Em uma festa pós-aceleração nos Estados Unidos, sete pessoas aceitaram tatuar permanentemente o logotipo de uma startup em seus corpos em troca de uma entrevista de emprego — gesto que, mais do que uma estratégia de recrutamento excêntrica, revelou as fraturas profundas de um mercado de trabalho capaz de transformar a pele humana em moeda de troca. A iniciativa da LemonLime, recebida com indignação nas redes sociais, forçou seu fundador a um pedido público de desculpas e acendeu um debate sobre os limites entre ousadia corporativa e exploração da vulnerabilidade econômica.
Startup dos EUA oferece entrevista por tatuagem e enfrenta onda de críticas
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