Anvisa aprova novo autoteste Covid Ag Detect para comercialização no Brasil

Resultado em 15 minutos, fabricado no Brasil, sem substituir o médico
O novo autoteste aprovado pela Anvisa oferece diagnóstico rápido mas mantém a necessidade de acompanhamento profissional.
Mark

Por que a Anvisa aprovou este teste tão rapidamente, em apenas 22 dias?

Mimi

Porque o produto atendeu rigorosamente aos critérios técnicos já estabelecidos. Não era uma aprovação emergencial — era uma análise completa de segurança e confiabilidade. A rapidez reflete um processo bem estruturado, não uma flexibilização.

Mark

E por que importa que seja fabricado no Brasil?

Mimi

Significa soberania na produção de um insumo de saúde. Não depender de importações, ter a fábrica aqui em Minas Gerais, garante que o produto chegue mais rápido às farmácias e que o país tenha controle sobre a qualidade e a disponibilidade.

Mark

O teste realmente substitui uma consulta médica?

Mimi

Não. É exatamente o oposto. É uma triagem inicial. Se der positivo, a pessoa se isola. Mas se precisar de um atestado, se tiver dúvidas, ou se o resultado não bater com os sintomas, precisa de um médico de verdade.

Mark

Qual é o risco de vender esses testes em qualquer lugar?

Mimi

Testes falsificados ou de baixa qualidade circulando. Por isso a Anvisa restringe a venda a farmácias e estabelecimentos regularizados. É proteção do consumidor.

Mark

Quando as pessoas vão conseguir comprar?

Mimi

Após o carnaval, em março. A empresa já tem os insumos prontos e começa a produzir hoje. Não é imediato, mas é logo.

  • A demanda por autotestes no Brasil segue pressionada pela circulação viral, e cada nova aprovação da Anvisa é recebida como alívio por consumidores que enfrentam filas e escassez nas farmácias.
  • O diferencial do Covid Ag Detect está na sua origem: produzido integralmente em Minas Gerais, ele reduz a dependência de importações em um mercado ainda dominado por produtos estrangeiros.
  • A aprovação foi concluída em apenas 22 dias, sinalizando que a agência regulatória acelerou seus processos diante da urgência epidemiológica — sem abrir mão dos critérios técnicos de segurança e confiabilidade.
  • Os primeiros lotes devem chegar às farmácias logo após o carnaval, mas a venda permanece restrita a estabelecimentos regularizados, com proibição explícita de comercialização em canais não autorizados.
  • Autoridades reforçam que o autoteste é uma ferramenta de triagem inicial, não um substituto para o diagnóstico médico — um limite importante que o entusiasmo popular tende a ignorar.

Em um momento em que a pandemia ainda exige respostas rápidas e acessíveis, o Brasil avança na direção da autonomia diagnóstica: a Anvisa aprovou o Covid Ag Detect, primeiro autoteste de covid-19 inteiramente fabricado em solo nacional, desenvolvido pela mineira Eco Diagnóstica. O produto, capaz de entregar um resultado em 15 minutos, representa não apenas uma ferramenta de triagem, mas um passo simbólico na construção de uma soberania sanitária que o país ainda busca consolidar.

A Anvisa autorizou nesta quarta-feira a comercialização do Covid Ag Detect, autoteste desenvolvido pela Eco Diagnóstica, empresa sediada em Nova Lima, Minas Gerais. O produto detecta o vírus em 15 minutos a partir de uma amostra nasal coletada pelo próprio usuário, e tem como diferencial ser fabricado integralmente no Brasil — na fábrica da empresa em Corinto, também em Minas Gerais.

A análise do pedido de registro levou 22 dias. A Anvisa avaliou critérios de segurança e confiabilidade para uso por pessoas sem treinamento médico e concluiu que o produto atendeu a todas as exigências técnicas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União sob a Resolução RE 569/2022.

A Eco Diagnóstica afirma já dispor dos insumos necessários para iniciar a produção imediatamente, com os primeiros lotes previstos para chegar às farmácias no início de março, após o carnaval. A empresa posiciona o autoteste como ferramenta de triagem: em caso de resultado positivo, a recomendação é o isolamento imediato.

A Anvisa orienta que o teste seja usado entre o primeiro e o sétimo dia após o surgimento de sintomas gripais, ou cinco dias após contato com pessoa infectada. O resultado, porém, não substitui diagnóstico médico nem serve como atestado. A venda é permitida apenas em farmácias e estabelecimentos regularizados pela vigilância sanitária — compras em sites não autorizados são proibidas. Esta é a segunda aprovação de autoteste em poucos dias: em 17 de fevereiro, a agência já havia liberado o Novel Coronavírus Autoteste Antígeno, da empresa CPMH.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária deu sinal verde, nesta quarta-feira, para que mais um autoteste de covid-19 chegue às prateleiras das farmácias brasileiras. O Covid Ag Detect, desenvolvido pela Eco Diagnóstica — uma empresa com sede em Nova Lima, Minas Gerais — promete entregar um resultado em apenas 15 minutos, usando uma amostra colhida pelo próprio usuário com um cotonete nasal. O que torna este produto particularmente relevante é que será fabricado integralmente no Brasil, na fábrica da empresa localizada em Corinto, também em Minas Gerais.

O processo de aprovação foi rápido. A Anvisa levou 22 dias para analisar o pedido de registro, avaliando questões críticas como a segurança do teste e sua confiabilidade quando usado por pessoas sem treinamento médico. A agência concluiu que o produto atendeu a todos os critérios técnicos exigidos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, sob a Resolução RE 569/2022.

Segundo a Eco Diagnóstica, a empresa já possui os insumos necessários para começar a produção imediatamente. Os primeiros lotes devem chegar às farmácias no início de março, após o período de carnaval. A empresa vê o autoteste como uma ferramenta de triagem que pode ajudar as pessoas a identificarem uma possível infecção e, em caso de resultado positivo, a se isolarem rapidamente.

A Anvisa estabeleceu diretrizes claras sobre quando o teste deve ser usado. Ele é recomendado entre o primeiro e o sétimo dia após o surgimento dos primeiros sintomas gripais — febre, tosse, dor de garganta, coriza, dores de cabeça e no corpo. Para quem teve contato com uma pessoa infectada mas não apresenta sintomas, a orientação é aguardar cinco dias antes de fazer o teste. É importante notar que o resultado do autoteste não substitui um diagnóstico profissional feito por um médico, nem serve como atestado médico caso este seja necessário.

A venda deste e de outros autotestes aprovados fica restrita a farmácias e estabelecimentos de produtos médicos que estejam regularizados junto à vigilância sanitária. Compras em sites não autorizados são proibidas. Esta é a segunda aprovação de autoteste que a Anvisa concede em poucos dias — no dia 17 de fevereiro, a agência já havia aprovado o Novel Coronavírus Autoteste Antígeno, fabricado pela empresa CPMH. A lista completa de testes autorizados será mantida atualizada no site da agência, permitindo que consumidores verifiquem quais produtos têm aprovação oficial.

A empresa acredita que o autoteste vem agregar positivamente no combate ao coronavírus, funcionando como triagem para uma possível infecção e possibilitando o isolamento do indivíduo em caso de teste reagente
— Eco Diagnóstica
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