A camisa da Seleção ganhou nova vida em estúdio de styling
A influenciadora digital usou uma camisa da Seleção customizada em corset decotado, combinada com calça jeans brasileira, em produção de styling profissional. O visual temático em verde e amarelo fez parte das produções de famosas que acompanharam a estreia da Seleção Brasileira no campeonato internacional.
- Bruna Biancardi postou vídeo no Instagram no sábado (13 de junho de 2026)
- Camisa da Seleção foi transformada em corset decotado, sem mangas, com ombreiras e amarração nas costas
- Styling profissional de Alessandro Finizia
- Combinada com calça jeans da marca brasileira J'01
Bruna Biancardi, esposa de Neymar, apresentou nas redes sociais um look criativo com camisa da Seleção transformada em corset para acompanhar o primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2026.
No sábado à tarde, Bruna Biancardi postou um vídeo no Instagram mostrando o que vestiria para acompanhar o primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A influenciadora digital, casada com Neymar, havia transformado uma camisa da Seleção em algo inteiramente diferente do que se vê nos estádios: um corset ajustado ao corpo, sem mangas, decotado, com ombreiras estruturadas e amarração nas costas. A peça era verde e amarela, é claro, mas o styling profissional de Alessandro Finizia havia reimaginado a tradicional camisa de jogo como uma peça de moda pensada para o corpo.
O visual não era apenas a camisa. Bruna completou o look com uma calça jeans da marca brasileira J'01, mantendo a paleta de cores patriótica mas elevando o conjunto a algo que funcionasse tanto como apoio ao time quanto como declaração de estilo pessoal. A combinação era temática sem ser óbvia, esportiva sem ser comum. Na legenda, ela escreveu simplesmente: "Que comecem os jogos. Bora Brasil".
O que Bruna fez naquele sábado não era inédito, mas representava uma tendência crescente entre celebridades brasileiras durante grandes competições internacionais. Enquanto torcedores comuns vestem a camisa oficial tal qual sai da loja, influenciadoras e personalidades públicas têm transformado essas peças em oportunidades de expressão pessoal. A customização de uniformes oficiais virou parte do ritual de acompanhar a Seleção, uma forma de estar presente no evento sem desaparecer nele.
O corset de Bruna, especificamente, funcionava em dois níveis. Para quem acompanhava a Copa, era uma forma criativa de torcer. Para quem seguia moda, era um exemplo de como peças esportivas podem ser desconstruídas e reconstruídas. A camisa da Seleção, historicamente um objeto democrático que qualquer brasileiro pode comprar e usar, havia sido elevada a objeto de design, com estrutura, proporção e intenção.
Esse tipo de produção — pensada, estilizada, fotografada e compartilhada — faz parte de como as celebridades vivem eventos públicos brasileiros. Não é apenas estar lá. É estar lá de forma que seja documentada, que seja vista, que seja comentada. Bruna Biancardi, com seu vídeo no Instagram e sua camisa transformada, participava simultaneamente de dois mundos: o da torcida genuína e o da moda como linguagem.
O que acontecia naquele sábado era também um sinal do que viria nos próximos dias da Copa. Outras celebridades apresentariam seus próprios looks temáticos. O mercado de moda esportiva começaria a observar como peças oficiais estavam sendo reinterpretadas. E a camisa da Seleção, aquele objeto simples e poderoso que une o país, ganharia novas vidas em estúdios de styling, em redes sociais, em corpos de mulheres que tornavam o futebol também uma questão de estilo.
Citações Notáveis
Que comecem os jogos. Bora Brasil— Bruna Biancardi, na legenda da publicação
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Por que uma influenciadora transformaria uma camisa de futebol em corset? Não parece contraditório?
Não, porque a camisa da Seleção é mais que um uniforme. É um objeto que pertence a todos, então cada pessoa pode reimaginá-lo. Bruna estava dizendo: eu torço, mas também tenho um corpo, tenho estilo, tenho voz.
Mas isso não tira o foco do jogo? Não é narcisismo?
Talvez seja ambos. Mas em um país onde celebridades são observadas constantemente, documentar como você torce é também documentar como você existe. Ela não estava no campo. Estava na arquibancada, ou em casa, e escolheu estar ali de forma visível.
O styling profissional — isso é novo? Celebridades sempre se arrumaram para eventos.
Verdade. Mas agora é planejado, publicado, comentado em tempo real. A roupa vira conteúdo. A Copa vira oportunidade de moda. E marcas brasileiras como a J'01 ganham visibilidade porque uma influenciadora escolheu usá-las.
Então o corset é também um negócio?
Tudo é negócio quando você tem milhões de seguidores. Mas isso não significa que não seja também genuíno. Bruna pode torcer de verdade e ao mesmo tempo estar construindo sua marca. As duas coisas existem.