Anthropic lança Claude Sonnet 4.5, modelo de IA capaz de operar autonomamente por 30 horas

Pode funcionar autonomamente por 30 horas seguidas após receber uma tarefa
O Claude Sonnet 4.5 quadruplica a capacidade de operação contínua do modelo anterior da Anthropic.
Mark

Por que essa capacidade de 30 horas de operação autônoma importa tanto? Não é só um número maior?

Mimi

Não é apenas quantidade. Significa que o modelo pode trabalhar em problemas complexos que exigem múltiplas etapas, corrigindo-se ao longo do caminho, sem precisar de um humano intervindo a cada sete horas. É a diferença entre um assistente que precisa de pausas frequentes e um que pode realmente resolver algo do início ao fim.

Luke

Mas precisamos ser claros: essa capacidade foi testada em um benchmark específico, o SWE-Bench Verified. Não sabemos ainda como se comporta em todas as situações do mundo real. O teste mede uma coisa; a prática mede outra.

Mark

E quanto à segurança? A Anthropic foi fundada justamente porque seus criadores queriam mais controle sobre erros de IA.

Mimi

Sim, e esse é o pano de fundo importante. Eles acreditam que deixar um modelo rodar por 30 horas de forma autônoma exige confiança real em seus mecanismos de autocorreção. Não é reckless — é deliberado.

Luke

Embora valha notar que ninguém fora da Anthropic pode verificar independentemente como esses mecanismos funcionam em tempo real. Temos que confiar na avaliação deles.

Mark

A OpenAI parece estar ganhando terreno de novo com o GPT-5. Isso significa que a Anthropic está perdendo?

Mimi

Não necessariamente. Diferentes modelos são melhores em coisas diferentes. A Anthropic liderou em geração de código, depois perdeu essa posição. Agora está liderando em situações inéditas e em tarefas que exigem usar um computador como um humano. É um jogo de xadrez, não um único placar.

Luke

E vale lembrar que essa corrida começou há apenas três anos, desde o ChatGPT. Estamos em um momento de mudança muito rápida, e ninguém realmente sabe qual abordagem vai vencer a longo prazo.

  • O Claude Sonnet 4.5 quadruplica a resistência autônoma de seu antecessor, operando por 30 horas sem intervenção humana — um salto que redefine o que se entende por 'assistente' de IA.
  • A liderança no benchmark SWE-Bench Verified, criado por Princeton e Stanford, acirra a tensão com a OpenAI, que havia retomado vantagem com o GPT-5 em agosto.
  • A capacidade de usar um computador como um humano faria — buscas, formulários, dados locais — transforma o modelo em um agente que age no mundo real, não apenas responde perguntas.
  • OpenAI, Google e pesquisadores chineses já lançaram sistemas concorrentes nos últimos meses, sinalizando que nenhuma liderança nesse campo dura mais do que algumas semanas.

Em um tempo em que máquinas aprendem a agir sem que lhes digam cada passo, a Anthropic — nascida do desejo de construir inteligência artificial com mais cautela — apresentou o Claude Sonnet 4.5, um modelo capaz de operar de forma autônoma por trinta horas consecutivas. O anúncio, feito em 29 de setembro de 2025, não é apenas um marco técnico: é mais um capítulo na disputa humana por definir quem — e o quê — tomará decisões no mundo de amanhã.

A Anthropic, startup fundada por ex-pesquisadores da OpenAI que queriam levar a segurança em IA mais a sério, anunciou na segunda-feira o Claude Sonnet 4.5. O novo modelo pode operar de forma autônoma por 30 horas seguidas após receber uma tarefa — quatro vezes mais do que o Claude 4 Opus, que sustentava apenas sete horas. Essa autonomia é possível porque o sistema avalia e corrige sua própria produção continuamente, sem precisar de supervisão humana a cada etapa.

No teste SWE-Bench Verified, desenvolvido por pesquisadores de Princeton e Stanford para medir desempenho em situações inéditas, o Claude Sonnet 4.5 obteve a melhor pontuação entre todos os modelos avaliados. A Anthropic o descreve como seu sistema mais avançado para criar agentes capazes de tomar decisões em cenários para os quais não foram explicitamente programados — uma fronteira que a empresa sempre tratou com cautela especial.

O modelo também se destaca na capacidade de usar um computador como um humano faria: a partir de um pedido em linguagem natural, ele realiza buscas, executa procedimentos online e utiliza informações do próprio dispositivo do usuário. A Anthropic havia proposto essa funcionalidade em outubro de 2024, mas logo ganhou companhia — a OpenAI lançou o Operator em janeiro de 2025, pesquisadores chineses apresentaram o Manus em março, e o Google trouxe o Projeto Mariner em maio.

Desde a chegada do ChatGPT em novembro de 2022, a indústria não parou de acelerar. A Anthropic liderou por meses na geração de código, mas a OpenAI reconquistou terreno com o GPT-5 em agosto. Agora, o Claude Sonnet 4.5 recoloca a empresa na dianteira — ao menos por enquanto, num campo onde cada mês reescreve o que as máquinas são capazes de fazer.

A Anthropic, startup fundada por ex-pesquisadores da OpenAI preocupados com segurança em inteligência artificial, anunciou na segunda-feira (29 de setembro) o lançamento de seu novo modelo generativo, Claude Sonnet 4.5. O sistema representa um salto significativo na capacidade de máquinas operarem de forma independente: pode funcionar autonomamente por 30 horas seguidas após receber uma tarefa, quadruplicando o desempenho do Claude 4 Opus anterior, que sustentava apenas sete horas de operação contínua.

Esta capacidade estendida funciona porque os modelos de IA generativa avaliam regularmente sua própria produção enquanto trabalham, fazendo ajustes e correções sem intervenção humana. O novo Claude foi submetido ao SWE-Bench Verified, um sistema de avaliação independente desenvolvido por pesquisadores das universidades de Princeton e Stanford, onde conquistou a melhor pontuação entre todos os modelos testados.

A Anthropic, criada no início de 2021 por funcionários que deixaram a OpenAI, sempre posicionou a segurança como prioridade central. Seus fundadores acreditavam que a empresa anterior não fazia o suficiente para controlar e prevenir possíveis erros em seus sistemas. Essa filosofia moldou o desenvolvimento do Claude Sonnet 4.5, que a empresa descreve como o modelo mais avançado para criar agentes de IA capazes de tomar decisões em situações completamente novas — cenários para os quais não foram explicitamente programados.

Desde que o ChatGPT da OpenAI chegou ao mercado em novembro de 2022, baseado no modelo GPT-3.5, a indústria de IA generativa entrou em uma corrida acelerada. A cada semana surgem novos sistemas com capacidades ampliadas. A Anthropic havia sido considerada líder em geração de código de programação por vários meses, mas a OpenAI recuperou terreno recentemente com o lançamento do GPT-5 em agosto, que ficou à frente em algumas classificações importantes.

Outra característica do Claude Sonnet 4.5 é sua sofisticação em tarefas que exigem que um assistente de IA use um computador como um humano faria. Diante de um pedido em linguagem natural, a interface pode realizar buscas no Google ou executar procedimentos online utilizando informações extraídas do próprio computador do usuário. A Anthropic propôs essa funcionalidade pela primeira vez em outubro de 2024, mas não ficou sozinha por muito tempo.

A OpenAI respondeu com o Operator em janeiro de 2025. Em março, pesquisadores chineses lançaram o Manus, e em maio o Google apresentou seu Projeto Mariner. A competição por supremacia em IA generativa não mostra sinais de desaceleração — cada mês traz novos contendores e capacidades incrementais que redefinem o que máquinas podem fazer de forma autônoma.

Considerado o melhor do mundo para enfrentar situações inéditas
— Anthropic, sobre o Claude Sonnet 4.5
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