Ela caiu no chão e levou a mão à boca, o local atingido pelo chute
Em Francisco Beltrão, no Paraná, uma câmera de segurança registrou o que nenhum olhar deveria precisar testemunhar: um pai desferindo um chute no rosto da própria filha de 3 anos. O homem, confrontado pela polícia, confirmou a agressão e atribuiu o gesto ao choro da criança — como se a fragilidade de uma criança pudesse justificar a violência de um adulto. O caso, agora sob inquérito policial, lembra que a proteção da infância depende tanto das leis quanto da vigilância coletiva de uma sociedade.
- Uma criança de 3 anos foi chutada no rosto pelo próprio pai em plena rua, com o momento brutal registrado por câmeras de segurança.
- O impacto derrubou a menina no chão; um transeunte se aproximou imediatamente, sinalizando que a violência não passou despercebida.
- O pai compareceu à delegacia, admitiu a agressão e alegou que o choro da filha motivou o ato — mas disse não se lembrar completamente dos fatos.
- A Polícia Civil instaurou inquérito, coletou depoimentos de familiares e busca novas imagens para reconstruir toda a sequência de eventos.
- Medidas protetivas de urgência foram solicitadas para a menina, o irmão e a mãe, e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
No domingo 5 de julho, em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, câmeras de segurança registraram um pai chutando o rosto da filha de 3 anos enquanto caminhavam na rua. A menina caiu no chão e levou a mão à boca, no local atingido. Um transeunte que presenciou a cena se aproximou e questionou o homem sobre o ocorrido.
Na quarta-feira seguinte, o pai compareceu à delegacia para depor. Confirmou a agressão, mas alegou que a reação foi provocada pelo choro da criança e que não se lembrava completamente dos detalhes. A Polícia Civil, ao tomar conhecimento do vídeo, instaurou imediatamente um inquérito e passou a ouvir testemunhas, além de buscar outras imagens de videomonitoramento para reconstruir o trajeto percorrido naquele dia.
A menina foi submetida a exame de lesão corporal, com laudo pericial ainda aguardado. A mãe e outros familiares também foram identificados e ouvidos. A polícia solicitou medidas protetivas de urgência para a criança, o irmão e a mãe. O Conselho Tutelar foi acionado para garantir a proteção das crianças envolvidas.
Uma câmera de segurança capturou o momento em que um pai chutou o rosto da própria filha, uma criança de 3 anos, na rua em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, no domingo 5 de julho. As imagens mostram o homem caminhando com duas crianças quando, sem aviso, desferiu um golpe no rosto da menina. Ela caiu no chão e levou a mão à boca, o local atingido pelo chute. Um transeunte se aproximou e questionou o pai sobre o que havia acontecido.
O homem compareceu à delegacia na quarta-feira seguinte para depor. Durante o interrogatório, confirmou que havia agredido a filha, mas alegou que a reação foi provocada pelo choro da criança. Disse também não se lembrar completamente dos detalhes do ocorrido. A Polícia Civil, assim que tomou conhecimento do vídeo, instaurou um inquérito para investigar o caso.
A menina foi submetida a um exame de lesão corporal. O laudo pericial ainda estava sendo aguardado no momento da reportagem. A polícia continuava ouvindo testemunhas e buscava outras imagens de câmeras de videomonitoramento para reconstruir todo o trajeto percorrido pelo investigado e pelas crianças naquele dia.
A mãe e outros familiares já foram identificados e ouvidos pela polícia. A corporação solicitou medidas protetivas de urgência em favor da menina, de seu irmão e da mãe. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e garantir a proteção das crianças envolvidas.
Citas Notables
Confirmou a agressão e afirmou que a reação foi motivada pelo choro da filha, mas disse não se lembrar completamente do que aconteceu— Pai investigado, em depoimento à Polícia Civil
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Por que uma criança de 3 anos chorando levaria um adulto a reagir com violência física?
A polícia não explorou isso em detalhes públicos. O pai disse que o choro a provocou, mas não explicou o que estava acontecendo naquele momento — se ele estava sob estresse, se havia algo mais acontecendo antes do vídeo começar.
O fato de ele não se lembrar completamente do que fez muda algo?
Muda a investigação. Pode indicar um estado emocional extremo, ou pode ser uma tentativa de minimizar a responsabilidade. A polícia está reconstruindo o trajeto inteiro para entender o contexto.
E a mãe — onde ela estava?
Ela estava presente o suficiente para ser ouvida e protegida legalmente. Mas o vídeo mostra o pai com as duas crianças, não a mãe. Isso levanta perguntas sobre supervisão e dinâmica familiar que ainda não foram respondidas publicamente.
As medidas protetivas significam que as crianças foram afastadas do pai?
Significam que a lei está tentando protegê-las enquanto a investigação continua. Mas medidas protetivas não são o mesmo que custódia. O Conselho Tutelar agora está envolvido, e eles vão determinar o que é melhor para as crianças.