Modelo matemático da FGV projeta Argentina como favorita contra Egito nas oitavas

Argentina é favorita esmagadora com 73,7% de probabilidade de vitória
Modelo matemático da FGV projeta resultado do confronto das oitavas de final.

Antes de cada Copa do Mundo, a humanidade recorre a rituais de previsão — do xamã ao algoritmo. A Escola de Matemática Aplicada da FGV, em sua terceira edição de modelos preditivos para o torneio, projeta 73,7% de probabilidade de vitória da Argentina sobre o Egito nas oitavas de final de 2026, usando métodos bayesianos e o modelo Dixon-Coles. É o encontro entre a incerteza inerente ao esporte e a tentativa racional de domesticá-la com números.

  • A Argentina entra em campo com uma vantagem matemática quase esmagadora: 73,7% de chance de vitória contra apenas 7,1% do Egito.
  • O empate, que abriria as portas para a imprevisibilidade dos pênaltis, aparece em 19,2% das simulações — um lembrete de que o futebol resiste à domesticação total.
  • O modelo aponta o 1 a 0 como placar mais provável (18,3%), seguido por 2 a 0 (17,4%) e 3 a 0 (11,4%), três cenários que juntos cobrem quase metade de todas as possibilidades simuladas.
  • O jogo acontece nesta terça-feira, 7 de julho, em Atlanta, às 13h de Brasília, com transmissão pela CazéTV no YouTube — onde a realidade poderá ser confrontada ao vivo com as projeções.

A Fundação Getúlio Vargas voltou a colocar seus números a serviço de uma das perguntas mais antigas do esporte: quem vai ganhar? Para o duelo entre Argentina e Egito nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a Escola de Matemática Aplicada oferece uma resposta clara: a seleção argentina é favorita esmagadora, com 73,7% de probabilidade de vitória. O Egito, por sua vez, tem apenas 7,1% de chances de avançar, enquanto o empate — que levaria a decisão aos pênaltis — aparece em 19,2% das simulações.

O modelo combina abordagens bayesianas com o método Dixon-Coles, rodando milhares de simulações para mapear não apenas o vencedor, mas os placares mais prováveis. O 1 a 0 lidera com 18,3% de probabilidade, seguido pelo 2 a 0 (17,4%) e pelo 3 a 0 (11,4%). Esses três resultados, sozinhos, representam quase metade de todos os cenários projetados.

Esta é a terceira Copa do Mundo para a qual a FGV desenvolve esse tipo de modelo preditivo, refletindo uma tendência crescente de análise quantitativa no esporte. O confronto acontece em Atlanta, nos Estados Unidos, às 13h no horário de Brasília, com transmissão pela CazéTV no YouTube — onde os torcedores poderão acompanhar, em tempo real, o diálogo entre os números e o imprevisível.

A Fundação Getúlio Vargas colocou seus números à disposição para tentar responder uma pergunta que torcedores, técnicos e apostadores fazem antes de cada jogo: quem vai ganhar? Para o confronto entre Argentina e Egito nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, marcado para terça-feira, 7 de julho, a resposta da Escola de Matemática Aplicada é clara e contundente.

Os pesquisadores da instituição desenvolveram um modelo que combina abordagens bayesianas com o método Dixon-Coles, rodando milhares de simulações para chegar a suas projeções. O resultado aponta a Argentina como favorita esmagadora. A seleção tem 73,7% de probabilidade de vencer, enquanto o Egito consegue apenas 7,1% de chances de avançar. O empate, cenário que levaria a decisão para pênaltis, aparece em 19,2% das simulações.

Quando se trata de prever o placar específico, o modelo oferece um mapa mais detalhado do que esperar. A vitória mais provável é a Argentina vencendo por 1 a 0, cenário que ocorre em 18,3% das simulações. Logo atrás vem o 2 a 0, com 17,4% de probabilidade, e o 3 a 0, com 11,4%. Esses três resultados sozinhos representam quase metade de todos os cenários possíveis que o modelo projeta.

Esta não é a primeira vez que a FGV aplica seu arsenal matemático ao futebol de seleções. A Escola de Matemática Aplicada mantém uma tradição de desenvolver modelos preditivos para as Copas do Mundo, e este é o terceiro torneio para o qual a instituição constrói essas projeções. O trabalho reflete uma tendência crescente de usar análise quantitativa para entender e prever resultados esportivos, transformando dados históricos e estatísticos em probabilidades concretas.

O jogo acontece em Atlanta, nos Estados Unidos, às 13h no horário de Brasília. Todos os confrontos da Copa 2026 serão transmitidos pela CazéTV no YouTube, permitindo que quem quiser acompanhe não apenas o resultado final, mas também como a realidade se compara com as projeções matemáticas que a FGV oferece.

A projeção é da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas, que combina um modelo bayesiano com o método Dixon-Coles em milhares de simulações
— Fundação Getúlio Vargas
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Como exatamente um modelo matemático consegue prever o resultado de um jogo de futebol? Não há muita aleatoriedade envolvida?

Model

Há sim, muita. Mas o modelo não tenta prever o resultado específico. Ele trabalha com probabilidades. Usa histórico de desempenho das seleções, força relativa, padrões de gols — tudo isso entra em equações que simulam o jogo milhares de vezes.

Inventor

E por que a Argentina aparece tão favoritada? 73,7% é uma vantagem enorme.

Model

Porque historicamente a Argentina é uma seleção muito mais forte que o Egito. Tem jogadores de melhor nível, histórico de vitórias, e o modelo captura isso. Não é opinião — é matemática refletindo realidade.

Inventor

Mas e se o Egito jogar o jogo da sua vida? O modelo não deixa espaço para surpresas.

Model

Deixa, sim. Sete por cento é pouco, mas não é zero. E 19,2% para empate abre a porta para qualquer coisa acontecer nos pênaltis. O modelo é honesto sobre a incerteza.

Inventor

Por que a FGV faz isso? Qual é o propósito?

Model

É aplicação de método científico ao esporte. Mostra que você pode usar dados para entender padrões. E é interessante — a instituição faz isso há três Copas. É tradição deles.

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