Oitavas da Copa Africana de Nações estão definidas; mata-mata começa sábado

Apenas os lanternas ficaram pelo caminho na fase de grupos
O formato da Copa Africana permitiu que terceiros colocados avançassem às oitavas de final.

No Marrocos, a Copa Africana de Nações revela sua face mais decisiva: dezesseis nações seguem em busca do título continental, enquanto outras, como o Gabão de Aubameyang, partem mais cedo do que esperavam. O torneio, que perdoa apenas os últimos colocados de cada grupo, condensa semanas de esperança em um mata-mata que culminará no Estádio Mohammed V, em Casablanca, no dia 17 de janeiro. É o momento em que o futebol africano escolhe seu representante — e onde a grandeza individual nem sempre basta.

  • Dezesseis seleções avançaram ao mata-mata, incluindo os terceiros colocados de cada grupo, mantendo a competição densa e imprevisível.
  • O Gabão, aposta de muitos graças a Aubameyang, decepcionou ao terminar em último no Grupo F e foi eliminado antes mesmo do mata-mata começar.
  • As oitavas de final acontecem entre sábado e terça-feira, comprimindo oito jogos decisivos em poucos dias e acelerando o ritmo da competição.
  • A final está marcada para 17 de janeiro no Estádio Mohammed V, em Casablanca, diante de mais de 55 mil espectadores — o palco já está pronto, falta saber quem o merece.

A Copa Africana de Nações, sediada no Marrocos, entrou em sua fase decisiva nesta quarta-feira com a definição dos confrontos das oitavas de final. O formato do torneio permitiu que os terceiros colocados de cada grupo também avançassem, garantindo um campo de dezesseis seleções para o mata-mata — apenas os lanternas foram eliminados na fase de grupos.

O calendário é enxuto e exigente: as oitavas ocorrem entre sábado e terça-feira, as quartas começam na sexta seguinte, as semifinais estão marcadas para 14 de janeiro, e a grande final acontece em 17 de janeiro no Estádio Mohammed V, em Casablanca, com capacidade para mais de 55 mil espectadores.

A maior decepção da fase de grupos foi o Gabão. Com Pierre-Emerick Aubameyang — veterano de Arsenal e Barcelona e um dos maiores nomes do futebol africano — a seleção chegou com ambições elevadas, mas terminou em quarto lugar no Grupo F e foi eliminada precocemente. A campanha frustrou uma nação que apostava em seu principal astro para ir longe na competição.

Com dezesseis times ainda na disputa, a tendência é que o nível de jogo suba consideravelmente. Os próximos dias revelarão quem tem fôlego para chegar até Casablanca e conquistar o título continental africano de 2025.

A Copa Africana de Nações entrou em sua fase decisiva nesta quarta-feira, quando os dezesseis times que avançaram da primeira etapa tiveram seus confrontos definidos. O torneio, sediado no Marrocos, segue um formato que permitiu aos terceiros colocados de cada grupo também prosseguirem — apenas os lanternas das chaves foram eliminados. Isso significa que a competição manteve um elenco robusto de candidatos para o mata-mata que se inicia no próximo sábado.

O calendário do torneio está montado com precisão. As oitavas de final serão disputadas entre sábado e terça-feira, com oito jogos que definirão os oito semifinalistas. As quartas de final começam na sexta-feira seguinte, concentrando a ação em um período de duas semanas. As semifinais estão marcadas para 14 de janeiro, deixando apenas três dias antes da grande decisão.

A final, o jogo que coroará o campeão africano de 2025, acontecerá em 17 de janeiro no Estádio Mohammed V, em Casablanca. O estádio, com capacidade para mais de 55 mil espectadores, será o palco para o desfecho de uma competição que já apresentou suas primeiras surpresas e decepções.

A maior delas veio do Gabão, que chegou ao torneio com expectativas elevadas graças à presença de Pierre-Emerick Aubameyang, um dos maiores nomes do futebol africano. O atacante, que defendeu gigantes europeus como Arsenal e Barcelona, não conseguiu levar sua seleção além da fase de grupos. O Gabão terminou em quarto lugar no Grupo F, ficando fora da zona de classificação e sendo eliminado precocemente da disputa. A campanha abaixo do esperado encerrou as esperanças de uma nação que apostava em seu principal astro para fazer uma campanha profunda no torneio.

Com dezesseis seleções ainda na briga, o nível de competição tende a aumentar significativamente. Os próximos dias definirão quem tem força para chegar à final em Casablanca e conquistar o título continental.

A grande decepção da fase de grupos foi o Gabão, do astro Pierre-Emerick Aubameyang, que foi 4º colocado do Grupo F e por isso se despediu precocemente da disputa
— Fonte oficial da Copa Africana de Nações
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Por que o formato permitiu que terceiros colocados avançassem? Parece incomum.

Model

A Copa Africana tem muitos grupos e nem sempre há grandes diferenças entre o segundo e o terceiro lugar. Deixar apenas os lanternas fora mantém a competição aberta e dá chance a times que tiveram uma fase de grupos competitiva.

Inventor

E o Gabão com Aubameyang — como um jogador daquele calibre não consegue levar seu país adiante?

Model

Futebol de seleção é diferente. Aubameyang é brilhante, mas uma seleção precisa de equilíbrio, defesa, entrosamento. O Gabão não conseguiu montar isso ao seu redor.

Inventor

Qual é a pressão agora para os times que avançaram?

Model

Enorme. Você está em um mata-mata de verdade — uma derrota e você vai para casa. Não há segunda chance. Os próximos dez dias vão ser intensos.

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O Marrocos tem vantagem por ser o anfitrião?

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Sempre tem. Jogar em casa, com a torcida, conhecer o estádio — tudo isso importa em mata-mata. Se o Marrocos chegar longe, será em parte porque não precisou viajar.

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