Melhor esperar e ter ele 100% para o que importa
Em tempos de Copa do Mundo, a ausência de um ídolo pesa tanto quanto sua presença. Neymar, ainda às voltas com uma lesão na panturrilha direita contraída há quase um mês, permanece distante dos gramados enquanto o Brasil se prepara para enfrentar o Haiti na segunda rodada do Grupo C. A comissão técnica de Carlo Ancelotti escolhe a prudência como estratégia, guardando o atacante para os momentos em que o torneio exige mais — o mata-mata — e reconhecendo que apressar um retorno pode custar mais caro do que esperar.
- Neymar não pisou no gramado no treino de reapresentação e está oficialmente fora do jogo contra o Haiti na sexta-feira.
- A lesão na panturrilha direita, sofrida há quase um mês, ainda exige exames médicos e uma fase de transição física antes de qualquer retorno ao elenco.
- O empate decepcionante com Marrocos na estreia aumenta a pressão sobre Ancelotti, que tem apenas quatro treinos para reorganizar a equipe.
- Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães também foram poupados do treino de campo por desgaste, sinalizando um grupo que chegou ao limite contra Marrocos.
- O plano é claro e não muda: Neymar só será relacionado na fase mata-mata, e mesmo diante da Escócia só entra em caso de necessidade extrema.
A seleção brasileira voltou aos trabalhos na tarde de segunda-feira com o olhar voltado para o Haiti, adversário da segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Mas o assunto do dia foi, mais uma vez, Neymar. O atacante segue afastado dos treinos em campo, dedicado exclusivamente à recuperação de uma lesão na panturrilha direita sofrida há quase um mês em jogo pelo Santos. Nesta segunda, passou por novos exames médicos para monitorar a evolução do problema.
Havia expectativa de um retorno ao gramado, mas o departamento médico preferiu não arriscar. A previsão de três semanas de recuperação, com prazo até o dia 17, continua válida — porém, mesmo com evolução positiva, o atacante ainda precisará de uma fase de transição física. A comissão técnica é categórica: Neymar só será relacionado no mata-mata. Contra o Haiti, está fora. Diante da Escócia, só entra em caso de necessidade extrema. A cautela de Ancelotti reflete a consciência de que preservar o jogador para os momentos decisivos vale mais do que qualquer atalho.
Além de Neymar, Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães também foram poupados do treino de campo, aparecendo no gramado apenas como observadores. O trio havia se destacado pela intensidade contra Marrocos — Raphinha foi o brasileiro que mais correu, com 11,6 quilômetros. Raphinha chegou ao treino de chinelos, símbolo do desgaste acumulado.
Com quatro sessões pela frente até o confronto com os haitianos, Ancelotti enfrenta pressão para fazer ajustes após a atuação fraca na estreia. Danilo deve assumir a vaga de Ibañez na defesa, enquanto Lucas Paquetá e Igor Thiago têm suas presenças no ataque reavaliadas. A Copa ainda engatinha, mas as escolhas feitas agora já começam a desenhar o destino da campanha brasileira.
A seleção brasileira retomou seus trabalhos na tarde de segunda-feira visando ao confronto contra o Haiti na sexta seguinte, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Mas o destaque do dia foi, novamente, a ausência de Neymar. O atacante continua afastado dos treinos em campo, dedicando-se exclusivamente ao processo de recuperação de uma lesão na panturrilha direita sofrida há quase um mês durante um jogo pelo Santos. Nesta segunda, ele passou por novos exames médicos para acompanhar a evolução do problema.
Havia expectativa de que Neymar pudesse retornar ao gramado neste dia, mas o departamento médico optou por não precipitar o retorno. A previsão inicial de três semanas de recuperação, com prazo de encerramento no dia 17, permanece em pé. Contudo, mesmo que a lesão evolua conforme o esperado, o atacante ainda precisará passar por uma fase de transição física antes de ser finalmente integrado ao elenco. A comissão técnica prioriza evitar qualquer risco de reincidência, especialmente após o empate decepcionante com Marrocos na estreia.
O plano traçado pela comissão é claro: Neymar será relacionado apenas para a fase mata-mata da competição. Contra o Haiti, sua presença está descartada. Mesmo quando a seleção enfrentar a Escócia, ele só deve ser acionado em caso de necessidade extrema. A estratégia reflete a cautela de Carlo Ancelotti e sua equipe em preservar o jogador para os momentos decisivos do torneio.
Além de Neymar, outros três jogadores também foram poupados do treino em campo nesta segunda. Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães apareceram no gramado apenas como espectadores, realizando trabalho separado devido ao desgaste acumulado no jogo anterior. Raphinha, atacante do Barcelona, chegou inclusive com chinelos. O trio havia se destacado pela intensidade contra Marrocos: Raphinha foi o brasileiro que mais correu, cobrindo 11,6 quilômetros; Gabriel Magalhães ficou em terceiro lugar; e Bruno Guimarães em quinto.
Os jogadores tiveram folga no domingo e se reapresentaram ao meio-dia de segunda. Com o treino daquela tarde, serão quatro sessões até o confronto com os haitianos para que Ancelotti defina sua escalação. O técnico italiano enfrenta pressão para fazer ajustes após a atuação fraca na estreia. Existe expectativa de que Danilo assuma a vaga de Ibañez na defesa. No ataque, Lucas Paquetá e Igor Thiago também não convenceram e terão sua permanência no time avaliada. A Copa do Mundo 2026 ainda está em seus primeiros passos, mas as decisões tomadas agora moldarão o restante da campanha brasileira.
Citas Notables
A comissão técnica prioriza a recuperação completa do atacante para evitar reincidência da lesão— Departamento médico da CBF
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Por que a comissão técnica decidiu não arriscar Neymar contra o Haiti, mesmo com a recuperação progredindo?
Porque uma lesão na panturrilha é traiçoeira. Se você volta rápido demais, sem fazer a transição certa, ela volta pior. E Neymar é demais importante para perder agora.
Mas três semanas é bastante tempo. Por que ainda não está pronto?
Três semanas é o prazo para a lesão cicatrizar. Mas cicatrizar não é o mesmo que estar pronto para jogar futebol de Copa do Mundo. Ele precisa correr, mudar de direção, fazer explosões. Tudo isso sem risco.
E se a seleção precisar dele antes do mata-mata?
Aí é um problema. Mas a aposta é que o Brasil consegue passar sem ele. O Haiti é acessível. A Escócia também. O mata-mata é onde você realmente precisa estar inteiro.
Como fica o moral do time vendo três jogadores sendo poupados?
Não é desmotivação, é inteligência. Raphinha correu 11,6 quilômetros contra Marrocos. O corpo pede descanso. A comissão está lendo o que o jogo pediu e respondendo.
Ancelotti está sob pressão para mudar a equipe?
Está. O empate com Marrocos foi fraco. Danilo pode entrar na defesa. Lucas Paquetá e Igor Thiago não jogaram bem. Mas com Neymar fora, é difícil fazer mudanças muito radicais agora.
Qual é o verdadeiro risco aqui?
Perder Neymar de novo. Se ele volta precipitado e se machuca outra vez, aí sim a Copa fica comprometida. Melhor esperar e ter ele 100% para o que importa.