 pontos em single-core e 24.055 pontos em multi-core — este último um recorde entre processadores voltados ao mercado consumidor. A comparação com o Mac Pro mais recente, equipado com um Intel Xeon W de 28 núcleos e 56 threads operando em frequências de até 4,4 GHz, revelou a dimensão da mudança: o processador Intel entregou apenas 1.152 pontos em single-core e 19.951 em multi-core, ficando 56% atrás em single-core e 21% em multi-core.

A diferença de desempenho ganha ainda mais peso quando considerados os preços. Nos Estados Unidos, o Mac Studio com M1 Ultra totalmente equipado — 128 GB de memória unificada e 8 TB de armazenamento — é vendido por US$ 8 mil. O Mac Pro com Intel Xeon W de 28 núcleos na configuração básica, acompanhado de 32 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, custa US$ 13,5 mil. No Brasil, a disparidade é ainda mais pronunciada: R$ 95 mil contra R$ 165 mil, respectivamente. A máquina mais cara oferece menos desempenho bruto e consome significativamente mais energia.

O M1 Ultra também se posiciona de forma competitiva frente ao Core i9 12900K, o processador topo de linha da Intel para consumidores. O chip Intel, com 16 núcleos e 24 threads — oito P-Cores de alto desempenho com Hyper-Threading e oito E-Cores de baixo consumo operando em frequências de até 5,2 GHz — mantém uma pequena vantagem em single-core, com pontuações entre 1.900 e 2.000 pontos, superando o M1 Ultra em até 13%. Contudo, em multi-core, o processador da Apple abre uma margem significativa, com vantagens que chegam a 26%, enquanto o Core i9 12900K marca entre 17 mil e 19 mil pontos.

Além do desempenho bruto, o M1 Ultra consome 100 watts a menos que o Core i9 12900K, segundo informações da própria Apple. Essa eficiência energética representa um fator decisivo não apenas para custos operacionais, mas também para a viabilidade térmica e acústica de sistemas que rodem continuamente. Os números do Geekbench sugerem que a estratégia da Apple de desenvolver seus próprios processadores, abandonando gradualmente a dependência de fornecedores externos, está gerando resultados tangíveis no segmento profissional — um mercado historicamente dominado pela Intel.

O M1 Ultra é 56% mais poderoso que o Mac Pro com Intel Xeon em single-core e 21% mais veloz em multi-core
— Dados do Geekbench 5
Möchten Sie die ganze Geschichte? Das Original lesen bei Canaltech ↗
Kontakt FAQ