Pentágono divulga novo lote de arquivos secretos com vídeos e fotos de OVNIs

Nunca havia visto em 28 anos de serviço
Um agente da Marinha descrevendo um objeto não identificado que desafiava sua experiência militar.

Pela quarta vez desde o início do ano, o Pentágono abriu uma fresta em seus arquivos mais herméticos, liberando vídeos, imagens e áudios de fenômenos que seus próprios militares não conseguiram explicar. O gesto, autorizado por ordem executiva de Trump, reúne contribuições da NASA, do FBI e da CIA — agências que, juntas, documentaram o inexplicável sem conseguir nomeá-lo. Para um agente da Marinha com 28 anos de serviço, um dos registros foi singular o suficiente para merecer testemunho formal; para o restante da humanidade, a pergunta permanece aberta.

  • O Pentágono liberou seu quarto lote de arquivos sobre OVNIs, mantendo uma cadência que sugere abertura gradual — não um gesto isolado, mas um processo em curso.
  • Entre os materiais está um vídeo de 32 segundos captado por sensor infravermelho militar no Atlântico em 2020, mostrando um objeto marrom-escuro de até 4,5 metros movendo-se com o vento.
  • Cinco militares da Marinha relataram em 2019 ter visto um objeto em alta velocidade; um deles, com quase três décadas de experiência, afirmou nunca ter testemunhado nada semelhante.
  • NASA, FBI e CIA contribuíram com o arquivo — e o que os une é justamente a ausência de resposta: todos os casos divulgados permanecem sem resolução definitiva.
  • O Pentágono prometeu continuar as divulgações e publicar relatórios separados sobre casos que foram resolvidos, sinalizando que o processo de transparência ainda está longe do fim.

Na sexta-feira, 10 de julho, o Pentágono liberou mais um conjunto de documentos classificados sobre fenômenos anômalos não identificados — o quarto lote desde que Trump assinou uma ordem executiva autorizando essas divulgações. O material reúne vídeos, fotografias e gravações de áudio provenientes de múltiplas agências federais: a NASA forneceu imagens, o FBI incluiu relatos de testemunhas civis, e a CIA disponibilizou trechos de suas próprias investigações. O denominador comum entre todos os casos é a ausência de conclusão — situações nas quais os dados disponíveis simplesmente não permitiram determinar o que foi visto.

Um dos registros mais marcantes é um vídeo de 2020 anexado a um relatório do Comando Norte dos EUA. Durante 32 segundos, um sensor infravermelho a bordo de uma plataforma militar no Oceano Atlântico captou um objeto descrito como marrom-escuro, medindo entre 3,5 e 4,5 metros, deslocando-se de forma consistente com o vento — sem manobras, sem mudanças de direção, comportando-se como um grande balão ligeiramente deformado.

Outro documento, de 2019, traz o testemunho de cinco militares da Marinha que viram um objeto em alta velocidade seguindo em linha reta na direção oposta à plataforma onde estavam. Um desses agentes, com 28 anos de serviço entre a Força Aérea e a Marinha, declarou nunca ter visto um objeto com aquelas características de voo — uma observação que, vinda de alguém com quase três décadas de experiência, carrega peso considerável.

O Pentágono foi explícito: os materiais divulgados referem-se exclusivamente a casos não resolvidos. O departamento afirmou que continuará publicando relatórios separados sobre os fenômenos que foram identificados, e que a administração Trump está comprometida em compartilhar as descobertas com o público americano. Com dois lotes lançados em maio e um terceiro em junho, a cadência das divulgações aponta para uma abertura gradual — e ainda incompleta — de arquivos que permaneceram fechados por anos.

O Pentágono abriu seus arquivos novamente na sexta-feira, 10 de julho, liberando um novo lote de documentos classificados que incluem vídeos, fotografias e gravações de áudio relacionados a objetos voadores não identificados — ou, na linguagem mais recente do governo americano, fenômenos anômalos não identificados. Este é o quarto conjunto de materiais que o Departamento de Defesa dos EUA disponibilizou publicamente desde que o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva no início do ano autorizando essas divulgações.

O material agora público reúne contribuições de múltiplas agências federais. A Nasa forneceu imagens. O FBI incluiu relatos de pessoas que testemunharam avistamentos. A CIA disponibilizou trechos de suas próprias investigações. Juntos, esses documentos formam um arquivo de casos que o governo americano não conseguiu resolver — situações nas quais os dados disponíveis e outros fatores simplesmente não permitiram uma conclusão definitiva sobre o que as pessoas realmente viram.

Um dos vídeos mais notáveis vem de 2020 e foi anexado a um relatório do Comando Norte dos Estados Unidos. Durante 32 segundos, um sensor infravermelho a bordo de uma plataforma militar no Oceano Atlântico capturou um fenômeno anômalo. O Exército descreveu o objeto como tendo uma cor marrom-escura, medindo entre 3,5 e 4,5 metros de altura, e movendo-se de forma consistente com o vento — sem realizar manobras, sem mudar de direção, comportando-se como um balão grande e ligeiramente deformado.

Outro documento de 2019 traz o testemunho de cinco militares da Marinha que afirmaram ter visto um objeto não identificado viajando em linha reta, na direção oposta à plataforma onde estavam, em alta velocidade. Um desses agentes fez uma observação que ressoa através dos anos: em 28 anos servindo tanto na Força Aérea quanto na Marinha dos EUA, ele nunca havia testemunhado um objeto com as características de voo que aquele apresentava. Para um militar com quase três décadas de experiência, a experiência foi singular o suficiente para merecer documentação.

O Pentágono deixou claro que esses materiais referem-se especificamente a casos não resolvidos — situações nas quais a agência não conseguiu determinar definitivamente a natureza do que foi observado. Em um comunicado, o departamento afirmou que continuará produzindo relatórios separados sobre os casos de fenômenos anômalos que foram resolvidos, conforme exigido por lei. A administração Trump, segundo o comunicado, está comprometida em buscar a verdade e compartilhar as descobertas com o povo americano.

Os dois lotes anteriores foram apresentados em maio, com um terceiro chegando em meados de junho. Essa cadência de divulgações sugere um processo contínuo — não um evento único, mas uma abertura gradual de arquivos que permaneceram fechados por anos. O que isso significa para o entendimento público sobre esses fenômenos ainda está em aberto. O que está claro é que o governo americano possui documentação de eventos que seus próprios militares não conseguem explicar, e agora está permitindo que o público veja parte dessa documentação.

Em 28 anos servindo na Força Aérea e na Marinha dos EUA, nunca havia testemunhado um objeto com as características de voo que aquele apresentava
— Agente da Marinha, relatório de 2019
Sob esta Administração, buscaremos a verdade e compartilharemos nossas descobertas com o povo americano
— Pentágono
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que o Pentágono está divulgando isso agora, depois de manter esses arquivos secretos por tanto tempo?

Model

A ordem executiva de Trump no início do ano abriu a porta. Mas há algo mais profundo — há uma mudança na forma como o governo fala sobre isso. Antes era "OVNIs", agora é "fenômenos anômalos não identificados". A linguagem mudou porque a conversa mudou.

Inventor

O vídeo de 2020 parece bastante mundano — um objeto se movendo com o vento. Por que isso é significativo?

Model

Porque foi capturado por um sensor infravermelho militar em uma plataforma no Atlântico. Não é alguém com um celular. É equipamento de defesa documentando algo que não conseguem categorizar. O mundano é exatamente o ponto — não é um foguete, não é um satélite conhecido. É apenas... algo.

Inventor

E o relato do agente com 28 anos de experiência?

Model

Esse é o peso humano. Esse homem viu coisas que a maioria das pessoas nunca vê. Passou quase três décadas na Força Aérea e na Marinha. E ainda assim disse que nunca havia visto nada assim. Quando alguém com esse histórico faz uma afirmação desse tipo, ela carrega um peso diferente.

Inventor

O Pentágono diz que esses são casos "não resolvidos". Isso significa que eles desistiram de investigar?

Model

Não exatamente. Significa que com os dados que tinham, não conseguiram chegar a uma conclusão. Há uma diferença entre "não resolvido" e "inexplicável". Um é um estado administrativo. O outro é uma admissão de limite.

Inventor

Qual é o próximo passo? Mais divulgações?

Model

Sim, provavelmente. O Pentágono prometeu continuar. Mas a pergunta real é se mais documentação vai responder algo, ou se vai apenas adicionar mais perguntas ao arquivo.

Contact Us FAQ