Na noite de domingo, o atacante equatoriano Anthony Valencia desembarcou no Rio de Janeiro sem pronunciar uma palavra à imprensa — gesto que, por si só, revelava a seriedade do momento. Aos 23 anos, ele chega ao Flamengo como resposta a uma dupla urgência: preencher o vazio deixado por Plata e estar inscrito na Libertadores antes que o prazo da Conmebol se feche em 4 de setembro. No futebol, como na vida, há decisões que o tempo não permite adiar.
Anthony Valencia desembarca no Rio para assinar com o Flamengo
Contra o relógio para regularizar um reforço em menos de uma semana
Por que o Flamengo se moveu tão rápido para trazer Valencia? Parece uma contratação urgente.
É urgente mesmo, mas por razões específicas. Plata saiu para Moscou, e Valencia é o substituto direto. Mas o verdadeiro fogo é a data de 4 de setembro — a Conmebol não deixa ninguém inscrever reforço depois disso nas quartas da Libertadores.
Espera — então o Flamengo tem menos de uma semana para regularizar Valencia e ainda assim enfrentar o Independiente del Valle? Isso é muito apertado.
Exatamente. Por isso não houve tempo para entrevistas no aeroporto. Tudo precisa acontecer agora: exames, documentos, integração.
E esse Independiente del Valle é realmente tão forte quanto parece?
Campeão do Equador, 16 vitórias seguidas. Não é um adversário qualquer. Valencia conhece bem esse futebol — foi revelado lá.
Mas a gente não sabe ainda se Valencia vai estar 100% pronto para jogar em dias. Exame médico, adaptação, ritmo de jogo — são variáveis.
Verdade. Pode ser que ele entre aos poucos. Mas o Flamengo precisava trazer alguém de qualidade, e Valencia tem números — 13 gols e 7 assistências na Bélgica.
E esse Joaquín Freitas do River? Também é para a mesma posição?
Não está claro ainda. Mas a negociação está avançada, o que sugere que o Flamengo quer mais de um reforço ofensivo.
Tudo depende de quanto tempo o Flamengo consegue ganhar com a Conmebol. Se conseguir estender o prazo, muda tudo. Se não conseguir, Valencia é praticamente o único reforço que vai poder usar.
El Pulso
- O Flamengo tem menos de uma semana para inscrever Valencia e qualquer outro reforço antes do prazo da Conmebol para as quartas de final da Libertadores.
- A saída de Plata para o Dínamo de Moscou abriu uma lacuna no ataque que o clube carioca precisava preencher com velocidade e qualidade.
- Valencia chega com credenciais sólidas — 13 gols, 7 assistências e convocação para a Copa do Mundo de 2026 — mas ainda precisa passar por exames médicos e assinar o contrato.
- O adversário nas quartas, o Independiente del Valle, vem de 16 vitórias consecutivas, tornando cada hora de negociação ainda mais carregada de significado.
- Além de Valencia, o Flamengo avança nas conversas com Joaquín Freitas, do River Plate, sinalizando uma reformulação mais ampla do elenco sob Leonardo Jardim.
Na noite de domingo, o atacante equatoriano Anthony Valencia desembarcou no Rio de Janeiro sem pronunciar uma palavra à imprensa — gesto que, por si só, revelava a seriedade do momento. Aos 23 anos, ele chega ao Flamengo como resposta a uma dupla urgência: preencher o vazio deixado por Plata e estar inscrito na Libertadores antes que o prazo da Conmebol se feche em 4 de setembro. No futebol, como na vida, há decisões que o tempo não permite adiar.
Anthony Valencia desembarcou no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro na noite de domingo e passou direto pelos jornalistas sem dizer uma palavra. O atacante equatoriano de 23 anos vinha para ser o primeiro reforço do Flamengo nesta janela, contratado após a venda de Plata ao Dínamo de Moscou. A operação custou 5 milhões de euros pelos direitos integrais do jogador, com o Royal Antwerp retendo 15% de uma eventual revenda futura.
Revelado pelo Independiente del Valle, Valencia havia construído uma temporada de respeito na Bélgica: 13 gols e sete assistências. Sua convocação para a Copa do Mundo de 2026 pela seleção equatoriana reforçava o interesse do Flamengo em um nome que já ultrapassava as fronteiras do futebol sul-americano.
A pressa, porém, era o elemento central da história. A Conmebol fixou o dia 4 de setembro como prazo final para inscrição de reforços nas quartas de final da Libertadores — e o adversário do Flamengo nessa fase seria justamente o Independiente del Valle, clube que formou Valencia e que chegava à competição embalado por 16 vitórias consecutivas. Cada dia de negociação tinha peso real.
Nos próximos dias, Valencia passaria pelos exames médicos e assinaria os documentos para se integrar ao elenco de Leonardo Jardim. O clube, enquanto isso, mantinha negociações avançadas com Joaquín Freitas, do River Plate, indicando que a reformulação do time ia além de uma única contratação. O silêncio do atacante ao chegar ao Rio dizia, à sua maneira, que havia trabalho a fazer — e pouco tempo para fazê-lo.
Anthony Valencia desceu do avião no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro na noite de domingo e, sem parar para falar com os jornalistas que o esperavam, seguiu direto para os procedimentos de assinatura. O atacante equatoriano de 23 anos chegava para ser o primeiro reforço do Flamengo nesta janela de transferências, contratado pelo clube carioca após a venda de Plata ao Dínamo de Moscou nos dias anteriores.
A operação custou 5 milhões de euros — cerca de 30 milhões de reais — pelos direitos integrais do jogador. O Royal Antwerp, clube belga de onde Valencia saía, manteve para si 15% de mais-valia em uma eventual revenda futura. O acordo havia sido costurado nos bastidores há semanas, e a chegada ao Rio marcava o passo final de um processo que o Flamengo vinha negociando com urgência.
Valencia não era um nome desconhecido no futebol sul-americano. Revelado pelo Independiente del Valle, no Equador, ele havia conquistado espaço no Royal Antwerp e acumulava números respeitáveis na temporada que terminava: 13 gols e sete assistências. Aos 23 anos, já havia recebido convocação para a Copa do Mundo de 2026 pela seleção equatoriana, o que reforçava seu potencial e sua importância para o projeto do Flamengo.
Mas havia pressa. Não era apenas uma questão de trazer um jogador de qualidade — era uma corrida contra o relógio. Embora a janela de transferências no Brasil permanecesse aberta até 11 de setembro, a Conmebol havia estabelecido um prazo muito mais apertado: 4 de setembro era o último dia para inscrever novos reforços nas quartas de final da Libertadores. O Flamengo, sob comando de Leonardo Jardim, precisava ter seus novos nomes regularizados antes dessa data para poder utilizá-los na competição continental.
Valencia chegava em um momento crítico. O time enfrentaria o Independiente del Valle, atual campeão do Equador, que vinha de uma sequência impressionante de 16 vitórias consecutivas. Não era um adversário qualquer, e o Flamengo sabia que precisaria de reforços à altura. Além de Valencia, o clube mantinha negociações avançadas com Joaquín Freitas, uma das joias do River Plate, sinalizando que a reformulação do elenco seria mais ampla.
O silêncio de Valencia ao desembarcar — nenhuma entrevista, nenhuma declaração — era típico de um jogador focado em resolver os detalhes finais de sua transferência. Nos próximos dias, ele passaria pelos exames médicos, assinaria os documentos e começaria a se integrar ao elenco rubro-negro. O Flamengo, enquanto isso, continuava sua corrida para montar um time capaz de competir nas quartas de final da Libertadores com as armas que o mercado podia oferecer no tempo que restava.
Citas Notables
Valencia chegou ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e não deu entrevistas aos jornalistas presentes— Relato de sua chegada