Cada clube fica com 45%, o jogador com 10%
No ciclo eterno em que o futebol brasileiro descobre e disputa seus talentos mais jovens, o Palmeiras estende a mão em direção a Lucas Albuquerque, um meia de 15 anos que já carrega a braçadeira de capitão no Guarani de Campinas. A negociação, que divide os direitos econômicos do jovem entre os dois clubes, revela como o esporte transforma adolescentes em ativos antes mesmo que possam assinar um contrato profissional. O futuro de Lucas permanece em aberto, mas o interesse de tantos grandes clubes já diz muito sobre o peso de um talento que ainda está aprendendo a ser gente.
- Aos 15 anos, Lucas Albuquerque já é disputado por sete clubes de expressão nacional, incluindo Palmeiras, Grêmio, Internacional e Santos.
- O Palmeiras formalizou proposta ao Guarani com uma divisão de 45%-45%-10% dos direitos econômicos — modelo que pressiona o clube menor a decidir entre ceder ou resistir.
- O Guarani detém contrato de formação válido até abril de 2027 e tem prioridade para oferecer o primeiro vínculo profissional quando o jovem completar 16 anos.
- Lucas segue atuando normalmente pelo sub-15 do Guarani no Paulista, mas já treinou com o elenco profissional e esteve na pré-lista da seleção brasileira sub-15.
- Os próximos meses serão decisivos: a temporada de base se encerra em breve e as negociações devem chegar a um desfecho antes que o mercado se mova ainda mais.
O Palmeiras formalizou proposta pelo meia Lucas Albuquerque, de 15 anos, capitão do sub-15 do Guarani no Campeonato Paulista. O jovem chegou ao clube de Campinas em 2023, aos 12 anos, vindo de Jundiaí, e renovou recentemente seu contrato de formação, que segue válido até abril de 2027.
A proposta alviverde prevê co-propriedade dos direitos econômicos: 45% para o Palmeiras, 45% para o Guarani e 10% para o próprio jogador — estrutura cada vez mais comum quando grandes clubes miram talentos ainda vinculados a outras instituições. A expectativa é que Lucas permaneça no Guarani até o fim da temporada de base, com possibilidade de profissionalização assim que completar 16 anos.
O interesse não é exclusivo do Verdão. Athletico-PR, Barra-SC, Grêmio, Internacional, Red Bull Bragantino e Santos também acompanham seu desenvolvimento. Lucas já participou de treinos com o elenco profissional do Guarani, que disputa a Série C, e esteve na pré-lista da seleção brasileira sub-15 para o Torneio Evolução, no Paraguai. Elano Blumer, ex-jogador e atual coordenador de futebol do clube, já elogiou publicamente o potencial do meia.
A negociação segue em andamento, e os próximos meses devem definir para qual caminho Lucas Albuquerque dará seus primeiros passos no futebol profissional.
O Palmeiras está movimentando suas estruturas de prospecção e já colocou na mesa uma proposta formal para Lucas Albuquerque, um meia de apenas 15 anos que se destaca na categoria sub-15 do Guarani. A negociação, que começou a ganhar corpo nas últimas semanas, envolve uma divisão criativa dos direitos econômicos do jovem atleta entre os dois clubes.
Lucas é capitão do time sub-15 do Guarani no Campeonato Paulista e chegou ao clube de Campinas em 2023, aos 12 anos, vindo de Jundiaí. Seu contrato de formação com o Brinco de Ouro segue válido até abril de 2027, o que garante ao Guarani prioridade para oferecer o primeiro vínculo profissional assim que o jogador completar 16 anos. Recentemente, ele renovou esse acordo de base, sinalizando confiança mútua na relação.
A proposta do Palmeiras prevê um arranjo onde cada um dos dois clubes ficaria com 45% dos direitos econômicos de Lucas Albuquerque, deixando os 10% restantes para o próprio jogador. Essa estrutura de co-propriedade é cada vez mais comum no futebol brasileiro quando há interesse de grandes clubes em jovens talentos que ainda estão vinculados a outras instituições. Apesar do avanço nas conversas, a expectativa é que Lucas continue atuando pelo Guarani até o encerramento da temporada da base.
O interesse do Verdão não é isolado. Outros clubes de expressão nacional também têm seus olhos voltados para o meia: Athletico-PR, Barra-SC, Grêmio, Internacional, Red Bull Bragantino e Santos também acompanham seu desenvolvimento. Lucas já participou de atividades com o elenco profissional do Guarani, que disputa a Série C do Campeonato Brasileiro, e esteve na pré-lista da seleção brasileira sub-15 para o Torneio Evolução, realizado no Paraguai. Elano Blumer, ex-jogador e atual coordenador de futebol do Guarani, já elogiou publicamente o potencial do jovem meia.
O cenário que se desenha é o de um atleta em ascensão, cercado de oportunidades e com a possibilidade de profissionalizar-se em breve. A negociação entre Palmeiras e Guarani segue em andamento, e os próximos meses devem ser decisivos para definir o futuro de Lucas Albuquerque no futebol profissional.
Citas Notables
Elano Blumer, ex-jogador e atual coordenador de futebol do Guarani, elogiou o potencial do jovem meia— Elano Blumer, coordenador de futebol do Guarani
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Por que o Palmeiras estaria disposto a dividir os direitos econômicos com o Guarani em vez de simplesmente esperar que o jogador complete 16 anos?
Porque o Guarani tem contrato de formação válido até 2027 e prioridade legal para oferecer o primeiro profissional. O Palmeiras não pode simplesmente levar o garoto. A divisão é o jeito de negociar agora, antes que outras propostas apareçam.
E o que significa na prática Lucas ficar com apenas 10% dos direitos econômicos?
Significa que ele não controla sua própria carreira financeiramente. Se for vendido para o exterior ou transferido, os clubes embolsam a maior parte. É comum em jogadores tão jovens, mas deixa o atleta em posição frágil.
Ele vai sair do Guarani agora ou fica até o fim da temporada?
Fica. A tendência é que continue no Brinco de Ouro até o fim da temporada da base. Aos 16 anos, aí sim, pode assinar profissional — provavelmente com o Palmeiras, se a negociação avançar.
Quantos outros clubes estão nessa disputa?
Pelo menos seis: Athletico-PR, Barra-SC, Grêmio, Internacional, Red Bull Bragantino e Santos. Ele já chamou atenção até da seleção brasileira sub-15.
O que torna um meia de 15 anos tão procurado assim?
Ele é capitão da categoria, já treinou com profissionais do Guarani e tem reconhecimento de gente como Elano Blumer. Nessa idade, consistência e liderança são raras. Quando aparecem, todo mundo quer.
Qual é o risco para o Palmeiras nessa negociação?
Investir tempo e estrutura em um garoto que ainda pode não se desenvolver como esperado. E dividir os direitos significa que se ele explodir, o Guarani também lucra. Mas é o preço de negociar cedo.