Unifique nomeia novos diretores para expansão em SP e relações regulatórias

Reposicionamento estratégico focado em crescimento e presença regulatória
A Unifique sinaliza expansão em São Paulo enquanto reforça diálogo com autoridades reguladoras em Brasília.

Em um setor onde crescimento e regulação caminham lado a lado, a Unifique escolheu reforçar simultaneamente suas duas frentes mais estratégicas: o maior mercado de telecomunicações do país e a capital onde as regras do jogo são escritas. A nomeação de Erolf Schotten para liderar a expansão em São Paulo e de Vitor Menezes para conduzir as relações institucionais em Brasília revela uma operadora que compreende que infraestrutura e influência são faces da mesma moeda. É o movimento de uma empresa que não quer apenas crescer — quer crescer com protagonismo.

  • A Unifique sente a pressão de escalar além de suas bases no Sul e no Sudeste, e São Paulo — o maior mercado telecom do Brasil — representa tanto a maior oportunidade quanto o maior desafio.
  • A ausência de uma voz dedicada em Brasília deixava a operadora vulnerável num ambiente regulatório cada vez mais complexo, com Anatel, ministérios e agências estaduais ditando as condições do setor.
  • Schotten retorna após 17 anos de casa trazendo credenciais concretas: liderou operações e a implementação do 5G em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, exatamente o tipo de expansão que a empresa quer replicar em solo paulista.
  • Menezes assume uma diretoria criada do zero, sinal de que a Unifique decidiu parar de navegar o labirinto regulatório de forma improvisada e passou a tratá-lo como frente estratégica permanente.
  • Os dois movimentos juntos apontam para uma nova fase da companhia: crescimento territorial agressivo sustentado por relacionamento institucional sólido — infraestrutura e influência como estratégia integrada.

A Unifique anunciou, em 8 de julho, dois novos diretores não estatutários que sinalizam um reposicionamento estratégico claro: crescer em São Paulo e falar mais alto em Brasília.

Erolf Schotten retorna à empresa após uma trajetória de 17 anos na casa, que incluiu a Diretoria de Operações e a participação na implementação do 5G em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Agora, assume a Diretoria de Negócios e Expansão com foco no mercado paulista — o maior do país em telecomunicações. Seu retorno não é casual: a Unifique precisa de alguém com experiência comprovada em expansão para enfrentar um mercado que exige tanto capital quanto conhecimento técnico.

Em paralelo, Vitor Elísio Góes de Oliveira Menezes assume uma diretoria inteiramente nova na estrutura da companhia: Relações Institucionais e Regulatório, com sede em Brasília. Sua missão é construir e fortalecer o diálogo com órgãos públicos, reguladores como a Anatel e demais stakeholders do setor. Em um mercado tão regulado quanto o de telecom, ter um executivo dedicado exclusivamente a essa frente, na capital federal, é uma decisão que fala por si.

Juntos, os dois movimentos revelam uma Unifique que entende crescimento de forma integrada: Schotten traz a musculatura operacional para avançar territorialmente, enquanto Menezes constrói a presença institucional necessária para que esse avanço aconteça em terreno favorável.

A Unifique anunciou na quarta-feira, 8 de julho, a chegada de dois novos diretores não estatutários em sua estrutura executiva, sinalizando um reposicionamento estratégico focado em crescimento territorial e maior presença junto aos órgãos reguladores. A movimentação coloca a operadora em posição de acelerar sua penetração no mercado paulista enquanto constrói uma ponte mais robusta com Brasília.

Erolf Schotten retorna à companhia para comandar a Diretoria de Negócios e Expansão. Seu currículo na casa é extenso: passou 17 anos na Unifique em papéis diversos, incluindo a Diretoria de Operações. Durante esse período anterior, participou de marcos importantes para a empresa — a expansão da infraestrutura e a implementação da operação móvel 5G em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Agora, sua tarefa é replicar esse tipo de crescimento em São Paulo, o maior mercado de telecomunicações do país.

O retorno de Schotten não é casual. A Unifique, que historicamente concentrou suas operações no Sul e no Sudeste, vê em São Paulo uma oportunidade de escala. A nomeação de alguém com experiência comprovada em expansão e operações sugere que a companhia está pronta para investir recursos significativos nessa frente. Sua trajetória anterior na implementação de tecnologia 5G também o posiciona bem para um mercado que exige inovação contínua.

Paralelo a isso, Vitor Elísio Góes de Oliveira Menezes assume a Diretoria de Relações Institucionais e Regulatório, com base em Brasília. Essa é uma criação nova na estrutura da Unifique — uma diretoria dedicada exclusivamente ao diálogo com o governo e as autoridades reguladoras. A missão de Menezes é clara: fortalecer a interlocução com órgãos públicos, entidades do setor de telecomunicações e stakeholders estratégicos. Em um setor tão regulado quanto o de telecom, essa função é crítica.

A criação dessa diretoria reflete uma realidade do mercado brasileiro: operadoras precisam navegar um ambiente regulatório complexo, com múltiplos atores — Anatel, ministérios, agências estaduais, associações setoriais. Ter um executivo dedicado exclusivamente a essa frente, sediado na capital federal, sugere que a Unifique quer aumentar sua influência nas decisões que afetam o setor e, por extensão, seus negócios.

Os dois movimentos — expansão agressiva em São Paulo e presença reforçada em Brasília — pintam um quadro de uma operadora que quer crescer e que reconhece que esse crescimento depende tanto de investimento em infraestrutura quanto de relacionamento institucional. Schotten traz a experiência operacional; Menezes, a capacidade de navegar o labirinto regulatório. Juntos, sinalizam que a Unifique está entrando em uma nova fase.

Liderar a estratégia institucional, governamental e regulatória da Companhia, fortalecendo o diálogo com órgãos públicos, entidades setoriais, autoridades reguladoras e stakeholders estratégicos do setor de telecomunicações
— Unifique, sobre a missão de Vitor Menezes
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que trazer de volta alguém que saiu há tanto tempo? Não seria mais simples contratar alguém novo?

Model

Schotten não saiu — ele estava na empresa. Dezessete anos é uma carreira inteira em telecom. Ele conhece a cultura, os sistemas, as pessoas. Quando você quer expandir rápido, experiência interna vale ouro.

Inventor

E quanto a São Paulo especificamente? Por que agora?

Model

São Paulo é o mercado maior. A Unifique cresceu no Sul, consolidou operações. Mas para ser uma operadora nacional de verdade, precisa estar em SP. Schotten já fez isso antes — expandiu infraestrutura, implementou 5G. Ele sabe como fazer.

Inventor

Qual é o papel real de Menezes em Brasília? Parece vago.

Model

Não é vago, é estratégico. Telecom é regulado. Cada decisão da Anatel afeta lucro, investimento, expansão. Ter alguém em Brasília conversando com reguladores, ministérios, associações setoriais — isso não é acessório. É sobrevivência.

Inventor

Isso significa que a Unifique estava desconectada do ambiente regulatório antes?

Model

Não desconectada. Mas não tinha uma diretoria dedicada. Agora tem. É um sinal de que a companhia quer voz maior nas decisões que a afetam.

Inventor

Essas nomeações custam caro. A Unifique tem dinheiro para isso?

Model

São diretores não estatutários, então não estão no topo da pirâmide salarial. Mas sim, a companhia está apostando recursos. Não faz isso se não acredita que vai retornar em crescimento.

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