Rizek aponta França como 'novo Brasil' após vitória contra Senegal

Como você para um ataque que tem três candidatos à Bola de Ouro?
A pergunta que Rizek fez ao analisar a profundidade ofensiva extraordinária da França na Copa do Mundo.

Após a vitória sobre o Senegal na Copa do Mundo de 2026, o jornalista Rizek e o técnico pentacampeão Felipão convergem numa mesma constatação: a França herdou o privilégio histórico que pertenceu ao Brasil — a capacidade de escalar dois times distintos, ambos competitivos em alto nível. Com Mbappé, Dembélé, Olise, Doué e Barcola disputando espaço no mesmo ataque, a seleção francesa não apenas acumula talentos, mas acumula perguntas sem resposta fácil para seus adversários. É o tipo de abundância que transforma um torneio antes mesmo de sua fase decisiva.

  • A vitória francesa sobre o Senegal revelou não apenas um resultado, mas uma máquina ofensiva de profundidade raramente vista no futebol contemporâneo.
  • Três candidatos simultâneos à Bola de Ouro em campo — e quando um sai, entra outro que marca no primeiro minuto: a rotação francesa não enfraquece, ela apenas muda de forma.
  • Rizek lança a pergunta que nenhum técnico adversário consegue responder com confiança: como se constrói uma defesa capaz de conter todos esses atacantes ao mesmo tempo?
  • Felipão, que conhece por dentro o que significa ter dois times competitivos numa Copa, valida a análise e acrescenta mais um nome à lista de ameaças francesas.
  • A França chega à fase decisiva do torneio carregando o maior luxo estratégico do futebol moderno: a liberdade de rodar sem medo de queda de rendimento.

Depois da vitória sobre o Senegal, Rizek não estava apenas comentando um placar. Estava diante de algo maior — uma seleção francesa capaz de colocar Mbappé, Dembélé e Olise juntos em campo, três jogadores que, em qualquer outro contexto, disputariam a Bola de Ouro. E quando um deles sai, entra Doué. Quando Doué sai, aparece Barcola, que marcou em seu primeiro minuto. A pergunta que ele fez ao vivo não era retórica: como se para um ataque assim?

Rizek recorreu à história para dar escala ao que estava vendo. Havia um tempo em que o Brasil era o único país capaz de montar duas seleções diferentes e ambas serem competitivas numa Copa. Aquele Brasil dos anos 1990 e 2000, com titulares de classe mundial e reservas que não destoavam. Agora, segundo ele, essa era a realidade francesa.

Luiz Felipe Scolari, o técnico que conquistou o pentacampeonato em 2002, estava no mesmo estúdio e não apenas concordou — foi além, citando mais um jogador que completava esse quadro de abundância. A convergência entre o jornalista e o pentacampeão não era casual: ambos reconheciam que a França havia alcançado um patamar de profundidade ofensiva que poucos times na história recente do futebol conseguiram.

Num torneio onde uma lesão pode desmantelar um projeto inteiro, poder substituir um Mbappé por um Olise sem perda de qualidade é um luxo estratégico imenso. A França não virou o novo Brasil no sentido cultural — virou no sentido que mais importa dentro de campo: é o país onde a pergunta deixou de ser 'quem vai marcar?' e passou a ser 'como você vai parar todos os que podem marcar?'. Para seus adversários, essa questão não tem resposta fácil.

A França saiu de campo contra Senegal com uma vitória que deixou o jornalista Rizek pensativo em seu estúdio em Nova York. Não era apenas o resultado que o impressionava. Era a máquina ofensiva que a produziu — e, mais ainda, a profundidade dessa máquina. Como parar um ataque que coloca Mbappé, Dembélé e Olise simultaneamente em campo, três jogadores que poderiam estar na conversa pela Bola de Ouro em qualquer outro contexto? E quando um deles sai, entra Doué. Quando Doué sai, aparece Barcola, que marcou um gol em seu primeiro minuto de jogo. A pergunta que Rizek fez durante a edição especial do Seleção não era retórica: como você constrói uma defesa para isso?

O que Rizek estava descrevendo, na verdade, era uma realidade que mudou o futebol internacional. Havia um tempo em que o Brasil era o país que podia montar duas seleções diferentes e ambas seriam competitivas em uma Copa do Mundo. Aquele Brasil dos anos 1990 e 2000, quando você tinha titulares de classe mundial e reservas que não destoavam muito. Rizek apontava que essa era agora a realidade francesa. A França não apenas tinha um time forte. Tinha dois times fortes. Dois times que poderiam, teoricamente, competir em pé de igualdade em um torneio internacional.

Luiz Felipe Scolari, que havia conquistado o pentacampeonato com a seleção brasileira em 2002, estava no mesmo estúdio. Felipão não apenas concordou com a análise de Rizek. Ele foi além, mencionando ainda outro jogador que completava esse quadro de abundância ofensiva francesa — um atleta que ele descrevia como "completo", alguém capaz de dar muito trabalho aos adversários em uma Copa do Mundo. A concordância entre o jornalista e o técnico pentacampeão não era casual. Ambos estavam reconhecendo algo que transcendia a análise tática comum: a França havia alcançado um patamar de profundidade ofensiva que poucos times na história recente do futebol haviam conseguido.

O que tornava essa observação particularmente relevante era o contexto da Copa do Mundo que se aproximava. Em um torneio onde as margens entre sucesso e fracasso são mínimas, onde uma lesão pode desmantelar um projeto inteiro, a capacidade de substituir um Mbappé por um Olise, ou um Dembélé por um Doué, sem perder qualidade ofensiva, era um luxo estratégico imenso. Não era apenas sobre ter bons jogadores. Era sobre ter tantos bons jogadores que o técnico poderia fazer rotações sem medo de queda de rendimento.

Rizek finalizava sua reflexão com uma constatação que ecoava além do futebol francês. A França havia se tornado o novo Brasil — não no sentido histórico ou cultural, mas no sentido tático e competitivo. Era o país que podia montar dois times diferentes, ambos capazes de vencer uma Copa. Era o país que tinha tantas opções ofensivas que a pergunta não era mais "quem vai marcar?", mas "como você vai parar todos esses que podem marcar?". Para os adversários da França na competição que se aproximava, essa era uma questão que não tinha resposta fácil.

A França é o novo Brasil já faz um tempo. Antigamente, o Brasil montava duas seleções para jogar uma Copa bem. Hoje o país que monta dois times diferentes e seriam competitivos numa Copa é a França.
— Rizek, jornalista
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que Rizek escolheu especificamente esses três nomes — Mbappé, Dembélé e Olise — para fazer seu ponto?

Model

Porque cada um deles é um candidato legítimo à Bola de Ouro. Não são jogadores bons. São jogadores de elite. E o ponto é que a França tem três deles ao mesmo tempo.

Inventor

Mas a França sempre teve bons atacantes. O que é diferente agora?

Model

A profundidade. Você pode tirar qualquer um desses três e ainda tem Doué. Tira Doué e entra Barcola, que marca em um minuto. Não é sobre ter um time bom. É sobre ter dois times bons.

Inventor

Rizek comparou isso ao Brasil de 2002. Por que essa comparação importa?

Model

Porque 2002 foi o pico da profundidade brasileira. O Brasil podia montar duas seleções e ambas ganhariam uma Copa. Rizek está dizendo que a França chegou nesse nível agora.

Inventor

E Felipão concordou. O que um técnico pentacampeão vê que outros não veem?

Model

Ele vê que isso não é coincidência. É construção. É planejamento. É um país que investiu em profundidade ofensiva de forma sistemática.

Inventor

Qual é o risco para a França com tanta abundância?

Model

Talvez nenhum, na verdade. O risco é para quem enfrenta eles. Como você prepara uma defesa para isso?

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